• Zero à Direita

Ao lançar outro personagem progressista, DC mostra não se importar com o seu público


Filha da heroína Estelar, ela odeia super-heróis, tem vergonha da mãe e orgulho de ser gorda e lésbica, quebra tabus e luta por diversidade.


Em mais uma tentativa de destruir a cultura e seus valores, em nome de uma agenda vil e progressista, a DC (assim como a Marvel e todos os outros grandes conglomerados do entretenimento), mostrando que não está nem aí para o seu público fiel, tem alterado histórias canônicas e personagens para que atendam ao apetite insaciável da agenda globalista/comunista.


Ainda que apresentem números cada vez mais baixos em suas vendas (recado bastante claro que é dado pelo público para as empresas), principalmente após a tal pandemia, os estúdios e artistas responsáveis pela elaboração das HQs insistem em atender aos anseios globalistas, com sua agenda maligna, cheia de distorção de valores, cada vez mais anti-heroicos. Os últimos lançamentos são recheados de personagens insignificantes, que não acrescentam em nada nas histórias e são criados unicamente para atender a uma mínima parcela da sociedade que nem consome este tipo de produto, quer apenas fazer balbúrdia e chamar atenção.


Estelar já teve um atentado de lacração em recente série live-action. Trouxeram uma versão sua que é negra e visivelmente acima do peso, para tentar a famosa "quebra de padrões". Ela é um heroína querida entre o público, principalmente após aparecer em sua versão adolescente em Os Jovens Titãs (A série animada). Sempre teve um comportamento normal, muito feminina, meiga e até mesmo romântica em muitas situações, com aparência saudável e sem radicalismos ou seja, totalmente contrário ao que quer a tal agenda. A DC, através da roteirista Mariko Tamaki, autora de obras como Skim (que fala sobre uma adolescente gorda fora dos padrões, que estuda em um colégio católico no Canadá), e que, através de um autorretrato, deu um jeito de fazer com que a filha de Estelar, Mandy, fosse o avesso de sua mãe: Gorda, lésbica, odeia super-heróis, sente vergonha dos pais, luta por diversidade e quebra tabus... difícil ser mais inútil, ainda mais para uma história em quadrinhos, em que o público busca por algo fantástico, totalmente o contrário do apresentado pela nova personagem.

Mariko Tamaki


Esse tipo de inserção não dá lucros para as empresas envolvidas, muito pelo contrário! Os prejuízos e demissões no setor são cada ano maiores; as reclamações do público consumidor, ainda fiel, só aumentam. O público alvo das novas "lacrações" está mais preocupado com seus próprios orifícios e justiça social do que em comprar HQs, logo, chegamos à conclusão de que é um movimento financiado, mas por quem? Fica a questão.