• Zero à Direita

Aprovação do governo Bolsonaro cai em 23 capitais


Em levantamento feito pelo jornal O Globo, entre outubro e novembro, mostra que a popularidade do presidente caiu.


Não é de hoje que noticiamos que a administração do Presidente Bolsonaro vem sofrendo desgastes devido às suas escolhas péssimas escolhas, tanto no abandono da pauta conservadora quanto nas decisões políticas ao se unir com o "Centrão". Agora, começa a tornar-se tangível com a perda de popularidade dando as caras nas pesquisas.


O Jornal O Globo fez um levantamento nas 26 capitais brasileiras, entre os meses de outubro e novembro, que mostram Bolsonaro perdendo fôlego em 23 delas.

Se considerada a margem de erro, é possível afirmar que Bolsonaro não cresceu em nenhuma capital sequer. A pesquisa comparou a primeira pesquisa do Ibope no período eleitoral com a mais recente em cada uma das cidades. Das 23 cidades nas quais o presidente teve esse índice reduzido, em 14 a queda foi além da margem de erro, que varia de três a quatro pontos percentuais.

A maior redução de avaliação “boa e ótima” do governo ocorreu em João Pessoa. O índice baixou de 43% para 30%. Em seguida, vem Manaus (54% para 42%). Aracaju (25% para 28%), Rio Branco (de 48% para 39%).


Rio de Janeiro (34%), Macapá (42%) e Aracaju, (25% para 28%) e mais 9 capitais permanecem dentro da zona de estabilização.


Na capital com melhor avaliação, Boa Vista, o índice caiu de 66% para 58%. Na cidade em que o presidente é mais impopular, Salvador, apenas 15% da população considera seu governo ótimo ou bom, enquanto 66% o avaliam como ruim ou péssimo.


São Luís e Curitiba foram as cidades nas quais mais cresceu a avaliação "negativa do governo". No Maranhão, o percentual dos que consideram a gestão de Bolsonaro ruim ou péssima subiu de 46% para 57%. Já na capital paranaense a alta foi de 34% para 44%.


A ida do Presidente para o Centrão, baseando seu governo em obras e auxílio não garantem, sozinhos, a sua reeleição. É necessário repensar a posição e voltar para a base, trazer consigo o eleitorado e, não menos importante, retomar as pautas conservadoras que o elegeram.