• Bruna Lima

David Miranda cria projeto de lei que destina o uso de sanitários por "identificação de gênero"

O projeto permite que, caso um homem identifique-se como mulher, ele poderá usar o banheiro feminino em meio as nascidas mulheres


Imagem: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados



A ideologia de gênero segue a todo vapor nos três poderes. Dessa vez, o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) criou o Projeto de Lei 5008/20 que proíbe a separação dos banheiros por sexo e permite a utilização dos mesmos a partir do gênero com o qual a pessoa se identifica.


Em suma, o uso dos banheiros não mais seriam separados pelos sexos feminino e masculino e, caso qualquer pessoa se identifique como mulher, poderá usar o banheiro feminino. Curioso é que são pouquíssimos (para não dizer zero) os casos de situação inversa que vêm à público: mulheres biológicas identificando-se como homens e brigando pelo direito de usar banheiros masculinos.


A definição sobre o PL dada pelo portal da Câmara dos Deputados diz que o objetivo é "proibir expressamente a discriminação baseada na orientação sexual ou identidade de gênero em banheiros, vestiários e assemelhados, nos espaços públicos, estabelecimentos comerciais e demais ambientes de trabalho".


Já em 2015, o Supremo Tribunal Federal chegou a discutir se transexuais poderiam usar o banheiro público designado para o gênero com o qual se identificam e a ação chegou a receber votos favoráveis dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Luís Fux e desde então continua parado.


No Executivo, também há polêmica envolvendo o ativismo LGBT. A ministra Damares Alves foi questionada nas redes sociais sobre a permanência do ativista transexual Marina/Mario Reidel no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos como diretor de promoção de direitos LGBT.


Além de defender valores contrários aos do governo declaradamente conservador, Marina/Mario já zombou do governo nas redes sociais ao compartilhar publicação no Instagram na qual os apoiadores de Bolsonaro são chamados de "gado" e o presidente, de "Bozo". Veja:


No trabalho acadêmico de sua autoria intitulado "Pedagogia do Salto Alto" — que dentre outras coisas defende a mudança na metodologia de ensino de crianças à partir dos 4 anos pelo viés da ideologia de gênero — Marina/Mario também aborda a questão dos sanitários, cuja a separação por sexo, em sua opinião, é feita pela "sociedade heteronormativa".


Abaixo, um trecho deste trabalho, no qual o transexual acredita que a sexualidade dos professores deve ser assunto nas salas de aula:



O presidente Bolsonaro já se pronunciou várias vezes contra o ensino da ideologia de gênero nas escolas. Veja um exemplo abaixo:


Fonte: Agência Câmara de Notícias

Adicionar um título (1).png

© 2020 by  ShockWave Radio.

Faça parte de nossa Newsletter e receba as últimas notícias do Brasil e do Mundo