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A fumaça de Satanás entrou no templo de Deus

Por Jesus Fernandes


Hoje, enquanto eu iniciava os preparativos para dar banho em uma senhora que cuido, outra senhora assistia à exibição da Via Sacra em um determinado canal Católico sobre o qual não mencionarei. O mesmo conteúdo se encontra nesse link: Via Sacra na Basílica de Aparecida/SP.


Algo ofensivo para os católicos acontecia ali. Todo o elenco da Via Sacra estava com máscaras de pano. Deixei de assistir quando Cristo, mascarado, agonizava na cruz. Outros personagens traziam uma placa que dizia: “325.559 Vidas Perdidas”.


Também aconteceu algo semelhante na Diocese de Itabira (MG). Em sua encenação da Via Sacra, Jesus, dessa vez, não estava com máscara de pano. Mas foi retirado da cruz por anjos em forma de agentes anti-covid, que emitiam uma luz branca muito forte. Veja o momento no link a seguir: Via Sacra da Diocese de Itabira/MG.


Se houvesse alguma intenção pelos mortos, rezar-se-ia uma missa para as almas daquela determinada região, assim como a Santa Igreja sempre fez. E que cada fiel rezasse por seu ente querido, assim como sempre fizemos. Será mesmo que o intuito de tal ato era agradar a Deus ou a alguns homens?


Há tempos tenho dito que Cristo voltou sua face para os leigos, iluminando nossos caminhos para a realização de obras. Ainda temos bons sacerdotes. Entretanto, é perceptível a queda abrupta que a Igreja vem sofrendo em seu corpo eclesiástico, em especial, desde a segunda metade do século passado.


O Papa São Paulo VI escreveu, em 29 de junho de 1972, uma carta divulgada em 2018 pelo Padre Leonardo Sapienza, em seu livro “A Barca de Paulo”, que dizia que a fumaça de Satanás adentrou o Templo de Deus por alguma fresta.


Na mesma carta, Papa São Paulo diz: “Não se confia mais na Igreja. Confia-se no primeiro profeta profano que vem nos falar em algum jornal para correr atrás dele e lhe perguntar se tem a fórmula para a vida verdadeira. Entrou, repito, a dúvida em nossa consciência. E entrou por janelas que deviam estar abertas à luz: a ciência!”.


Papa São Paulo VI acertou em cheio. Pois, tendo em vista a crise espiritual, intelectual e cultural que vivemos, âncoras e jornalistas exercem a função sacerdotal de divulgar a verdade encontrada por cientistas comuno-globalistas.


Padres e bispos celebram missas online, com distanciamento entre os fiéis feito por fitas de isolamento ou sinais nos bancos e entregam a comunhão na mão do fiel através de uma pinça, o que caracteriza falta de respeito ao Corpo Sagrado de Cristo e algo totalmente ofensivo para um alguém minimamente católico.


Enquanto os sacerdotes buscam assassinar a liturgia, alguns leigos se reúnem para defender sua fé, realizando grupos de oração e estudos e procissões em vias públicas, ainda que as leis do Estado não os permitam.


A Igreja de Cristo ainda viverá por séculos e séculos. Fiéis leigos, devemos nos apoiar na fé para lutarmos contra todo mal que nos assola. Devemos ter esperança em nossa conversão e na dos que nos circundam, além de caridade para com todos que chegam até nós, ainda que pareçamos duros.