• Evandro Pontes

Capitalismo e a questão racial


Um dos estratagemas mais antigos e tolos que a esquerda tenta dar vida de tempos em tempos é a associação entre capitalismo e racismo.


A ideia é, em si, de uma cretinice que deveria dispensar refutações: mas a estratégia de "deixar de passar" a bobagem parte do pressuposto que somos, todos, um país em que mais da metade das pessoas é dotada de bom senso.


Desafortunadamente, quando a maioria é de cretinos, temos que insistir que o capitalismo precisa de um estágio avançado de liberdade para se expandir e o comunismo precisa de estágio absoluto de controle (e, portanto, baixíssimo grau de liberdade) para que consiga existir.


Isso faz parte não só da história, mas do mecanismo ínsito desses dois modelos de economia política.


Adam Smith, um conservador e talvez o pensador que melhor tenha revelado a importância do capitalismo, chegou a comentar: "the net product under freedom is 12 times larger than under slavery" ("o resultado líquido de uma atividade econômica em regime de liberdade contratual é 12 vezes maior do que o de uma sob o regime da escravidão"). Isso foi em 1763, ano em que Smith publicou o seu Lectures on Jurisprudence, nome pelo qual ficou conhecida a sua obra originalmente chamada Lectures on Justice, Police, Revenue and Arms.


Não: o capitalismo não tem nada a ver com racismo.


Pelo contrário: é a única e verdadeira ferramenta para combater o racismo.

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