• Donald Duck

Criança, no sentido legal do termo

Atualizado: há 6 dias


Temos visto, ao longo da última semana, alguns acontecimentos polêmicos no Brasil. Por mais que, à primeira vista, pareçam isolados, tais acontecimentos possuem algo em comum, e este algo pode ser a chave para entender a virada política sofrida pelo Brasil desde o início do pandemônio causado pelo vírus chinês.


Tem sido observada uma malhação generalizada do assessor da presidência da república, Filipe Martins, por uma suposta apologia ao Nazismo, o que já foi rechaçado por todos... Menos pelo Presidente Bolsonaro.


Mais uma vítima da execração pública, Ernesto Araújo, atual Chanceler do Brasil (por enquanto), tem sido massacrado por todo o Congresso Nacional e a grande mídia, por supostos entraves à contratação de vacinas contra a peste chinesa – mera desculpa - e pelos embates que teve com entidades comuno-globalistas desde que assumiu como Ministro das Relações Exteriores. Mais recentemente, expôs o lobby do Senado Federal com a ditadura chinesa para contratação do 5G da Estatal Chinesa HUAWEII, já prevendo o desfecho de toda a represália. Ernesto foi bravamente defendido por todos... Menos pelo Presidente Bolsonaro.


Last, but not least, é de conhecimento geral que o cidadão comum, trabalhador dito “não essencial” pelas autoridades, tem sido vítima das arbitrariedades de prefeitos e governadores, com amplo apoio de uma polícia terrivelmente resignada. Todos têm cobrado uma reação contra tais desmandos... Mas o Presidente Bolsonaro, único que, supostamente, teria meios para conter a situação, prefere dar declarações brandas e genéricas contra os “abusos”, em atitudes que parecem acenar para a disputa à presidência em 2022, nada mais.


O apoiador do Governo Federal tem tido a capacidade de se revoltar contra todos estes atos, manifestamente autoritários e, de fato, errados. Entretanto, quando há necessidade de enxergar um nexo de causalidade entre os abusos e destruição de reputações contra seus maiores aliados e a inércia do chefe do Executivo, o apoiador se recusa a enxergar que aquele que deveria ser o maior defensor de nossas liberdades individuais e o protetor de ministros e assessores nomeados por sua confiança tem, por sanção tácita, permitido que tudo isso aconteça. E tudo isso sem esboçar nenhum tipo de reação.


Não adianta culpar apenas STF, Ministério Público, Governadores, Prefeitos e tutti quanti. O Presidente precisa se posicionar firmemente e não ceder para a destruição do projeto conservador que o elegeu. Caso isso não aconteça, deve, sim, ser cobrado pela sua inércia, para que não venha a repetir os mesmos erros no futuro.


Ocorre que tudo o que tem acontecido no Brasil parece, aos olhos dos apaixonados, independer de um posicionamento do presidente. Não há nada que ele possa fazer. Nunca. Ou estamos diante de um fantoche, ou tem algo de muito errado nesta linha de raciocínio.


É o Partido Comunista Chinês que manda no Brasil, todos bradam, mas, impressionantemente, não é nunca por culpa do Chefe do Executivo, nem mesmo concorrente, que se deixou chegar ao estado de coisas no qual nos encontramos.


Com tal situação, dá-se realmente a entender que o Presidente passou de experiente Deputado Federal com mais de 28 anos de Congresso Nacional e “deve ter um plano” a uma criança, menor de 12 anos - sentido legal do termo -, que não pode ser responsabilizada por sua conduta omissa e até mesmo condescendente, porque tudo o que ocorre ao seu redor não é de sua responsabilidade, mas daqueles aos quais foi confiada sua tutela, quais sejam, os Generais do Exército, Ministros de cada pasta e os demais poderes.

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