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Deputados usam PL sobre DST’s e incluem ideologia de gênero



A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) vota hoje (25/11) o Projeto de Lei 1095/2017 que trata sobre o combate e prevenção das doenças sexualmente transmissíveis com jovens e traz, de maneira implícita, a promoção da ideologia de gênero.


O alerta foi feito pelo deputado estadual Douglas Garcia (PSL/SP) durante o Boletim da Manhã desta quarta-feira, 25.


No artigo 3º inciso V, o projeto defende “levar a reflexão de questões como diversidade sexual, homofobia, preconceito, racismo e violência para o cotidiano dos jovens, profissionais de saúde e comunidade em geral”.

“Ou seja”, explica o deputado, “estão dando mais uma retaguarda para aqueles que hoje produzem militância do PSOL, do PT, do PCdoB, entre outras organizações radicais de extrema-esquerda que fazem toda essa balbúrdia que vemos em nossas faculdades, levando nossos estudantes a um completo processo de emburrecimento coletivo”.

Os deputados do PSDB, PSD e PSOL, que são autores do PL 1095 não buscam somente tratar do combate às doenças sexualmente transmissíveis, mas encontraram uma forma encaixar a ideologia de gênero no tema.

“Eles estão favorecendo narrativas que podem ser utilizadas pela esquerda dentro das instituições de ensino”, alerta Douglas Garcia.

Para o deputado, já que o estado precisa tratar de educação sexual nas escolas, que seja sem envolver ideologia de gênero, homofobia, racismo e diversidade sexual.

“Isso não tem absolutamente nada a ver. É um discurso que não tem lógica. Ou seja, além de promover a ideologia de gênero, dá a entender que todos os gays e negros são aidéticos”, frisou.

Douglas Garcia afirma que vai obstruir o projeto para que o dispositivo não seja votado.



Fontes: Terça Livre / Alesp / Twitter