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De Mito à Mico


Por Maurício


"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas…"

- Sun Tzu.


Era impossível não acreditar em Jair Messias Bolsonaro, pois sua trajetória endossava seu discurso, longe de ser perfeito, pois o único ser humano perfeito foi e é o nosso Senhor Jesus Cristo. Jair, sexagenário, pai de 5 filhos, capitão reformado do Exército Brasileiro, 30 anos atuando na política partidária, sendo 28 anos em Brasília como deputado federal no meio da corja pútrida sem nunca ter seu nome envolvido sequer em um único caso de corrupção, desafeto declarado de grande parte da ala política devota do estatismo e defensora até mesmo de estupradores. Ele, defensor de um estado reduzido e de punições severas para criminosos, até mesmo da pena de morte no caso de crimes hediondos. Suas frases como, "Dá que eu te dou outra", "Direitos humanos é o esterco da vagabundagem" e "A melhor coisa do Maranhão é o presídio de Pedrinhas, é só não roubar, é só não matar, é só não estuprar que você não vai para lá porra", ao mesmo tempo que conquistavam mais apoiadores também explicitavam o perigo que ele poderia ser para o sistema, caso alcançasse o posto de Presidente da República.


Subestimado por seus oponentes políticos, como o ex-presidiário molusco, que em entrevista chegou a dizer em tom de deboche que sequer acreditava na possibilidade de Jair chegar a um segundo turno.


Atacado impetuosamente pelos militantes esquerdopatas propagandistas das classes artística e jornalística, pois dentre suas propostas de campanha duas eram diretamente direcionadas para essas classes, acabar com as mamatas da lei Rouanet e das verbas publicitárias destinadas à mídia mainstream. Mediante isso, acusações como de ter envolvimento no assassinato da vereadora Marielle davam a tônica da campanha contra ele; a tentativa de assassinato contra Jair estava direcionada para a reputação, pelo menos naquele momento.


E não parou por aí, até a militância comuno-globalista internacional entrou em ação, como foi o caso do ex-Pink Floyd Roger Waters que durante um show aqui no Brasil em outubro de 2018 entoou: "Ele não. Ele não", Roger foi vaiado e ouviu de volta da plateia: "Mito. Mito". Sim, tudo estava contra, exceto um pequeno detalhe, o apoio da grande maioria do povo brasileiro.


Aproveitando a circusntacialidade favorável do momento que ainda permitia a liberdade de expressão no ano de 2018, coisa que hoje janeiro de 2021 não existe mais; Jair, ajudado principalmente por seu filho Carlos fez praticamente toda sua campanha eleitoral nas redes sociais, com o slogan "Brasil acima de tudo. Deus acima de todos" e com um Plano de Governo conservador denominado "O Caminho da Prosperidade", contendo pautas como essa:

"Reformular o Estatuto do Desarmamento para garantir o direito do cidadão à LEGÍTIMA DEFESA sua, de seus familiares, de sua propriedade e a de terceiros”.


Promessas de campanha em comícios lotados Brasil a fora como acabar com o comunismo, abrir a caixa preta do BNDES e fazer Lula apodrecer na cadeia, soavam nos ouvidos de seus apoiadores como o antídoto perfeito para o sistema apodrecido. Jair foi ganhando casca, casca grossa, foi encorpando, portanto se tornava de fato um risco eminente para os donos do poder; não era mais aquele mero parlamentar que chegou a discursar com o plenário vazio e que até cusparada na cara tomou do então deputado piçolista Jean Willis.


Diante do cenário ameaçador onde parecia inevitável Jair não figurar no segundo turno, tornou-se necessário eliminá-lo de fato antes que fosse tarde demais. Então, assim como foi feito com John F. Kennedy em 1963 foi feito também com Jair Messias Bolsonaro, porém "a brasileira", de uma forma cangaceira digamos assim, e para sorte o desfecho foi o mesmo de Ronald Reagan em 1981, que quando baleado sobreviveu assim como Jair.


Não, a história não se repetiu, o processo que foi aplicado novamente.


O tiro saiu pela culatra, ou melhor, a facada, fazendo Jair se tornar mais forte do que antes da tentativa de assassinato. Pois bem, o Mito estava mais vivo e forte do que nunca, fazendo somente o tempo e a formalidade estatal institucionalizada seus únicos empecilhos para assumir a Presidência da República.


Seus eleitores em grande maioria assim como esse que vos fala enxergaram em Jair um verdadeiro líder, altamente combativo, resiliente, calejado, forjado na dor, pronto e consciente do tamanho do desafio, uma espécie de Alexandre Magno com a benção do nosso Senhor Jesus Cristo, o antídoto perfeito para destruir um dos tantos tentáculos das trevas existentes no mundo, este localizado especificamente na Praça dos Três Poderes na capital soviética de Brasília.


Ainda se recuperando da facada Jair assistiu o povo terminar de fazer sua campanha eleitoral, chegando até ao ponto de criar desavenças com familiares e amigos em prol de um Brasil melhor.


O primeiro obstáculo era superado e Jair foi para o segundo turno contra o Caggad, poste do molusco.


Percebendo a eminente derrota os esquerdopatas não perderam tempo e partiram para o ataque com a narrativa de que a campanha de Bolsonaro estava sendo impulsionada por "disparos em massa" disseminando "Fake News" por meio do aplicativo WhatsApp; prática contrária as leis eleitorais. A "semente" era plantada e renderia muitos "frutos" já no inicio de 2019.


Conforme esperado o triunfo se confirmou, Jair Messias Bolsonaro foi eleito o 38º Presidente do Brasil com 55,13% dos votos válidos, de quebra ainda ajudou a eleger 52 deputados federais e 4 senadores, todos do seu partido PSL, até então considerado um partido político sem expressão; muitos políticos de outros partidos oportunamente pegaram carona na popularidade do Mito e também foram eleitos, como é o caso do governador João Agripino do estado de São Paulo. O Mito estava consolidado.


O próximo passo foi montar o Dream Team de ministros, tendo como destaque o juiz desarmamentista Sérgio Moro, algoz da corrupção.


Logo na cerimônia de diplomação o Mito foi pautado pela ministra e presidente do Supremo Tribunal Federal naquele momento Rosa Weber, que fez um discurso ativista totalmente alinhado com a militância do "Ele Não". Enfim, o cartão de visitas era dado em mãos oficialmente ao Mito pelo establishment; mas para o homem que ficou cara a cara com a morte na tentativa de assassinato isso era merda, literalmente.


Chega 2019 e a cerimônia de posse do novo Presidente acontece no primeiro dia do ano. O Mito reiterou em seu discurso que cumpriria suas promessas de campanha.


Começa oficialmente o governo Bolsonaro e com ele muitas expectativas, tanto da esquerda quanto da direita; a canhota esperando o ditador supremacista branco perseguidor dos fracos e oprimidos começar seu banho de sangue, já seus eleitores esperando que as promessas de campanha fossem cumpridas. Spoiler, ambos serão desapontados, porém os canhotos sairão satisfeitos, INFELIZMENTE.


O Mito inicia seu mandato e não ouve o precioso e sábio conselho do Professor Olavo de Carvalho de "desarmar os inimigos" pelo menos os principais já na primeira semana de governo; certamente Jair não imaginou no que isso resultaria. Aristóteles dizia: "Um pequeno erro no início torna-se grande no fim", imagina então um grande erro no início.


Jair opta em deixar os inimigos "pra depois". Esperançoso por ter apoiado os dois novos presidentes das Casas legislativas Alcolumbre e Maia (ambos do DEM), Bolsonaro viu um cenário favorável para seu Governo conseguir a aprovação das suas pautas no Congresso. O foco passou ser a economia e foi realmente daí que veio o principal feito político no primeiro ano com a aprovação da Reforma da Previdência, tida pelo ministro da Economia Paulo Guedes como fundamental para o plano econômico.


E não é que o Professor Olavo estava certo. A "semente" plantada pelos petistas em meio ao segundo turno das eleições começava a dar seus primeiros "frutos". Com apenas 73 dias de Governo, no dia 14 de março de 2019 o "Amigo do amigo do pai do Marcelo Odebrecht que é amigo do Serra também" deu um "olá" abrindo o famoso inquérito da "Fake News", deixando o Imoraes como relator do caso. Esse inquérito viraria CPMI no mês de julho, tendo como presidente o senador Ângelo Coronel (PSD-BA).


Ainda no primeiro semestre Jair tentou cumprir uma de suas maiores promessas de campanha, garantir o direito dos cidadãos de bem à posse e porte de armas de fogo. Mas esse direito esbarra na corrente ideológica esquerdopata que é totalmente contrária aos cidadãos de bem terem o direito natural à legítima defesa. Mas eles só seguem os ensinamentos de seus heróis, Stalin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Pol Pot, Fidel Castro, Hugo Chávez, Lula, Kim Jong Il, entre outros; estes sim são verdadeiros ditadores genocidas, que desarmaram a população de seus respectivos países afim de se perpetuarem no poder. O Mito tentou, fez decreto e tudo mas não conseguiu, esbarrou no sacrossanto "estado democrático de direito", portanto nada feito. Ele acaba acatando e assim como tinha feito no primeiro mês de seu governo ao melhor estilo "brasileiro do século 20", quando optou para deixar seus inimigos "pra depois", por que não deixar essa questão também "pra depois", não é mesmo?


Sem surpresa alguma a mi-mi-mídia propagandista esquerdopata continuou não dando trégua, operando em forma de Cartel mais explicitamente do que nunca, intensificou ainda mais os ataques ao pseudo-ditador-fascista-nazista-homofóbico-racista-miliciano e blá blá blá..., que segundo o inquérito da "Fake News" teria até um "Gabinete do Ódio". Utilizando-se da técnica antiga porém eficiente, "Conte uma mentira mil vezes e ela se tornará verdade", de Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães; essa técnica de certa forma passa a dar certo, com acusações e mais acusações ao longo do ano de 2019 e com a adição de novos players, o time do "Ele Não" passou a contar também com ex-apoiadores do Presidente devido ao racha do PSL, fazendo a deputada Joice Halsselmann ir de líder do Governo Bolsonaro no Congresso a opositora ferrenha de Jair e de seus filhos, fazendo a história do "Gabinete do Ódio" ganhar destaque na CPMI da "Fake News".


O enquadramento começava a funcionar, e esquerdista é especialista nisso, utilizando-se da técnica de Goebbels com o aditivo leninista do "Acuse-os do que você faz. Chame-os do que você é", a força da esquerda começava a surtir efeito, e esquerda não é só PT e Piçol como Bolsonaro, deputags e milicos pensam até os dias hoje (janeiro de 2021). A partir daí, jornalistas e mídias independentes apoiadores do governo Bolsonaro passaram a ser perseguidos ainda mais com acusações de integrarem o tal "Gabinete do Ódio" e de receberem repasses financeiros do Governo Federal.


No meio desse "bololô" em pleno governo Bolsonaro, ironicamente Zé Dirceu e Lula foram soltos no mesmo dia (08/11/2019), um dia após o STF barrar a prisão de condenados em segunda instância; o neoconstitucionalismo e o ativismo judicial do STF que haviam dado um "olá" em março com a abertura do inquérito da "Fake News", davam agora um "BOM DIA" ao melhor estilo general Mourão, como jamais fora visto no Brasil, fazendo com que os 11 togados se tornassem mais conhecidos do que os 11 jogadores titulares da seleção brasileira de futebol.


Mas isso também parecia possível de resolver, pois estava no script, inclusive o filho do Mito, Eduardo, já tinha alertado ainda mesmo antes do segundo turno para a possibilidade de acontecer esse tipo de situação, inclusive chegou sugerir uma solução aparentemente até simples para conter a turma da toga; um soldado e um cabo, sem a necessidade sequer de um jipe.


Jair começava a dar sinais de inércia, paulatinamente foi demonstrando falta de vontade de lutar, luta essa que ele propôs de livre e espontânea vontade, contando com o apoio da maioria dos brasileiros que fizeram sua parte, e como fizeram, confrontando até mesmo familiares e amigos, e indo as urnas digitar "17 CONFIRMA". Visivelmente acuado, Jair passou a ser poroso a mudar sua forma de ser, e se fazer de ovelha perante lobos, só tem um final possível, o devoramento.


Para manter-se popular por que não começar a asfaltar até mato, como bem disse outro dia o Professor Evandro Pontes; aproveitando a boa produtividade do ministro da Infraestrutura Tarcísio, o Mito embarca nessa e entra em ação a versão "pavimentador" do Mito.


Entre a entrega de uma obra e outra, Jair continuou respondendo aos ataques e acusações da mi-mi-mídia mainstream do jeito errado, pois ao invés de fazer ações judiciais contra as pessoas das respectivas empresas, como o Professor Olavo também o orientou, ele continuou batendo boca contra as empresas. Observação, isso continua até hoje.


Jair não é nada inocente, pelo contrário, é um homem sexagenário, com experiência já citada no início do texto, com o filho Eduardo na Câmara, com o outro filho Flávio no Senado, ciente de como funcionava o jogo podre da política nacional, consciente de que não seria possível implementar seu plano de governo nos padrões estabelecidos no utópico sacrossanto "estado democrático de direito", inclusive ainda em campanha ele mesmo cansou de dizer isso em comícios, debates e entrevistas, como por exemplo a entrevista que ele concedeu para sua "chegada" Antônia Fontenelle, onde vale lembrar que o vídeo desta entrevista continua até o presente momento em seu canal oficial no YouTube; no vídeo ele diz que daria para mudar o Brasil: "Não tem que ficar com mi-mi-mi não, cheio de dedo, educadinho… ah vamos buscar aí o centro, a governabilidade… nem para direita nem para esquerda. Vamos mudar esse Brasil, não dá para ficar nessa vaselina que tá aí não, dá para mudar pô. Mudar esse país pô".


Entra 2020 e nada muda em relação ao ano anterior, Bolsonaro continua com a mesma postura defensiva de ficar respondendo sobre aquilo que ele não fez e sobre o que ele não é. A tática da esquerda continuava funcionando e ainda continua (janeiro de 2021).


É o ano das eleições dos EUA, também é o ano do vírus chinês, e é aí que o bicho pegou.


Coincidentemente no mesmo ano, eleições dos EUA e vírus chinês escreveriam um capítulo que mudaria toda aquela expectativa conservadora que iniciou-se em 2016 com a vitória de Donald Trump sobre a pupila de Saul Alinsky, Hillary Clinton, e se consolidou por aqui com a vitória de Jair Messias Bolsonaro sobre o poste do molusco em 2018.


Tanto Trump como Bolsonaro cometeram um erro crasso ao iniciarem seus respectivos mandatos, o de não combaterem seus inimigos, mas na verdade ambos não tinham idéia da dimensão da maldade e da capacidade de transmutação desses inimigos. Vale lembrar que Bolsonaro foi alertado pelo Professor Olavo de Carvalho.


Pelo que me consta, pelo menos lá nos EUA as Forças Armadas (U.S. Army) não são parceiras e muito menos cursistas-estagiárias do Partido Comunista da China como são aqui. Nesses dois anos de governo o que Jair, o Mito, fez para mudar essa parceria do Exército Brasileiro com esse regime comunista totalitário expansionista? Nada.


Chega fevereiro de 2020 e o carnaval rolou solto aqui pelo Brasil, mesmo com casos do vírus chinês identificados e confirmados na China e Europa. O governador de São Paulo João Agripino ignorou os fatos e em pronunciamento oficial chegou a declarar que os paulistas não tinham com o que se preocupar, garantindo a folia de adoração à Baal no estado.


Curiosamente o primeiro caso de contaminação pelo vírus chinês foi na cidade de São Paulo, sendo confirmado oficialmente pelo Ministério da Saúde exatamente um dia após o término do carnaval, no dia 26 de fevereiro, quarta feira de cinzas; daí para frente o show de horrores começava, obviamente com transmissão ao vivo 24h por dia pela militância propagandista comuno-globalista da mi-mi-mídia mainstream, que semanas depois ainda contaria com mais uma emissora televisiva de peso internacional para compor a patota na jornada fraudemica.


Entra em cena a soberana e magnânima OMS, determinando que os países fizessem isolamento social e/ou quarentena para conter a disseminação do vírus chinês. O Mito não gostou, mas naquela altura do campeonato ele gostar ou não gostar, o papagaio falar ou não falar e o gato enterrar ou não enterrar não fazia diferença alguma.


Entra em cena novamente a turma da toga, aquela turma que segundo o filho do Mito, Eduardo, seria simples de conter caso se animassem demais, pois seria necessário somente um soldado e um cabo para contê-los; sem jipe, vale lembrar.


De forma unânime os 11 decidiram que os estados e municípios teriam autonomia para decidir o que bem entendessem ser necessário para combater o vírus chinês com a conta sendo paga pelo governo federal, obviamente. Que oportunidade o Mito teve para usar sua prerrogativa constitucional do art. 84 inciso IX; mas infelizmente ele desconhece o inimigo.


Antes disso, sim, antes mesmo da soberana e magnânima OMS dar o "alerta", no dia 07/02/2020 foi publicada no Diário da União a Lei nº 13.979, a Lei Moro-Mutreta; e não é que a soberana e magnânima OMS ganhou autoridade em Lei. Viva a ONU, viva o Globalismo! Vale lembrar que o Presidente Jair Messias Bolsonaro assinou essa merda, e o AGU naquele momento era o MendonSonso, aquele que acha que a história do Brasil é a mesma que a da França; ele também é admirador confesso do "Amigo do amigo do pai do Marcelo Odebrecht que é amigo do Serra também", hoje ele é ministro da Justiça e Segurança Pública. Meu Deus!


Com a crise sanitária instaurada, o ministro da Saúde Luís Henrique Mandetta passa a protagonizar entrevistas coletivas periódicas alimentando a mi-mi-mídia mainstream, que em março ganhou um reforço internacional na versão Brasil, a comuno-globalista CNN. Jair além de não fazer nada para fortalecer as mídias independentes no ano de 2019 inteiro, acreditou que a CNN faria diferente da Globo, pois para ele a Globo é a única emissora de TV contra o Governo, parece piada, mas não é. O Mito realmente desconhece o inimigo.


Mandetta era adepto do "fique em casa" e contrário ao tratamento precoce com Hidroxicloroquina para combater o vírus chinês. A Hidroxicloroquina é um fármaco criado em 1946, utilizado inclusive de forma contínua por idosos em determinadas patologias aqui no Brasil e tida como excelente opção para combater o vírus chinês por muitos médicos, como a Dr. Nize Yamaguchi, Dr. Alessandro Loiola e Dr. Anthony Wong, este último falecido dias atrás (não foi pelo vírus chinês), que chegou a ser retirado do ar em entrevista ao vivo na CNN por ter opinião diferente do que a emissora gostaria que ele tivesse.


Bolsonaro favorável ao tratamento precoce com Hidroxicloroquina e contrário as medidas de confinamento, passou a falar cada vez mais de suas convicções. Sem abrir a boca Jair já era massacrado, imagina falando em remédio que o seu ministro da Saúde era contra e falando dos riscos em vários aspectos das pessoas ficarem trancadas dentro de suas casas, pois foi essa a recomendação da OMS. A queda de braço entre eles se tornou pública e obviamente foi fomentada pela mi-mi-mídia mainstream que ficou do lado do ministro, pois o mesmo possuía as características que atendiam os requisitos necessários para integrar a patota comuno-globalista. Mas o status de popstar foi insuficiente para sua permanência no cargo, e o ortopedista acabou demitido, sendo substituído pelo oncologista e empresário Nelson Teich, assim como seu antecessor também favorável ao "fique em casa" e afins, e contra protocolos de tratamento precoce com Hidroxicloroquina para combater o vírus chinês. Teich acabou ficando pouco e pediu para sair, dando lugar ao general que é pautado pela filha adolescente comunista. Este permanece no cargo até o momento.


Passado o episódio Mandetta, o próximo veio a ser o episódio Moro.


Com o aval do STF, governadores e prefeitos se revelaram verdadeiros tiranos usando o poder de polícia contra a população, os shows de horrores se espalharam por todo o Brasil fazendo com que até mesmo mulher sentada em banco de praça fosse detida e arrastada pelo chão por não cumprir lockdown-isolamento-quarentena. Devido a situações desse tipo o até então "super-ministro" desarmamentista Sérgio Moro, tardiamente passou a ser cobrado por Jair, inclusive durante a "famosa" reunião ministerial, onde ele chegou a se retirar antes mesmo do término.


Ah essa reunião!


Ao melhor estilo "Fábio" (Tropa de Elite) o ministro da Justiça desarmamentista pediu para sair e convocou uma coletiva de imprensa para explicar os motivos de sua decisão. Alegando que Bolsonaro estava tentando interferir no comando da Polícia Federal para benefício próprio e de sua família, o ministro desarmamentista disse que não aceitou tal pressão e preferiu sair, pois tinha uma biografia a zelar.


Com isso Bolsonaro faz duas mudanças em seu Governo, para o lugar do Biografado é nomeado o até então AGU MendonSonso, assim como seu antecessor também desarmamentista. Para o lugar do AGU entra o até então procurador-geral da Fazenda Nacional Levi, esse um fiel escudeiro do establishment, pois está lá desde o governo FHC (ano 2000), inclusive foi secretário executivo do Imoraes quando este era ministro da Justiça. Como não poderia deixar de ser o establishment elogiou muito as duas escolhas do Presidente Bolsonaro.


No dia seguinte (29/04), Bolsonaro nomeia Alexandre Ramagem para ser diretor-Geral da PF, mas horas depois entrou novamente em cena a turma da toga, porém desta vez nem precisou da turma toda, o Imoraes, ex-patrão do Levi, decidiu sozinho e falou: "Não pode não". Se o filho do Mito, Eduardo, disse que para conter a turma toda em caso de animação excessiva era necessário somente um soldado e um cabo sem a necessidade sequer de um jipe, o que seria necessário então para conter somente 1 de 11, talvez um GCM de bicicleta? Acho que não, estou desconfiando que o Eduardo se equivocou.


Bolsonaro aceitou a determinação do togado e revogou a nomeação. Palmas para MendonSonso e Levi. Viva a harmonia entre os Poderes, viva a governabilidade, viva a low energy, viva a soja!


Retornando ao episódio do Biografado, as acusações da suposta tentativa de interferência na PF por parte do Presidente Bolsonaro foram parar no STF, e em seu depoimento o ex-juiz/ex-herói/ex-ministro desarmamentista pediu a divulgação do vídeo da famosa reunião ministerial, pois segundo ele comprovaria suas alegações de tentativa de interferência por parte do Presidente Bolsonaro na PF. O togado e hoje aposentado Celso de Merda atendeu a solicitação determinando a quebra do sigilo do vídeo que se tornou público, sendo transmitido na íntegra em toda a mídia.


Mas o tiro saiu pela culatra, além de não mostrar tentativa alguma de interferência na PF, o vídeo mostrou um Jair Bolsonaro realmente Mito, puto com os governadores tiranetes, querendo inclusive seu povo armado para poder combater qualquer possibilidade de ditadura por parte de quem quer que fosse.


Além de fortalecer o Presidente Bolsonaro, o vídeo revelou a situação política por trás da cortina, onde vimos o vice Mourão visivelmente incomodado com a postura do Presidente e o ministro da Educação Abraham Weintraub totalmente comprometido com o projeto conservador, sem sombra de dúvidas o mais comprometido. Abraham se mostra preocupado e até frustrado, pois segundo ele, sentia que a luta estava sendo perdida, que o "jogo" estava sendo feito e que eles não tinham ido lá para fazer o "jogo", ele chega a dizer que por ele todos os vagabundos deveriam ser colocados na cadeia, começando pelos togados.


Depois disso Abraham virou alvo público do establishment.


Em 27/05 a mando de Imoraes (ex-patrão do Levi) a PF cumpriu simultaneamente 29 mandados de busca e apreensão, os alvos foram os apoiadores do Governo Bolsonaro, inclusive parlamentares.


Na manhã do dia seguinte Bolsonaro se pronunciou a respeito do ocorrido. Visivelmente indignado com tal situação, no meio de seu pronunciamento em tom enérgico ele falou: ACABOU PORRA!


Chegava finalmente o grande momento, o fim da era da palhaçada, da esculhambação com o povo brasileiro, povo esse tão massacrado, roubado, manipulado, cercado até de saber sua verdadeira história, feito de trouxa, desde o GOLPE de 1889 que foi liderado pelo milico Marechal Deodoro da Fonseca, que vigora até os dias de hoje transvestido de República; nesse meio tempo muitos desgraçados deram continuidade na República golpista, como Floriano Peixoto, Getúlio Vargas (criou o Estado Novo), JK (construiu Brasília), Jango, Sarney, FHC, Lula e Dilma.


Não, INFELIZMENTE não. O grande momento esperado por mais de 100 anos não aconteceu, o Mito ficou somente nas palavras, por mais incrível que pareça ele se acovardou, não cumpriu com a palavra, portanto mentiu, é um mentiroso, não honrou o compromisso que firmou com o povo, abandonou a luta que ele mesmo propôs e que foi abraçada por mais que 57 milhões de brasileiros. Não adianta dizer que não tinha o que fazer, que não o deixaram governar, que a mídia só atrapalhou, que isso e aquilo e blá blá blá blá blá; tinha o que fazer SIM, ele é o Chefe de Estado mas não exerceu sua prerrogativa constitucional porque não quis, porque teve medo de ser chamado de ditador por aqueles que já o chamavam disso e de tantas outras coisas, independentemente do que fizesse os rótulos já foram colocados e não sairão nunca mais, porque a maldade deles é infinita; qualquer coisa que Bolsonaro fizer será ruim, pode por veveco no ministério da Mulher, pode até dar bolsa vitalícia Lgbtih+EoCaraioA4 de 10 mil por mês que será sempre "Ele Não". Essa corja maligna que Jair Bolsonaro hesita em combater está aliada aos mesmos que colocaram o Jão Bidê e a Kamela lá nos EUA.


"Só é possível combater o comunismo com o anticomunismo."

- Olavo de Carvalho.


É impressionante como a tática da esquerdolândia funcionou. Bolsonaro foi conduzido às "cordas" com ajuda da sua equipe técnica, que o fez acreditar que dali seria possível vencer a luta, pois segundo eles, naquele momento o lugar do "ringue" ideal era aquele, não havendo possibilidade de vencer a luta senão permanecendo ali. Bolsonaro é incapaz de perceber que isso é pura tática, para que ele não tome atitude, mas a equipe foi escolhida por ele, portanto ele é o verdadeiro culpado.


A partir do emblemático dia 28 de maio de 2020, o Mito virou MICO, e o "ACABOU PORRA" ironicamente se voltou para a militância verdadeiramente conservadora.


Segundo Paulo Guedes em entrevista a revista Veja em 18/12/2020, Abraham em outra reunião após a "famosa", na presença do MICO sugeriu ir para o pau indo para cima da turma dos 11, e disse que antes que tentassem prendê-lo ele ia fazer uma passeata para cima do Supremo. Segundo o próprio Guedes ele mesmo interferiu dizendo que aquilo era uma armadilha e que eles estavam caindo; os generalecos apoiaram a amarelada. Guedes então sugeriu ao MICO que mandasse o Abraham para o Banco Mundial, o MICO acatou. O ministro da Economia ainda disse que ligou para cada um dos 11, e o Beiço de Sapo pediu um "sinal" do governo como demonstração de pacificação; a demissão do Weintraub foi a sinalização, complementou ele.

O MICO por opção preferiu seguir o caminho da vaselina, aquele que ele mesmo dissera ser contrário na entrevista à Antônia Fontenelle.


Com a paz selada, a pseudo-harmonia entre os Poderes e a pseudo-governabilidade eram finalmente "alcançadas" depois da entrega da cabeça do ministro da Educação Abraham Weintraub aos urubus togados.


O conservadorismo foi enterrado, com isso o "bolsonarismo" tornou-se a verdadeira direita segundo o Governo bolsoMICO. #XadrezD4


Daí em diante a milicada tomou conta de vez do Governo bolsoMICO com representação na figura grotesca do generaleco Maria Fofoca, companheiro do comunista Aldo Rebelo. Maria Fofoca articulou a aproximação com o "centrão" trazendo inclusive para o Governo bolsoMICO o Garanhão da Odebrecht.


Algumas situações até então desapercebidas pela maioria começaram a ser notadas, até porque as pautas conservadoras foram mandadas para as cucuias, ou seja, o modo foda-se tinha sido ativado. Com isso a ministra Damares, a "terrivelmente evangélica" segundo o próprio MICO, começou a ser desmascarada, mostrando-se na verdade uma feministra simpatizante das pautas da ONU. Não me alongarei sobre essa senhora, pois a Shockwave Radio/News já fez um trabalho incrível mostrando detalhadamente a verdade sobre a filiada (desde 1995) do Partido Progressista (PP); ela faz jus ao nome do partido, não há dúvidas quanto a isso.


Nesse meio tempo ainda vimos a aguardada indicação do MICO para o STF acabar com a escolha de mais um desarmamentista, o desembargador Kassio Nunes Marques, que no ano de 2017 negou porte de arma a um produtor rural do interior de Minas Gerais que havia sido vítima de bandidos, que chegaram a colocá-lo em cárcere privado. Pelo visto o MICO gosta bastante de desarmamentistas, Kassio, Moro, MendonSonso, etc. Lembrando que o MICO foi até a casa do Beiço de Sapo no dia 29/09 pedir o aval dele para a indicação do desarmamentista Kassio. Que vergonha!


Essa situação ficou ainda mais ridícula dias depois, pois o MICO foi até a casa do "Amigo do amigo do pai do Marcelo Odebrecht que é amigo do Serra também" assistir o jogo do Parmêra x Ceará; se fizerem presentes também, o presidente do Senado Batoré e o desarmamentista Kassio. Gooool do "estado democrático de direito", talkei!?


Nem pagando tantos pedágios para o establishment, o Governo bolsoMICO conseguiu tirar o partido político "Aliança pelo Brasil" do papel, mas outro partido de extrema esquerda foi criado, o Unidade Popular (UP), como noticiado em primeira mão pela Shockwave Radio/News. Criado em dezembro de 2019 por um ex-estudante da UFMG que nem terminou o curso. Imagino se esse ex-estudante da UFMG fosse deputado federal ou senador e filho do Presidente do Brasil, PQP, fica até difícil de falar aqui, "fogo no cabaré", mas duvido que ele iria ficar em redes sociais fazendo memes ou acuado na defensiva fazendo posts se explicando para opositores sobre aquilo que ele ou seu pai não fossem ou não tivessem feito; duvido também que ele fosse tão inerte e inepto quanto o senador Flávio Bolsonaro.


Com o cancelamento do conservadorismo promovido pelo próprio Governo bolsoMICO, o ministro Xorcê até levou a público a visão deles à respeito dos verdadeiros conservadores, e os classificou como "radicais", comparando-os até mesmo como uma espécie de "Píçol da direita". O MICO engrossou o coro e durante ao menos duas de suas ridículas Lives semanais no YouTube, classificou essa ala como "direita burra, direita idiota" e composta de fedelhos.


Com esse comportamento desrespeitoso com a base conservadora, o MICO mostrou ingratidão e que na verdade o idiota é ele, foi um covarde ao longo desses 25 meses, e falando isso daqueles que conseguem ver o real cenário e que o alertam sem cobrar 1 real sequer, o MICO não desrespeitou somente o Professor Olavo de Carvalho, Professor Evandro Pontes, Fernando Melo, Paulo Kogos, Paulo Enéas e outros que compartilham da mesma linha de raciocínio, ele desrespeitou também o Conhecimento, o Saber, a Ética, a Moral, a Honra, a Razão, a Lógica e a Inteligência. O MICO não passa de um ignorante amarelão traidor que deu a cabeça do seu melhor homem (Abraham Weintraub) em uma bandeja de prata para seus inimigos, que são os mesmos inimigos da população. Que tipo de líder faz uma coisa dessas?


Abraham Weintraub peitou o establishment, identificou o desastre que é a educação no Brasil e se predispôs a mudar isso. Ele também trouxe a público que o Governo Federal possuí 600 mil funcionários, sendo metade disso (300 mil) somente no MEC, até então seu ministério. A Educação é a menina dos olhos da esquerda comuno-globalista, pois é nela que a doutrinação marxista ocorre, iniciando nas escolas via Paulo Freire e desaguando nas universidades com o próprio Karl Marx e outros malditos que o sucederam, como Nietzsche por exemplo; todos descendem da corrente filosófica de Epicuro, conscientemente ou inconscientemente. Lembrando que as universidades foram entregues à esquerda "soft" (gramscista) pelos milicos após 1964. Milicada FDP!


O MICO rendeu-se antes mesmo de lutar para sobreviver de joelhos, preferiu isso do que morrer em pé em caso de derrota.


Aliás, ficar de joelhos virou um hábito do MICO, ajoelhou para turma da toga, para os generalecos e para o Xixi Jinping esmolando pela vaChina que havia dito enfaticamente que não compraria. Tudo isso só demonstra a degradação moral ao qual ele se encontra. Não consegue sequer pensar como pai, pois sobrará até mesmo para seus filhos, que serão extintos da política nacional, afinal o pai deles é o "Ele Não".


A equerda principalmente via mi-mi-mídia mainstream, manipula o MICO como quer, principalmente depois que o Garanhão da Odebrecht entrou no game. Vale lembrar que o Garanhão chegou dia 11/06/2020 e Abraham saiu dia 18/06/2020.


Enquanto isso o MICO e sua base de retardados composta por deputags, zóio-verdes e milicos, continuam alimentando a narrativa de que o "bolsonarismo" é a única salvação para o Brasil, porque senão o PT volta, segundo eles. O PT assim como os partidos políticos são somente um "tentáculo" dos tantos "tentáculos" que a esquerda têm. Não entendem ou fingem não entender que o comunismo não é uma ideologia político-partidária, é um movimento; mas são tão idiotas que não devem saber nem o que é movimento.


O MICO sequer teve a hombridade de esforçar-se para descobrir quem foi o mandante da tentativa de assassinato que sofreu; partindo desse padrão moral é óbvio que nada faria em relação aos presos políticos Oswaldo Eustáquio (jornalista) e Sara Winter (ativista política).


O MICO representa em público uma autoridade que não tem; ele chegou ao ridículo ponto de preferir "xingar" de "cara de pastel" quem comete crimes previstos em lei (Lei 5250/67 art. 16 inciso I) que o atrapalham de governar, do que fazer a lei ser cumprida para poder governar sem ser atrapalhado. Esse é o ridículo retrato do Governo bolsoMICO, não agir por medo.


O sistema não o engoliu, ele deixou-se ser engolido pelo sistema; porque teve medo.


"O soldado que vai à guerra e tem medo de morrer é um covarde."

- Jair Messias Bolsonaro.


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