• Shock Wave News

Carrefour e o "racismo": Azeitado

Carrefour anuncia fundo de R$ 25 milhões para combate ao racismo no país.

Rede afirma estar comprometida em promover ações afirmativas para a inclusão social e econômica de negros na sociedade.

via google

"O Grupo Carrefour Brasil está fortemente comprometido em lutar pelo combate ao racismo estrutural no país e promover ações afirmativas para a inclusão social e econômica de negros e negras na sociedade", informou a companhia.


O anúncio ocorre após a morte de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, criminoso condenado por violência doméstica e com mais de 15 crimes em sua ficha, que foi morto por dois seguranças da rede de supermercados Carrefour em uma unidade localizada em Porto Alegre.


“Sabemos que não podemos reparar a perda da vida do senhor João Alberto. Este movimento é o primeiro passo da empresa para que o combate ao preconceito e racismo estrutural, que é urgente no Brasil, ganhe ainda mais força e apoio da sociedade. Acreditamos que poderemos evoluir e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária”, afirmou em nota Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil.


"A partir das reivindicações, a empresa anunciará na quarta-feira, 25 de novembro, os compromissos e o plano de ação do trabalho, que nortearão este fundo. As iniciativas compreenderão ações internas e projetos de âmbito externo, visando promover ações que envolvam seus milhares de colaboradores e também seus públicos externos", informou a rede.


A empresa afirmou ainda que nos últimos dias tem se reunido com "especialistas" e ongs da causa para "compreender e aprender"sobre como atuar de forma concreta na luta contra discriminação, incluindo outros públicos além da população negra. Um claro movimento "azeitado" entre os movimentos negros e as entidades para investir em programas vazios e sem sentido, fomentando uma guerra racial dentro do Brasil. O modelo é copiado de cabo a rabo do BLM (Black Lives Matter) americano. Este sendo um grupo terrorista diretamente financiado por George Soros.