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  • Samuel Right

Como Eu Venci as Redes Sociais.




Por Samuel Right.


(Publicado por Samuel Right no dia 17 de março de 2021 em theoutputmedia.blogspot.com)

As redes sociais, como sabemos, nos possibilitaram muitos avanços em comunicação e informação. Hoje comum simples click, podemos nos comunicar com Americanos, Espanhóis e aquele seu amigo do League of Legends que mora no Acre. Só que hoje, anos após a ascensão das maiores redes sociais, muitos questionam se esse fato foi mais benéfico do que maléfico, principalmente entre os jovens que perdem, dias, semanas e até anos na frente de uma tela. E hoje, se baseando em tudo isso, quero passar o meu ponto de vista sobre o tema e também contar como eu me livrei disso.


Bem, já que o Twitter foi a rede social que mais usei, vamos cita-la de exemplo. Segundo dados do próprio, em 2019, 460mil novas contas eram criadas DIARIAMENTE. E semanalmente o número chega a 1 bilhão. Então se imagine como um adolescente, recém-chegado a esse mundo vasto de "maravilhas". Gosta de carros? Tem comunidades e perfis de pessoas que curtem carros. Gosta de Games? Tem mais comunidades e perfis de gente que gostam de games e por aí vai. Você entra em um ciclo vicioso de querer mais e mais, gerando aquela leve e rápida de dopamina no cérebro.


As redes também se utilizam de algoritmos que tentam maximizar o tempo em que o usuário passa no aplicativo, ou seja, recomendações e mais recomendações aparecem no Feed ou Timeline baseadas naquilo que você consome, além de notificações (ou drogas virtuais para os mais íntimos) para puxar para dentro de novo. O sistema de recomendação também te sugere seguir pessoas que são julgados como "de seu interesse". Muitos que me seguiam na rede apareciam do nada, mas sempre tinham algum gosto em comum.


E com todos esses fatores na mesa, já eram o suficiente para me aprisionar refém. Com toda a inocência de um jovem, você não pensa que vai se viciar, deixar os estudos as vezes de lado e até mesmo ser manipulado silenciosamente. Por que acha que há tantos jovens seguindo modinhas, entrando em fandons (Kpop, Furry, LGBT) e mudando de personalidade subitamente? Eu mesmo admito, fui manipulado psicologicamente de formas que nunca nem mesmo meus país imaginariam que pudesse ser. Graças ao Bom Deus que teve mísericordia de mim, por estar em uma família conservadora e cristã. Mas se eu fosse de uma de ausentes ou alienados? E aí? Infelizmente sabemos muitos país acabam seguindo essa regra.


Hoje, possuo a liberdade de dizer que estou livre do vício das redes sociais. E não, não há formula mágica para você sair de lá. É um processo de esforço pessoal e espiritual gradativo, ou seja, você deve buscar ajuda aos seus país, mesmo que eles não estejam livre dessa, mas que com certeza entrarão nessa luta contigo; Com o seu Deus em oração, pedindo aconselhamento e direção para enfrentar essa barreira; e a parte "mais simples", desligar todas as notificações de todos os apps com exceção do seu mensageiro (Whatsapp, Telegram, etc) que você usa para se comunicar com seu o próximo.


Lembre-se, se elas não lhe ajudam a prover o seu alimento, controle o seu tempo nelas e se possível as apague. Estude, leia, mas não gaste o seu precioso tempo na terra somente com besteira. É como diz a Ju Ginger da ShockWaveRadio: "saia da bolha e vá para o mundo real".

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(Publicado por Samuel Right no dia 17 de março de 2021 em theoutputmedia.blogspot.com)