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Coroné Nhonho


A tecnologia avançou bastante mas não o suficiente para produzir em tempo recorde um clone de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Como forma de não perder a presidência da Câmara, Rodrigo Maia, tenta viabilizar alguma forma de se manter no cargo, pois não é permitido ser presidente da casa por mais de uma vez no mesmo mandato de deputado. A regra também se aplica ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).


Caso Maia consiga tal emenda não tem como fazer uma emenda só para ele. Nela entrariam os mais de 5 mil prefeitos, os presidentes de Câmara, os governadores, o presidente. Seria a volta do coronelismo.


O Centrão está de olho


O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, informou que o nome do deputado federal Arthur Lira (PP-AL), investigado por corrupção passiva em 2019, é o mais cotado para ir à disputa pela cadeira de presidente da Câmara dos Deputados, hoje ocupada por Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Segundo a Procuradoria-Geral da República, Lira aceitou propina de R$ 106 mil oferecida pelo então presidente da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU), Francisco Colombo. A quantia teria sido entregue em dinheiro vivo por um assessor parlamentar enviado ao aeroporto de Congonhas a pedido do deputado.

O nome do parlamentar alagoense segue se consolidando entre os entes do partido, que demonstram simpatia pela liderança que Lira impõe, sendo ainda, uma figura que pode agradar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), segundo afirmou o senador Ciro Nogueira.


“Um nome hoje que está se consolidando é o do deputado Arthur Lira (PP-AL). É uma decisão do partido. Se fosse hoje, era o escolhido pela grande maioria do partido o deputado Arthur Lira, que é o líder. Eu acho que o presidente ficaria feliz, mas acho que ele não é o candidato do Bolsonaro”, destacou.