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China propõe um sistema de identificação e rastreio global para uma nova era nas viagens.

De acordo com informações divulgadas pelo Breitbart News, durante a cúpula virtual do G20 no sábado, Xi Jinping pediu um “mecanismo global” do vírus chinês que envolve o reconhecimento internacional de certificados de saúde na forma de códigos QR para permitir que as pessoas "viajem livremente".


O ditador diz que o sistema pode ser baseado em “resultados de testes de ácido nucléico na forma de códigos QR aceitos internacionalmente”, relatou a agência de notícias estatal Xinhua.


“Precisamos harmonizar ainda mais as políticas e padrões e estabelecer‘ vias rápidas ’para facilitar o fluxo ordenado de pessoas”, disse ele. “[Esperamos] que mais países participem.”


Os códigos QR são códigos de barras que podem ser lidos por telefones celulares, uma ferramenta comum de rastreamento e controle na China comunista.


De acordo com o esquema que a China vem empregando desde fevereiro, os usuários recebem um código de saúde semelhante a um semáforo, com um código verde que permite que alguém viaje livremente e um código laranja ou vermelho indicando que precisam ficar em quarentena por até duas semanas. Os códigos são baseados em uma combinação de big data e informações enviadas pelos próprios usuários. O líder do Partido Comunista Chinês não explicou como o esquema internacional poderia funcionar ou se ele espelharia o sistema de código de saúde que foi amplamente adotado na China. A falta de informações detalhadas já foi sinalizada pelos críticos que a consideram uma peça de engenharia social. Em um tweet, o diretor-executivo da Human Rights Watch Kenneth Roth expressou cautela sobre a proposta de Xi. “Um foco inicial na saúde poderia facilmente se tornar um Cavalo de Tróia para monitoramento político mais amplo e exclusão”, disse ele.




A China vem construindo sua própria rede de vigilância em massa na última década, que possui centenas de milhões de câmeras de rua.


A rede de vigilância foi considerada o sistema de reconhecimento facial mais poderoso do mundo e visa identificar qualquer um de seus 1,4 bilhão de cidadãos em três segundos.


A China também está buscando métodos mais digitais para garantir que seus cidadãos cumpram as restrições do Estado de partido único.

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