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  • Shock Wave News

E o arroz, tá soltinho?



Com as eleições municipais para o próximo domingo (15) e a tradição na fraude eleitoral no Brasil via urnas eletrônicas Smartmatic não auditáveis, cria-se um ambiente favorável para qualquer narrativa lunática.


Estamos diante de uma histeria coletiva em que os crimes reais são colocados de lado por interferência do racismo, homofobia, machismo, e qualquer outra desculpa furada para "descreditar" investigações de possíveis crimes que não favoreça a esquerda.


As candidatas da trupe "VOTEM EM MULHERES", dos programas do MMFDH e de outras frentes como o Grupo Mulheres do Brasil, criado por Luiza Trajano (Magazine Luiza) para dar "visibilidade" e instruir as candidatas para uma adesão as pautas sugeridas por ela, estão esperançosas em relação a uma eleição garantida. Termo este muito usado por estas frentes, GARANTIR empregos as mulheres, GARANTIR cargos eletivos, GARANTIR bolsas, GARANTIR cursos e orientação para mulheres.

Com uma possível derrota nas urnas pelo simples fato de termos péssimas propostas de campanhas, uma pauta encalhada e lunática, falta de presença na vida dos eleitores, e uma preocupação maior com a agenda 2030 (que ninguém aprova), essas MOLIERES estão fadadas ao fracasso. E a culpa de quem é? Das próprias mulheres? Não! Ela será sua! Seu machista, sexista, misógino, homem cis branco hétero, etc etc etc.

Da mesma forma que tentam empurrar a narrativa das "minorias", dentre elas os GLS, que insistem em enfiar goela abaixo do eleitor que está apenas preocupado em cuidar de sua família, ter um emprego e segurança, ele não quer saber se vai ter parada gay ou se deve usar elu/ili/elo ( Elo é maquininha de cartão, amigo). E a cada massacre nas urnas vem o choro: "A sociedade é homofóbia, a cultura da discriminação, a cultura da misoginia..."

Qualquer ação que não favoreça essas "classes" são veemente atacadas. Um clássico da esquerda. Constantemente utilizada pelos Neocons, que adoram flertar com o progressismo e se vendem em um piscar de olhos. Tudo pela idolatria a uma pessoa/figura política, "fados" e fadas sensatas sem defeitos.