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E o choro continua...

Procuradora eleitoral defende mudanças na legislação para garantir crescimento de bancadas femininas; 931 cidades não elegeram nenhuma mulher para o legislativo



O aumento, de apenas dois pontos percentuais em relação às eleições anteriores, revela um crescimento ainda tímido na participação das mulheres na política.


A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados realizou outra audiência virtual com entidades ligadas à "promoção de igualdade na política" para analisar os resultados das eleições deste ano. -Sim. Ainda estão tentando entender a causa das mulheres não se darem bem na política e muito menos nas eleições.


A coordenadora da secretaria, deputada Professora Dorinha Seabra Resende (DEM-TO), jogou a culpa em fatores externos, mais uma vez, levando a narrativa do "woe is me" para o debate. Deste vez a culpa do mau desempenho e fraco resultado nas eleições de 2020 foi a pandemia.


“A pandemia de Covid 19 introduziu novos desafios para as candidatas que viram sua capacidade de interagir com eleitores e lideranças partidárias ainda mais limitadas em decorrência das medidas sanitárias em vigor. Além disso, o aumento da demanda por trabalhos domésticos e de cuidados impactou desproporcionalmente as mulheres, inclusive as aspirantes aos cargos políticos”, disse Dorinha.


De novo a "Violência de gênero"

Para a coordenadora do TSE Mulheres, Aline Osório, a violência de gênero é um dos principais obstáculos à participação feminina na disputa por cargos eletivos. Para ela, apesar do aumento no número de candidatas eleitas, a presença de mulheres na política ainda está muito abaixo do necessário. A pauta identitária veio forte em 2020 e é usada com frequência, sendo mais incongruente que a própria fala da coordenadora:


“A cada item, a cada dado nós vemos um pequeno aumento, o que diz que nós estamos caminhando, ainda que de forma bastante lenta". "E a cidade que atingiu a maior proporção de mulheres na câmara de vereadores foi Floriano Peixoto, no Rio Grande do Sul, com 78% das cadeiras atribuídas a mulheres mandatárias”, disse.


Demorou, mas chegou

Já a procuradora do Ministério Público Eleitoral, Silvana Batini, defendeu alteração na legislação vigente para dar celeridade aos processos de participação feminina na política. Ela explicou que o Ministério Público lançou uma instrução normativa contra fraudes nas cotas de gênero nos partidos, mas para ela essa cota sozinha não consegue mais suprir a necessidade das mulheres na política e precisa ser incrementada com outras ações.


“São mais de dez anos de vigência das cotas de gênero na lei brasileira para um resultado ainda muito baixo em termos de representação feminina. Então eu acho que o momento agora é de avançar, de buscar novos caminhos que se somem a essa das cotas de gênero e nesse aspecto me parece que a busca pela fixação de uma cota de parlamento é um tema que precisa ocupar o debate público a partir de agora e também em torno da ocupação dos cargos de direção nos partidos políticos”, disse Silvana.


Minorias?

A representante da anticristã e globalista, ONU Mulheres, Ana Cláudia Pereira, afirmou que mulheres negras e indígenas ainda são a minoria entre as candidatas eleitas. Ela explicou que, muitas vezes, a violência contra essas mulheres acontece já dentro de casa. A coerência e o uso da verdade não é uma opção para pessoas envolvidas com a ONU.


Ana Cláudia Pereira mostrou que os organismos globalistas já traçaram três metas para combater a violência política. Seguindo o plano de intervir na política nacional e impor sua agenda autoritária de controle do funcionamento político, não levando em consideração o que o povo deseja e muito menos a soberania nacional.


As três metas são: dar visibilidade ao problema como forma de medi-lo; garantir reformas legais, com alteração das leis ou criação de outras; garantir o engajamento dos partidos políticos, com códigos de ética, cumprimento das cotas de gênero e retaliação aos casos de violência.


A secretária Nacional da Mulher, Cristiane Brito, destacou que a violência política contra as mulheres vai desde críticas ao seu aspecto físico até a morte. Este ano, segundo ela, sete mulheres foram assassinadas durante o processo eleitoral. Colocando o "feminicídio", adorado pela esquerda, dentre as políticas públicas lideradas pelo MMFDH (Ministério da Mulher, Familía e Direitos Humanos). As pautas progressistas seguem com toda a forma apoiadas pelos Ministérios, Câmara, Senado, ONU e TSE.