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Direitos Humanos nos EUA: LGBT e BLM exigem que agenda seja cumprida.

O grupo de defesa LGBT e o lobby político do Human Rights Campaign (HRC) criaram um “Plano de Mudança Positiva” para orientar a administração Biden por meio de 85 recomendações de políticas que, segundo eles, irão desfazer o “dano” feito pelo presidente Donald Trump.


Via Getty Images

A HRC declarou em seu "plano" que Biden aprovaria algumas de suas recomendações de política rapidamente por meio de ordens executivas que simplesmente cancelariam as ações de Trump:

Desde que assumiu o cargo, a administração Trump tem visado consistentemente mudanças regulatórias de longo alcance que minam os direitos das comunidades vulneráveis, incluindo aquelas que são LGBTQ. A administração sistematicamente descaracteriza a lei em regulamentos federais, memorandos legais e ações judiciais. Esses ataques coordenados aos direitos civis exploram o envolvimento tradicionalmente limitado do público com ações judiciais federais e desenvolvimentos administrativos, violando a confiança pública.

Entre as 85 recomendações de políticas para uma administração Biden, o HRC está pedindo:


  • indivíduos HIV-positivos poderão entrar no serviço militar;

  • a liberação de imigrantes ilegais transgêneros;

  • implementação generalizada da decisão da Suprema Corte em junho no caso Bostock v. Clayton, que proibiu a discriminação com base na orientação sexual, identidade de gênero e status de transgênero;

  • encerrando o programa Protegendo a Vida na Assistência à Saúde Global, que impede que organizações estrangeiras que realizam abortos recebam fundos do contribuinte;

  • estabelecer um “grupo de trabalho inter-agências especial para proteger e apoiar os direitos LGBTQ globalmente”;

  • nomeação de juízes e funcionários abertamente LGBT da Suprema Corte;

  • garantir cobertura para tratamentos com hormônios transgêneros para dependentes de militares;

  • garantir que as demandas LGBT para o uso de pronomes e acesso a banheiros e banheiros compatíveis com a identidade de gênero não sejam prejudicadas por isenções religiosas;

  • urge a aprovação de uma lei federal controlando o que os terapeutas dizem aos clientes LGBT;

  • exige que faculdades e universidades religiosas publiquem isenções religiosas;

  • garantir que o governo não discrimine indivíduos LGBT com base na religião;

  • eliminar os regulamentos federais de proteção da consciência para profissionais de saúde.

“Instamos a administração a acabar com a discriminação financiada pelos contribuintes de uma vez por todas e a rescindir as políticas apoiadas por Trump que convidam à discriminação contra pessoas LGBTQ por parte de donatários e contratados financiados pelo governo federal”, insta HRC.


“O estigma e a violência contra nossa comunidade - especialmente mulheres transgênero de cor - devem ser tratados sistematicamente”, afirma o grupo.


Outro líder de grupos da agenda globalista que visa destruir a ordem nos EUA também exige atenção da futura (ou não) administração Biden, o Black Lives Matter.


Patrisse Cullors, uma das fundadoras do movimento, enviou mensagem aberta a Joe Biden e Kamala Harris dizendo que “queremos algo pelo nosso voto, queremos ser ouvidos e que nossas demandas sejam priorizadas”.


Via Nicko Lang

Não é nenhuma surpresa que o movimento terrorista financiado por George Soros, Black Lives Matter, correria para exigir encontros e adesão da agenda ao não-eleito Joe Biden, e foi exatamente isso que a ativista Patrisse Cullors, uma das fundadoras do BLM, fez questão de enfatizar, em uma carta aberta enviada a Biden e Kamala Harris (vice supostamente escolhida pelo próprio George Soros), nesta quinta-feira (12).


Na mensagem, Cullors afirma que “sem o contundente apoio das pessoas negras, estaríamos lamentando um resultado eleitoral muito diferente. Em resumo, os negros venceram esta eleição”.


A líder Biden e Harris pela vitória, mas não perdeu a chance de cobrar dos futuros mandatários as mudanças que seu movimento deseja ver nos Estados Unidos, e também disse estar disponível para um encontro com eles para discutir uma agenda para atender as demandas da população afrodescendente norte-americana.


“Queremos algo pelo nosso voto, queremos ser ouvidos e que nossas demandas sejam priorizadas”, expressou Cullors, em sua carta.


“Nós temos essas expectativas não só porque os negros são os eleitores mais consistentes e confiáveis para os democratas, mas também porque os negros estão verdadeiramente vivendo em crise em uma nação que foi construída sobre nossa subjugação. Até este ponto, os Estados Unidos se recusaram a reconhecer diretamente a maneira como eles desvalorizam os negros e devastam nossas vidas. Isso não pode continuar”, acrescentou.


Tanto nos movimentos gayzistas quanto nos movimentos terroristas do BLM, todos eles financiados por globalistas como George Soros, Ford Foundation, etc, podemos ver que não adianta em nada os acenos dos governos conservadores e a vontade de "governar para todos" ao tenta atingir estes grupos e ganhar uma simpatia ou cair na grande falácia que é a narrativa "direitos humanos". Toda causa identitária irá morder a bunda de quem se curvar -para não usar o termo mais chulo-. Quando for oportuno aos grupos citados, irão se voltar contra o governo conservador e continuar a pauta progressista. Na dúvida, os ignore. Uma hora o barulho vira "white noise".