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CNJ de mãos dadas com a ONU e Agenda 2030

De acordo com a notícia publicada no site do -soviete- Conselho Nacional de Justiça (CJN), o aprimoramento de dados estatísticos do Poder Judiciário e a cooperação internacional no âmbito da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) foram tema de palestra durante a o Seminário Internacional sobre Cooperação Penal entre Países de Língua Portuguesa nesta sexta-feira (4/12).



Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi palco para debater a "parceria" com a anticristã e globalista ONU em matéria criminal e teve a participação de representantes dos Conselhos Superiores da Magistratura, de tribunais superiores dos países de língua portuguesa.


A desembargadora do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) Luciane Amaral Corrêa Münch destacou o trabalho realizado sob a coordenação do CNJ. “Esse trabalho, iniciativa do CNJ pelo Comitê Interinstitucional da Agenda 2030 da ONU, reflete a importância no uso dos dados para conseguir controlar de uma melhor forma como estamos atuando no campo da cooperação judiciária internacional. Tenho certeza que essas informações podem servir também para melhorar a integração entre os países.”


De acordo com a magistrada, o grupo de trabalho atua a partir do método intitulado “duplo diamante”, que consiste em pesquisa, desenvolvimento e entrega no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).


“Focamos na exploração de possíveis indicadores e dados. A partir daí, promoveremos uma filtragem do conteúdo levantado e relacionamento com TPUs e classificação internacional de delitos.”


A Comissão Permanente de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 2030 do CNJ tem, como uma de suas competências, acompanhar a atuação do Comitê Interinstitucional destinado a apresentar estudos e proposta de integração de metas do Poder Judiciário com as metas e indicadores dos ODS. O grupo que trabalha nos dados estatísticos, coordenado pelo CNJ, conta com a participação de membros da Câmara dos Deputados, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Conselho da Justiça Federal (CJF), Controladoria-Geral da União (CGU), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério Público Federal (MPF) e tribunais regionais federais.





fonte CNJ

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