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Dia da Internacional da Mulher? Não, obrigada.

Por Tuanni Ramos


Todo dia 8 de março é a mesma coisa: Mídias, influenciadores, et caverna “glorificam” a mulher, rendem homenagens, e até o mais troglodita fica todo meloso.

Mas o que há por trás disso tudo?


Se você caiu na historinha de que foi designado este dia em homenagem às mulheres que foram “queimadas” em uma fábrica têxtil por reivindicarem melhores condições de trabalho, parabéns, você foi enganado!


Mais uma vez você foi vítima de órgãos comuno-globalistas que venderam uma narrativa esdrúxula que fora perpetuada durante anos, e assim como eu, você também foi enganado.


Com quase um ano de casada, certo dia meu amado esposo chegou em casa e me viu pra baixo, por não ter sido lembrada nessa “tão bela data”. Quando me perguntou, eu comentei com ele meio sem jeito, e ele logo me explicou o porquê ele não comemorava ou se lembrava dessa data. O motivo é simples: Segundo ele, essa data não passava de uma data figurativa, que em nada tinha a ver em valorizar a mulher, ou dar a ela o verdadeiro apresso o qual todas merecem. Ele ainda continuou dizendo que preferia mil vezes me dar flores em qualquer dia, sem que eu soubesse, ou fazer alguma surpresa pra mim, sem ter qualquer data para isso, pois assim ele estaria demonstrando de verdade o sentimento que ele tem por mim, e que não precisa que nada e nem ninguém o forçasse a isso.


A princípio eu achei estranho, mas entendi o ponto de vista, desde então, passei a ignorar solenemente esse dia, e viver como um dia qualquer.

Quando averiguamos mais a fundo, percebemos que até mesmo nessa data, tem um fundo ideológico por trás, e aqui vou usar alguns pontos e tentar traçar de modo cronológico para que seja de fácil compreensão.


O incidente acima citado ocorreu na Triangle Shirtwaist no dia 25 de março de 1911, E as causas não foram para punir as mulheres que trabalhavam ali, mas sim pelas condições que as instalações estavam, e mais a presença de materiais inflamáveis como o gás, etc., e não em virtude de uma “greve”, ou manifestação como vimos acima, e registros históricos dão conta de que essa greve nunca aconteceu.


Porém, como sabemos, o feminismo sempre bebeu da mesma fonte do socialismo, e tal não foi minha surpresa ao descobrir que esse dia das mulheres já havia sendo planejado por esse movimento homicida, cujo seu maior objetivo é desfigurar a imagem da mulher na sociedade.


Voltando à história, em 1910, a militante comunista Clara Zetkin elaborou uma proposta que dizia: “De acordo com as organizações políticas e sindicais do proletariado, as mulheres socialistas de todas as nacionalidades organizarão em seus respectivos países um dia especial das mulheres. Será necessário debater esta proposição com relação à questão da mulher a partir da perspectiva socialista. Esta comemoração deverá ter caráter internacional e será necessário prepará-la com muito esmero”. Tal proposta na época foi aprovada e já no ano seguinte, houve a celebração do primeiro dia Internacional da mulher. Avançando um pouco no tempo, para que esse dia realmente se tornasse um marco, esse “projeto” passou por intensas críticas, sobretudo dentro dos partidos socialistas, pois pensavam que assim, as mulheres operárias trabalhadoras socialistas se rebaixariam a um capricho burguês. Contudo, com apoio de homens como Lênin, em 1914, socialistas alemãs, suíças e russas comemoraram conjuntamente o dia internacional da mulher no dia 8 de março, decisão tomada no ano anterior ao ato, sendo considerado um feriado socialista, algo que se repetiria também em 1917 com uma greve de operárias russas, sendo um prenúncio da Revolução Russa.


Após a Segunda Guerra Mundial, o dia 8 de março continuou a ser lembrado, mas dessa vez, pela greve referida acima, como um marco na luta das mulheres por mais “igualdade” e efetivação de seus direitos.


Em 1975, a ONU declarou como o Ano Internacional da Mulher, e oficialmente declarou o 8 de março como o dia Internacional da Mulher como gesto concreto daquele ano, e que perdura até hoje.


Bem, chegando aqui, depois de conhecer mais a fundo a origem desse tão exaltado dia, fica o convite a você leitor, de não parar na narrativa que te impõe, e tão pouco se sujeitar a celebrar esse dia.


Se você é homem, valorize as mulheres da sua vida todos os dias, chegue de surpresa com uma rosa, um livro, um chocolate, qualquer agrado para que ela se sinta amada e querida por ti, e não espere uma data pra isso.


Mulher, meu recado agora é para você. Pare de se sujeitar ao adestramento socialista. Pare de ser mimizenta, seja mulher! Não espere que seu marido, namorado, ou qualquer outro homem da sua vida faça algo por ti. Cuide da sua aparência, cuide da sua casa, do seu local de trabalho, dos seus filhos, de você mesma! Tenha a certeza de que não é um dia no calendário que te fará ser importante na vida das pessoas, mas sim a sua presença, e assuma seu papel na sociedade, não como as femimiministas pregam, mas como a sua essência pede! Você nasceu para exalar a beleza de Deus no mundo, não, fuja de sua vocação.


Uma mulher que se ama, que se cuida, que tem personalidade e que se aceita tal como ela é, vale muito mais do que qualquer data comemorativa.

Se você ainda não entendeu isso, ainda há um longo caminho a percorrer, e se tem muito que amadurecer.


Seja você homem ou mulher, Valorize as pessoas que você ama, pois nenhuma ideologia é mais forte do que o Amor, pois esse Amor se deu numa Cruz por você.


Deus te abençoe.