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Carta para um herói

Atualizado: Abr 1



“A verdade liberta e a mentira escraviza. Hoje, a mentira é despudoradamente utilizada para um projeto materialista que visa a escravizar o Brasil e os brasileiros, a escravizar o próprio ser humano e roubá-lo de sua dignidade material e, principalmente, espiritual” (Ernesto Araújo).


Um dos fatos que com toda a certeza marcou a história do Brasil foi a nomeação de Ernesto Araújo para o cargo de Ministro das Relações Exteriores. Sua nomeação ascendeu no coração de muitos brasileiros (me incluo) o desejo de servir à pátria, de se doarem por ela e, assim, colocá-la no lugar que lhe é devido.


Não obstante, toda a movimentação, acompanhada de perto pela Shock Wave, de calúnias e difamações proferidas pela mídia, por deputados e senadores, já era um prenúncio de que, em pouco tempo, assim como outrora feito com o Abraham Weintraub, o próximo a ser “abandonado em campo de batalha” seria o Ernesto.


Mesmo em sua carta, o ex-ministro em nenhum momento escondeu a admiração que ele tem pelo Chefe do Executivo e frisou que já não cabia mais a ele permanecer num cargo cujos interesses escusos não correspondiam com o projeto de país que anteriormente se buscava.


Mais uma vez, é nítida a mudança desse atual governo para um governo completamente de centro, que é composto por pessoas de índole duvidosa, envolvidas há anos com corrupção, lavagem de dinheiro, dentre outros crimes. Além de estarem afogados na lama globalista, não passando de meras marionetes no grande teatro chinês, o qual no momento oportuno irá com toda a certeza descartá-los como lixo.


De fato, como bem disse o professor Evandro Pontes em seu artigo, o Brasil não merece alguém com a altivez e patriotismo que o ex-ministro Ernesto Araújo possui.


Quando nos damos conta da verdade e de certo modo vivemos como ela nos orienta, como bem disse em sua carta, “A verdade liberta”, somos caluniados, perseguidos, temos nossa reputação atacada de todas as formas. Porém, aqueles que se mantém ao lado da verdade vivem de maneira mais livre, pois entende que não pertencemos a esse mundo, e que aqui estamos de passagem.


Contudo, cabe ressaltar que muitos preferem fugir da dor e buscar o prazer da mentira, sendo verdadeiras massas de manobra nas mãos de quem quer que seja, condenando as suas almas, vivendo sem propósito, sem sentido. Cabe a cada um de nós trabalharmos para resgatá-los.


Ernesto deixou uma lição importante com sua saída e creio que não seja somente para mim, mas para todos aqueles que já tomaram consciência do que estamos vivendo de verdade: a guerra que travamos, em grande medida, é espiritual.


Com toda a certeza minha fé foi ainda mais fortalecida vendo o exemplo do agora ex-chanceler. E eu, como uma simples dona de casa que se atreve a escrever de vez em quando, emociono-me ao ver que homens como o ele ainda existem e me fazem ter esperanças de que um novo país, uma nova sociedade para os meus filhos, é possível.

Mais do que isso, o senhor me ensinou o real sentido da palavra patriotismo.


Encerro aqui estas poucas palavras dizendo que a luta dele não foi em vão. Seu exemplo será contado para as próximas gerações, que saberão que no país delas houve um homem que mudou a imagem de seu país por completo no exterior. Que em nenhum momento deixou de lado a sua fé em Nosso Senhor Jesus Cristo e fez com que, pelo menos por alguns meses, o Brasil voltasse a sua vocação primeira mediante o cenário internacional: ser a Terra de Santa Cruz.


Obrigada Ernesto, que Deus te abençoe e que Maria Santíssima, Virgem de Aparecida, Imperatriz do Brasil, esteja sempre a passar na frente de seus caminhos.


“Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes desse mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. (Efésios 6; 12)”.