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Damares responde à Shock Wave News


via google

A Ministra Damares Alves, filiada do Progressistas e titular do Ministério dos Direitos Humanos, por ela chamado de Ministério da Mulher, postou nota apenas em seu Facebook pessoal para responder à matéria investigativa feita pela Shock Wave News a respeito do trabalho de seu Ministério em torno da Resolução CFM 2265.


Sem argumentos, provas ou elementos, a Ministra do Progressistas resolveu usar a arma que vem usando desde sempre: a mentira.

A resposta foi postada aqui: https://www.facebook.com/151711858369838/posts/1465898623617815/


Como a Ministra e a sua pasta tem mania de apagar e alterar postagens, fizemos os prints, por segurança, para comprovar as mentiras que estão sendo veiculadas pela Ministra, a fim de escamotear a verdade em relação à aceleração dessa agenda LGBTI+ em seu Ministério.


Para se defender, a Ministra afirmou: "para confundir nossa base de apoio, agora estão inventando que eu criei a Resolução 2265 para impor cirurgia de mudança de sexo em crianças e adolescentes".


O único veículo que tratou do tema da Resolução CFM 2265 foi a Shock Wave News. Nenhum outro veículo tratou desse tema nos dois últimos dias.


Logo, a Ministra, apesar de tentar usar linguagem indireta (artifício usado por socialistas em debates em que são acuados), não pode estar se referindo a ninguém que não seja a Shock Wave News. E é falso que a Shock Wave News imputou a autoria da resolução ao Ministério. Basta ler a matéria e ver a live no programa Tá em Shokkk? que o leitor notará que a história dessa resolução foi contada de maneira completa.


Em momento algum afirmamos que o Ministério foi autor da resolução.


Mas demonstramos de forma cabal que o Ministério está acelerando a agenda da resolução em relação a maiores de 16 anos (em relação a isso não temos mais dúvidas) e fazendo tabula rasa do mesmo documento em face do tratamento hormonal para menores de 16 anos, bem como vistas grossas para o tratamento psicológico para qualquer idade.


Nenhuma de nossas dúvidas foi sanada pela militante do Progressistas. Pelo contrário, ao mentir, ela desvia a atenção do eleitorado para um fato inverídico.


Em abordagem mais técnica, o MDH também apresentou nota nestes termos:


O Ministério se diz contra a resolução e afirma ter expedido "Nota Técnica" em 19 de julho de 2020 em sentido contrário à Resolução. O documento citado pelo Ministério seria esse: Nota Técnica n.º 89/2020/DEPFDCA/SNDCA/MMFDH.


Fizemos uma busca e não achamos esse documento. O Ministério NUNCA tornou disponível seu inteiro teor e jamais deu publicidade a esse fundamental posicionamento contrário à Resolução, que é sim do interesse de todo o eleitorado do PR Jair Bolsonaro.

Mais uma vez o Ministério mostra que está omitindo dados da imprensa, dos eleitores e de toda população.


O Ministério alega que "ainda que publicada e válida, a Resolução não possui o condão de sobrepor a norma civil, tampouco, a norma constitucional, de modo que está legalmente vedada a sua aplicabilidade para casos de crianças e adolescentes".


Isso também não é verdade.


Se isso fosse verdade, a Deputada Federal Chris Tonietto não teria entrado com o PDL 19/2020 para sustar os efeitos dessa norma.


Sua ilegalidade não é automática. Depende ação política (e jurídica) que não foi tomada pelo Ministério.


Nenhuma ação foi tomada pelo Ministério quando a norma saiu em setembro de 2019 e nem tampouco após a sua publicação, tida em janeiro de 2020.


O Ministério precisou ser provocado pela Procuradoria Geral de Goiás para se manifestar. Essa relação do Ministério com Procuradorias estaduais para tratar de temas do interesse da comunidade LGBTI+ tem sido foco também de nossa cobertura jornalística. Confira a matéria AQUI.


E em relação ao MPF de Goiás, sabemos que no dia 20 de janeiro, o Procurador Ailton Benedito questionou o Conselho Federal de Medicina por meio deste ofício: http://www.mpf.mp.br/go/sala-de-imprensa/docs/not2443%20-%20OFICIO.PDF


Note que o Ministério, portanto, demorou 6 meses e só se manifestou quando foi convocado a fazê-lo.


E vejam que curioso: a Shock Wave News tem mais poder sobre o MDH do que o Ministério Público pois mesmo este tendo instado o MDH a se manifestar, a turma de Damares só se mexeu quando a Shock Wave News cobrou posicionamento dessa turma de infiltrados.


Adicionalmente, ainda é Fato que a única providência tomada pelo MDH diante da provocação feita pelo MPF, foi a de fazer as reuniões de portas fechadas entre Reidel e Leolina e formular uma tal de "Nota Técnica" às escondidas.


Não foram respondidos nossos questionamentos, item, em relação ao teor dessas reuniões e a razão pela qual o SINASE (que trata de menores infratores, crianças e adolescentes) foi trazido à baila de reunião a respeito do tema da mudança de sexo entre menores.


O documento em que o MDH diz ter se posicionado contra a medida não está disponível, em afronta à Lei de Transparência. Além disso, misturar SINASE com essa Resolução, que autoriza que sejam feitas experiências hormonais com crianças (vide a matéria publicada pela Shock Wave News na última 5a feira), levanta dúvida que o MDH não respondeu: que raios uma reunião sobre a Resolução CFM 2265 precisa tratar, item, de SINASE?


As principais e mais graves dúvidas permanecem e a nota de Damares, forrada de inverdades em técnica típica de militante socialista (se "vitimizar" quando é confrontada ou questionada sobre seus erros e a forma como escamoteia informações do público) só traz mais dúvidas para este imbróglio.


É importantíssimo acrescentar que a ação do MDH não é apenas omissa, mas beira ao "dolo político eventual". Esses tratamentos hormonais em crianças já estão ocorrendo e o Ministério não está fazendo nada para impedir, nem mesmo dando um auxílio básico para fazer passar o PDL 19/2020 de autoria da Deputada Federal Chris Tonietto, do PSL.

Tanto é verdade que essas coisas ocorrem, que no próprio site da Câmara há o anúncio de chamada para o evento "XVII Seminário LGBTQIA+", que vai ocorrer em 08 e 09 de dezembro e contará com a presença de Jean Wyllys, trará também o caso de "Maria Joaquina", uma criança do sexo masculino de 11 anos que está fazendo tratamento hormonal de mudança de sexo a fim de poder competir em eventos esportivos de patinação na categoria feminina.

Via Agencia Câmara de Notícias

Em matéria publicada na Revista Veja em Abril de 2019, um dos pais da criança (é filha adotiva de um casal gay) afirmou categoricamente: "A tese envolvendo os níveis de testosterona de Maria Joaquina é imediatamente derrubada pelo pai da menina, que esclarece que ela ainda nem entrou na puberdade, portanto, seus níveis de testosterona são como o de qualquer criança, seja menino ou menina. 'Maria Joaquina ainda é uma criança. Ela é acompanhada frequentemente por um endocrinologista, que faz as medições das taxas hormonais. Maria Joaquina tem 0,5 nmol/l de testosterona no sangue, enquanto a irmã mais nova dela, Talia, tem 0,7 nmol/l', afirma Cavalvanti. Além do acompanhamento com endocrinologista, Maria Joaquina é paciente há dois anos do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (AMTIGOS), no Hospital das Clínicas de São Paulo.

Gustavo e Cleber com Maria Joaquina e os outros 2 filhos adotivos -via Instagram

O ambulatório, coordenado pelo psiquiatra Alexandre Saadeh, é o primeiro e único no país a atender crianças e adolescentes com questões de gênero. Lá, a menina é monitorada a cada 45 dias. 'O bloqueio hormonal da produção de testosterona só acontecerá quando ela entrar na puberdade. Por enquanto, a orientação que recebemos é apenas de acolher e cuidar', explica Carvalho."


Inclusive o Hospital das Clínicas de SP já tem uma área voltada para implementar a resolução que o MDH se limita a dizer fleumaticamente que é "ilegal". Trata-se do "Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (AMTIGOS) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo" que "acompanha crianças, adolescentes e adultos (no momento não recebe novos pacientes adultos) que apresentem incongruência de gênero ou não conformidade de gênero" (grifamos) - note que o Ambulatório não recebe mais "novos" pacientes adultos, o que nos permite concluir que tem focado em novos pacientes crianças e adolescentes. Vide aqui: http://ipqhc.org.br/saude/ambulatorios-e-servicos/ambulatorios/


Atente-se que o MDH não fez qualquer esforço para participar desse evento, ainda que às escondidas venha dizer que se manifesta contra as coisas que serão ditas lá, por meio de "Notas Técnicas" que ninguém leu e só viemos a saber porque a Shock Wave News fez a correta pressão política.


Vejam a programação do Seminário aqui: https://www.camara.leg.br/eventos-divulgacao/evento?id=81371


Nem o MDH e nem os deputados da base fizeram o mínimo esforço para integrar esse debate e ocupar espaços.


A Shock Wave News, diante das notas do MDH e da postagem da Ministra Damares Alves, do Progressistas, vem publicamente alertar os seus leitores e ouvintes que o governo Bolsonaro está sim avançando a agenda da ideologia de gênero sem qualquer filtro, inclusive para crianças.


Duranta a Campanha o Presidente Jair Bolsonaro denunciou que em 2012, teria ocorrido um Seminário LGBT voltado para ações junto ao público infantil. Foi o IX Seminário LGBT, que de fato ocorreu.


O PR Jair Bolsonaro foi duramente atacado por isso.


Agora que esse mesmo seminário já está em sua XVII edição e, in casu, contará com a presença de uma criança que vai falar de um caso cujas políticas estão sendo aceleradas pela sua Ministra Damares Alves, filiada ao Progressistas, os "atacados" somos nós.


Ironias dos destinos políticos.













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