slider-1.png
  • Shock Wave News

Coronavírus: análise do problema em seus diversos aspectos

Atualizado: Abr 9

Por Ramon Lenzini



Passamos por uma crise sem precedentes que afeta diversos aspectos da nossa vida. E ela nos traz tantas e tão variadas versões de como a realidade está se dando que necessita de uma organização das ideias para se evitar confusões.


Para isso, eu fiz uma breve síntese dos aspetos a serem analisados e compreendidos para o melhor entendimento da situação por todos.


De cara, eu gostaria de deixar claro que não estou negando o problema, mas enxergo que há uma desproporção entre o problema verdadeiro e a propaganda da histeria que está sendo feita.


Todas as vidas perdidas devem ser lamentadas e o combate a novas mortes por meio do tratamento precoce é essencial. O que quero dizer é que há um problema e que o pânico que está sendo feito é desproporcional à realidade do problema.



Aspectos psicológicos



A primeira coisa que notamos é a crise do homem moderno diante do medo da morte, e como esse medo pode ser usado para manipular toda uma sociedade.


O medo paralisa, nos impede de pensar racionalmente, faz com que nos deixemos dominar por qualquer força superior que se arrogue o direito e a autoridade de impor ordens de cima para baixo. Tudo em nome de uma alegada segurança.


De uma hora para a outra, bilhões de pessoas ao redor do mundo aceitaram passivamente a privação de seus direitos mais básicos em nome de uma suposta proteção da saúde e da vida material.


O medo da morte e diante dela também são reflexos de uma vida mal vivida, na qual o ser humano que não vive em paz com a sua consciência por viver uma vida medíocre, sempre adiando para amanhã a realização dos seus projetos, a morte traz consigo. Além disso, sente a frustração de passar por essa vida sem fazer absolutamente nada de bom; a consciência do fracasso diante da vida, faz muitas pessoas relatarem enorme frustração no leito de morte.


Todo o pânico gerado em torno do Covid-19 explicita um grave problema do mundo moderno: o medo diante da morte, alimentado por uma vida vazia e sem sentido, sobretudo uma vida sem Deus e, consequentemente, sem o pensamento voltado para a transcendência. Quem, diante da salvação eterna, se importa com a morte? O que vale mais, afinal?


Esse é o primeiro ponto. A sociedade pagã e materialista na qual vivemos não suporta a ideia da morte, pois se apega com todas as suas forças a esta vida e não crê na vida eterna. E se alega crer, o que explica todo esse alvoroço? Isso nos leva aos aspectos religiosos a serem analisados.



Aspectos religiosos



Eu demorei a acreditar que estavam realmente cancelando todas as missas dominicais e de dias de preceito por causa de um vírus. Pensei que cancelariam apenas as missas semanais, o que seria mais compreensível.


De repente, a Igreja que deveria ser a primeira a dizer para os homens que devemos olhar para o Céu e ter Fé na vida eterna, fecha suas portas e mantém os fiéis longe dos Sacramentos por causa de um vírus. Em plena crise, no momento em que mais precisariam da Igreja, os católicos foram privados dela e deram de cara com portas fechadas.


Para piorar a desgraça, durante o período de fechamento das Igrejas, aconteceu a Semana Santa de 2020 — para alguns lugares 2021 foi igual, — uma verdadeira lástima. Trancados em casa e sem poder ir à Igreja para sofrer com Jesus na Sexta-feira, nem se alegrar com Ele no domingo, os católicos conscientes viveram uma Semana Santa atípica e horrível.


Se corremos tanto risco de morte, por que não se aumentou o número de confissões? Onde estão as Missas e os demais Sacramentos para nos prepararmos para o caso de uma fatalidade? É uma contradição completa.


Os católicos brasileiros puderam provar um pouco da realidade de seus irmãos em países como a China: vivemos em todos os aspectos da vida, uma amostra grátis de comunismo.


E é justamente assim que o estado quer que vivamos nossa Fé: trancados em casa, — isso quando permite que a nossa Fé ao menos exista. Pois do nada eles suprimirão qualquer forma de Fé e o único Deus será o estado, como na Coreia do Norte.


Pode-se dizer que, a Igreja bater de frente com as ordens do estado, nessa situação, atrapalharia mais do que ajudaria. Bem, ao menos os Bispos poderiam acatar as ordens deixando claro o protesto diante delas. Mas não, eles aceitam tranquilamente, talvez até fiquem felizes com a situação, pois é justamente essa fé fria e imanente que muitos bispos e padres querem.


As Igrejas devem ter suas portas abertas sempre, mesmo que não haja celebrações públicas. Mas os católicos não podem mais nem visitar o Santíssimo Sacramento, nem entrar na casa de Deus para sentir um pouco de paz em meio a toda essa loucura.


Os padres mais jovens têm obrigação de realizarem confissões normalmente. Os mais velhos, apesar da justificativa, poderiam se arriscar pelas almas. Sacerdotes que não zelam pelas almas não são Sacerdotes. O Covid-19 veio para trazer à tona a horrível falta de Fé dentro da própria Igreja de Cristo.



Aspectos de dominação



O Covid-19 foi o presente de Natal atrasado que os globalistas esperavam para pôr em prática suas mais sórdidas artimanhas. Diante de uma civilização prostrada a um vírus, as organizações mundiais e governos totalitários aproveitaram para fazer seus experimentos sociais.


Desse modo, eles testam as populações para ver até onde elas irão ao submeterem-se a forças exteriores em nome de uma falsa promessa de segurança. O experimento foi um sucesso para eles, se bilhões de pessoas trancadas em casa não é um sucesso para o plano de dominação mundial, eu não sei o que seria.


As pessoas, inertes, cruzam os braços enquanto esperam uma solução vinda do estado e de organizações internacionais sedentas por dinheiro e ávidas pela implantação do totalitarismo que só beneficiará o pessoal deles.


Qualquer pessoa sensata e que entenda minimamente as intenções das organizações e governos totalitários sente medo diante de uma situação em que o poder estatal de suprimir as liberdades humanas chegou tão próximo de nós. Hoje com uma justificativa: proteger-nos do Covid-19. Mas amanhã, talvez, sem nenhuma justificativa, como já ocorre em países totalitários.


As pessoas comuns, em sua maioria, não se dão conta do perigo, e muitas ainda aplaudem as ações repressivas do estado. Chegamos ao cúmulo de o estado colocar as pessoas para vigiarem umas às outras e elas ainda fazerem isso como se fosse uma coisa certa. Tudo o que o totalitarismo precisa, seja qual for a sua face, é de um povo que não reaja.


E há duas formas de eles fazerem isso: a primeira é promovendo o desarmamento, como fizeram todos os governos totalitários; a segunda é ir promovendo o absurdo aos poucos, até que se torne comum e as pessoas nem notem mais, e até apoiem.


É a chamada normalização do absurdo. Um cidadão sendo algemado por estar com o comércio aberto, uma mulher sendo imobilizada brutalmente e presa por estar caminhando na rua. É esse tipo de coisa que eles querem que achemos normal, porque essas pessoas cometeram o terrível crime de violar a quarentena imposta de cima para baixo e que mostrou não ter eficácia alguma.


É a história do sapo na panela: se você colocar um sapo na panela fervendo, ele vai pular fora; se você colocar o sapo na panela com água morna e começar a esquentar, ele não vai perceber a mudança gradual de temperatura e, quando tentar reagir, será tarde demais.


O experimento de engenharia social que é feito com relação ao Covid-19 é justamente esse, testar o limite das pessoas e como podem ser manipuladas por uma narrativa midiática. Até que ponto elas aceitam as privações de seus direitos constitucionais e naturais mais básicos em nome de uma segurança alegada pelo estado.


E já que falamos dela, vamos à manipulação propagandística do Covid-19.



Aspectos de desinformação


O Covid-19 tem sido muito mais uma arma psicológica do que biológica. Na missão de assustar as pessoas, a grande mídia é essencial para os globalistas.


Baseados no cientificismo vazio de conteúdo, pessoas da mídia e da internet começaram a espalhar o medo entre a população por meio de projeções que jamais se realizaram de fato, como de 1 milhão de mortos no Brasil até abril, coisa que não passou nem perto de acontecer.


O perigo de ouvir os ditos “especialistas” é que pouco importa a pessoa ter conhecimento técnico se ela sequer está usando esse alegado conhecimento para falar o que está falando.


Ainda que tenha conhecimento sobre o assunto e “prove” isso por meio de um pedaço de papel escrito “diploma”, o tal “especialista” pode muito bem falar apenas aquilo que convém às suas intenções ideológicas particulares.


Muitos desses ditos especialistas usaram pesquisas feitas em países com uma realidade climática completamente diferente do Brasil.


Há, ainda, diversos outros erros que levaram a uma consequência que era óbvia: nenhuma das projeções mirabolantes de número de mortos pelo Covid-19 se concretizou no Brasil, quiçá no resto do mundo.


Sendo assim, de que vale o seu alegado conhecimento sobre o tema? Nós precisamos estudar para não cair na lábia daqueles que estudam.


Para enganar a opinião geral da população, vale tudo. Desde mentir sobre causas de morte, associando-as ao Covid-19, até abrir diversas valas em cemitérios apenas para causar alvoroço, sendo que ninguém se preocupou em saber quantas pessoas de fato foram enterradas ali depois, muitas dessas valas permanecem abertas. Fotos de corpos amontoados foram divulgadas, mas a pergunta é: só agora está assim?


Outra coisa, e essa bastante patética, é dizer que o Covid-19 provocou colapso no sistema de saúde brasileiro. O caos existe há bastante tempo, não é de agora que os hospitais estão lotados e as pessoas são mal atendidas.


A mídia alardeia que um número X de UTIs foram abertas para pacientes do Covid-19, mas quantas dessas UTIs estão de fato ocupadas por pacientes de Covid-19? Na mídia só se fala de mortes, corpos e projeções de mais mortes. Não se fala que o número de curados é três vezes maior que o número de mortos e que, aliás, o número de pessoas que morrem pelo vírus varia de 3% a 6%.


Fala-se no número de contaminados que cresce a cada dia, porque isso convém aos interesses deles, mas praticamente nada sobre quantos desses infectados morrem, nem quantos são curados.


Na mídia se noticia, por exemplo, que “o número de mortes por Coronavírus aumentou 500% em Rondônia”. Essa era a manchete. Havia uma morte e depois havia seis, esse foi o 500% que a mídia alardeou. Percebe a manipulação da linguagem?


Também há uma grande diferença entre morrer com Covid e morrer por causa da Covid, e todas as pessoas que morrem com a Covid dentro do corpo estão sendo contadas como vítimas da Covid.


Outro exemplo de manipulação é quando se alardeia que morreram, por exemplo, 600 pessoas em um dia, que na verdade são casos confirmados naquele dia, de pessoas que morreram em dias anteriores e estavam sob suspeita.


Mais pessoas já morreram de Malária, Aids e acidentes de trânsito este ano do que de Covid-19. Os dados de mortes por Covid-19 são tão baixos em números proporcionais quanto em números absolutos.


“Mas, e se fosse da sua família?”. Quem diz algo assim não parou para refletir um instante sobre o que está dizendo. E se fosse alguém da sua família que morresse de Malária, de Aids, de Dengue, de acidente de trânsito, vítima da violência urbana ou qualquer outra coisa? Por que o Covid-19 é tão especial?


Ou será que essas pessoas acham mesmo que, se alguém da minha família morresse de Covid-19, mudaria o fato de que essa doença é bem pouco letal? No fundo, o discurso dessas pessoas depende do quanto as circunstâncias os agradam e não da verdade.


Mas me deixa contar uma novidade: pessoas morrem o tempo todo! Enquanto você lê isso, pessoas morrem. Quantas pessoas já morreram desde que você está lendo? Sei que parece duro, mas é a mais pura e cruel realidade e temos que ser realistas ao olhar para isso ou seremos facilmente manipulados pelo sentimentalismo mórbido dessa propaganda midiática.


Pessoas morrem e isso é a coisa mais normal do mundo. As vidas importam e as mortes devem ser evitadas com todos os meios que tivermos. Mas qualquer pessoa sensata entende que a histeria tem sido desproporcional à realidade do que está acontecendo.


Quando surge uma solução para o problema da Covid-19 que venha do Presidente da República, ela logo é rechaçada. Imagina só se as forças globalistas e comunistas vão permitir que Bolsonaro saia dessa como o grande herói que conseguiu conter a crise da Covid-19, mantendo as vidas e a economia. Que grande tragédia para as esquerdas ao redor do mundo, para as organizações mundiais e os bilionários globalistas.


A cloroquina não é um remédio novo, já é usado no Brasil para o combate à malária. Foi justamente por isso que o ex-presidente americano, Donald Trump, enviou essa recomendação a Bolsonaro. Se a grande mídia não conhecia esse medicamento, há estudos datados de 10 a 15 anos atrás que comprovam a eficácia da cloroquina no combate aos vírus da família Corona e ao HIV.


O que vimos, além de toda a histeria e a propaganda vil em cima desse vírus, foi uma verdadeira torcida para que ele matasse cada vez mais pessoas e isso prejudicasse o governo Bolsonaro, bem como o governo Trump.



Conclusão


Busquei organizar e sintetizar os principais aspectos desta crise que eu observei. Nós precisamos sempre nos atentar ao que a propaganda midiática tenta nos passar. Seja o fogo na Amazônia, seja o tal do aquecimento global, seja o cientificismo tecnocrata, seja o covid-19 ou seja lá o que for.


Essas pessoas e organizações que descrevi ao longo do artigo não estão do lado do povo. Elas têm interesses muito maiores que só beneficiarão a elas mesmas. Elas não querem o bem comum de toda a sociedade.


---- ---- ---- ---- ----


Acesse: leaocatolico.blogspot.com

Telegram @LeaoCatolico