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  • Samuel Right

A Diferença Entre a Agenda Liberal e a Marxista.


Por Samuel Right.


(Publicado por Samuel Right no dia 16 de julho de 2021 em theoutputmedia.blogspot.com)


Hoje em dia há muitos que não entendem a diferença entre a agenda do liberalismo e a do marxismo. Isso é perceptível quando os ditos conservadores bravateiam que somente pelo caminho do "liberalismo econômico" iremos alcançar a prosperidade e que sua parte ideológica não convém, pois esta é de "esquerda". Mas se você traz um, consequentemente a outra metade virá junto. Tendo isso em mente, compreende-se o quão contraditório é se intitular um "liberal conservador" pois dois corpos não ocupam o mesmo lugar, da mesma forma em que um liberal não é marxista. O liberal em si... é um liberal. Ele apenas usa-se de narrativas revolucionárias ou de neocons para alcançar seus planos de poder, não ligando para o que estas ideologias defendem.


O liberalismo, de forma bem breve, é o império do mercado sob o domínio dos ditos "globalistas" - sim, estão ligados com a Nova Ordem - de forma totalmente secular, ou seja, sem qualquer tipo de influência religiosa - sendo uma agenda ateísta. Com a distanciamento de Deus sendo promovido, o conceito de liberdade foi o maior afetado nesta história toda, devido é claro ao relativismo. Em meio às nações de sistema democrático, comumente dominada pelos "prudentes e sofisticados", é impulsionada como símbolo propagandístico que diz "provar" que tal sistema é o melhor para o desenvolvimento humano. Porém, isto que nos é oferecido hoje está ligado a uma distorção do livre arbítrio dito na Bíblia, incentivando o reinado da vontade humana, excluindo a vontade de Deus. Assim, aprisonamentos começam a ser oferecidos como "liberdade" como tem acontecido em relação as vacinas, "libertação sexual", etc. ao ponto da sociedade desconhecer o que de fato é ser livre, cega por se dirigir as suas vontades/vontades do mercado. Acham que viver dependentes do sistema é algo lhes trás paz e tranquilidade, o que no fim, os leva a serem manipulados e direcionados a distância de Deus. Contando com isso estão os liberais, para assim mantê-lo consumindo mais, mais, mais, até o ponto de dizer "por que eu preciso de Deus?"


Já os dicipulos de Marx usam-se de forma alugada o discurso dado pelos "sapatênis" com o mesmo objetivo: o poder. Não atoa momentos onde suas lideranças empregam palavras taxadas como "racistas" e "homofobicas", pois estes não acreditam no discurso que compram, por isso a tal "hipocrisia da esquerda" é tão obvia. No momento em que chegam ao poder toda a degeneração provida nas eleições é esquecida. O que realmente querem é implementar políticas socialistas para inviabilizar a propriedade privada para assim implementar o comunismo, seguindo perfeitamente o que é direcionado por Karl Marx, dando todas as ferramentas para a produção de qualquer coisa ao Deus "Estado".


Agora que separamos os dois, vemos que são duas agendas diferentes, mas que em questão objetiva batem na mesma tecla: ter controle sobre as pessoas, excluir suas religiões - especialmente o cristianismo -, estabelecer um pensamento utópico negando a realidade e acabar com a moral para ser possível a "robotização" da vida de todos. Ambos os lados percebem que necessitam de força conjunta para atingir seus propósitos, ou como é mais conhecido aqui, "O Teatro das Tesouras". Então quando se percebe uma ascendência do liberalismo, espere por dominância vermelha, afinal, o relativismo provido por eles colabora como navio quebra gelo para os navios maiores passarem. É como o professor da Virginia diz: "liberalismo é a camisinha do comunismo".


Portanto, não há como ser um cristão verdadeiro seguindo tais linhas de pensamentos porque, como disse anteriormente, ambas pregam o fim das religiões. Uma às julga ser "divisivas demais e causadoras de todo conflito" e a outra às vê como empecilho para o crescimento do Estado. Apoia-las é suicídio.


(Publicado por Samuel Right no dia 16 de julho de 2021 em theoutputmedia.blogspot.com)