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  • Amandaverso

Ecoterrorismo: um tentáculo da cultura da morte.

Este é o primeiro artigo sobre a cultura da morte que a Shock Wave News irá abordar ao longo do ano.


Decidi escrever sobre a pauta ambiental porque muitos não fazem ideia de como o ecoterrorismo funciona como um dos mais poderosos tentáculos da agenda abortista e não entendem, de fato, o que Chesterton quis dizer com sua famosa frase: "Onde quer que haja adoração a animais, ali haverá sacrifício humano".


Para entender a agenda verde, devemos voltar no tempo e entender de onde vem o termo "ecologia":


"O termo “ecologia”, como se sabe, foi cunhado pelo biólogo alemão Ernst Haeckel, um dos inspiradores remotos da ideologia nazista, baseada em uma suposta superioridade da raça ariana. Não à toa, Haeckel era favorável ao eugenismo e à eutanásia, dois dos muitos crimes de que seriam culpadas as autoridades nazis.
Para Haeckel, o homem não possui nenhuma dignidade especial e deve, por isso, ser tratado como os outros animais. É sobre a base desta radical incompreensão que nasce, historicamente, a chamada ecologia."[1]



Existe uma expressão no movimento ecológico que muitos não fazem ideia do que seja ou nem sequer ouviram falar: Ecologia Profunda,


Ecologia profunda é uma expressão cunhada pelo filósofo norueguês Arne Næss em 1973.


Seus defensores afirmam que a Terra tem capacidade de suportar uma população humana limitada entre um e dois bilhões. Ainda acreditam e advogam pela extinção da humanidade pois, para esses eugenistas, ela é predatória da natureza. Dentre as várias barbaridades propostas pelos seguidores da ecologia profunda está a extinção voluntária, que é feita com a renúncia em ter filhos e assassiná-los ainda no ventre materno.


É nessa linha que trabalha a ONG The Voluntary Human Extinction Moviment (Movimento pela extinção humana voluntária). Em sua homepage: "Suprimir a raça humana ao, voluntariamente, deixar de procriar, permitirá à biosfera terrestre retornar à boa saúde. Condições sufocadas e escassez de recursos apresentarão melhora à medida que nos tornarmos menos densos."

Ao olhar o site da VHEM você pode pensar que é uma coisa amadora e sem financiamento, apenas pessoas tolas falando em não ter filhos mas quando você pesquisa o que o fundador desse Movimento fala, o amadorismo do site fica em segundo plano.


O ativista norte-americano Les U. Knight, fundador do VHEM, participou em 2017 do Fórum do Futuro, um programa de debates e performances que decorre anualmente na cidade do Porto e que tem como principal objetivo reunir convidados de múltiplas disciplinas e diferentes geografias culturais para refletir sobre questões fundamentais para - DESTRUIR - as sociedades contemporâneas.


Em sua apresentação, Knight falou que o "aquecimento global e as alterações climáticas", bem como a mudança no panorama político internacional, trouxeram "um maior sentido de urgência em relação ao ambiente" porque "se percebe o quão rápido pode ser desfeito o trabalho de décadas no que toca ao ambiente e à liberdade reprodutiva (aborto), que tem sido reprimida".


Segundo o ativista, entre os fatores que levaram a um "aumento da repressão sobre a liberdade reprodutiva está o machismo e o patriarcado", que tem "um peso enorme" e que atrasa "os enormes passos em frente com a igualdade de gênero", o que pode ser minimizado com "educação para mulheres e tudo o que é necessário para que as pessoas possam tomar decisões fundamentadas". Ou seja, aborto.


Na opinião dele, a natalidade vai baixar no futuro, em parte devido ao aumento da liberdade reprodutiva(legalização do assassinato de bebês indefesos), mas também devido ao "maior acesso a informação" (ampla propaganda abortista).


A real parceria entre ambientalismo e ativismo pró-aborto não aconteceu da noite para o dia. Uma edição de 2006 da Policy Review Guttmacher - organização abortista - lamentou a lentidão na formação de tal aliança, afirmando que era “uma oportunidade de ouro para os defensores dos direitos reprodutivos [aborto] e comunidades de justiça ambiental se unirem em torno objetivos comuns."


Nesse mesmo artigo, Bruce Wood, um ambientalista, saudou a ideia: “Os grupos pró-escolha (de assassinar bebês) têm vasta experiência na organização de campanhas de grande escala voltadas para questões e podem ajudar os ativistas da justiça ambiental locais a desenvolver pesquisas e ferramentas de mensagens públicas ...”


E os movimentos? Vejamos:


GREENPEACE:


“A assembleia pode se esquivar das mudanças reais que precisam ocorrer, optando por evitar questões polêmicas como os direitos universais das mulheres, a educação das meninas, o direito ao aborto ...”


“A conferência do Cairo reconheceu que práticas como o aborto devem ser tratadas como uma questão de saúde pública para garantir uma maternidade segura.”


Trechos do artigo intitulado "População e Ecologia", de Rex Weyler, que foi diretor da Fundação Greenpeace original, editor do primeiro boletim informativo da organização e cofundador do Greenpeace International em 1979.

Data: 6 de maio de 2013.


WWF:


“Quando as mulheres exercem seu direito de decidir se, quando e quantos filhos ter, as mulheres, suas famílias e o ambiente de que dependem para seu sustento são mais saudáveis”.


Trecho do artigo intitulado "Empoderando mulheres e famílias para construir comunidades saudáveis ​​e um planeta saudável".

Autores: C. Althea Skinner, oficial sênior do programa, CARE-WWF Alliance, WWF, e Mariela Rodríguez, oficial sênior do programa Saúde Sexual e Direitos Reprodutivos.

Data: 8 de agosto de 2016.


“Um componente de planejamento familiar e saúde reprodutiva está incluído em quase todos os projetos de PHE [saúde da população-meio ambiente] implementados por organizações de conservação. A justificativa é que melhorar a saúde sem abordar o planejamento familiar provavelmente levará a um aumento da pressão da população sobre o meio ambiente ”. (p. 47)


“Qualquer intervenção de planejamento familiar torna-se significativamente mais eficaz com o acréscimo de atividades de saúde reprodutiva ou materno-infantil.” (p. 49)


“Em áreas com um grande número de pessoas menores de 15 anos (“ aumento da juventude ”), é igualmente importante aumentar o acesso dos jovens a informações e serviços de ASRH ( saúde sexual e reprodutiva do adolescente ).” (p. 49)


“A saúde reprodutiva, conforme definida pela OMS (Organização Mundial da Saúde 2008b), implica que as pessoas sejam capazes de ter uma vida sexual responsável, satisfatória e segura e que tenham a capacidade de se reproduzir e a liberdade de decidir se, quando e com que frequência para fazer isso. Implícito nisso está o direito de homens e mulheres serem informados e ter acesso a métodos seguros, eficazes, acessíveis e aceitáveis ​​de regulação da fertilidade de sua escolha ... ”(p. 49)


“Os programas de saúde reprodutiva incluem atividades como ... redução da prática do aborto inseguro, prestação de atenção pós-aborto ...” (p. 49)


Disponibilizar esses serviços inclui “... melhorar o transporte, a logística e a infraestrutura para a entrega de produtos e serviços de planejamento familiar e saúde reprodutiva e garantir um fornecimento contínuo desses produtos e serviços ...” (p. 49)


E “desenvolver comunicações e serviços especiais para atender às necessidades únicas de saúde reprodutiva de grandes populações jovens (particularmente em comunidades tradicionais onde isso é mais desafiador)”. (p.50)


Trechos de "Pessoas Saudáveis, Ecossistemas Saudáveis, Um Manual sobre Integração de Saúde e Planejamento Familiar em Projetos de Conservação" de autoria de Judy Oglethorpe, Cara Honzak e Cheryl Margoluis.



SIERRA CLUB:


“Acreditamos no empoderamento dos direitos das mulheres. Acreditamos que as mulheres que têm direitos e a capacidade de escolher suas opções reprodutivas - fazer suas próprias escolhas reprodutivas - ajudarão a produzir famílias fortes e, ao mesmo tempo, ajudarão a proteger o meio ambiente. O Sierra Club é pró-escolha ”.


“[O aborto] ajuda a lidar com o número de pessoas que temos neste planeta. Sentimos que uma das maneiras pelas quais podemos chegar a uma população sustentável é empoderar as mulheres para fazerem escolhas sobre suas próprias famílias. ”


Michael Brune, diretor executivo do Sierra Club, durante uma entrevista a Tucker Carlson.

Data: 2 de fevereiro de 2017.


CENTER FOR BIOLOGICAL DIVERSITY:


“ Os republicanos anti-escolha estão tentando revogar o Affordable Care Act e o acesso acessível ao controle de natalidade para milhões de mulheres, reduzir os serviços de saúde reprodutiva da Planned Parenthood e aprovar a proibição do aborto de 6 semanas para efetivamente criar uma proibição federal do aborto. E agora que Trump está no cargo, as apostas são ainda maiores."


“A liberdade reprodutiva não é apenas um direito humano básico, mas também está inextricavelmente ligada à preservação da vida selvagem e de lugares selvagens. A capacidade da mulher de ter acesso a cuidados de saúde e prevenir a gravidez não planejada é fundamental para reduzir a pressão da população humana sobre as espécies ameaçadas de extinção e combater os efeitos das mudanças climáticas ”


Trecho do artigo online "Exija o Fim dos Ataques às Mulheres e à Vida Selvagem".


“ O crescimento da população humana está na raiz de nossas questões ambientais mais prementes ...”


“Os direitos reprodutivos são uma questão ambiental. Para garantir que deixamos espaço para a vida selvagem, é fundamental que toda gravidez seja planejada e que as pessoas levem o meio ambiente em consideração ao planejarem quando - ou se - desejam que sua família cresça ”.


“Apoiamos o acesso irrestrito à educação, saúde reprodutiva e contracepção para mulheres e homens ... Cada pessoa deve ter as ferramentas, informações e capacidade de fazer a melhor escolha reprodutiva para si mesma, seu parceiro e o planeta.”


Artigo online "ENFRENTANDO O PROBLEMA DA POPULAÇÃO".


“Nossas campanhas inovadoras ... enfocam soluções de senso comum para um futuro justo e sustentável, incluindo o empoderamento de mulheres e meninas, acesso universal a saúde reprodutiva e educação".


Postagem online intitulada "SOBRE NOSSA POPULAÇÃO E TRABALHO DE SUSTENTABILIDADE".


WORLD WATCH INSTITUTE:


“O absurdo legal de diminuir o acesso ao aborto seguro nos países em desenvolvimento coloca a administração dos Estados Unidos em clara violação do Programa de Ação do Cairo de 1994, que declara que as pessoas devem ter o 'direito de decidir livre e responsavelmente o número e o espaçamento de seus filhos ... e ter a informação, educação e meios para fazê-lo. '”


Trecho do artigo "THE FIGHT AGAINST URBAN SPRAWL GOES GLOBAL".


Data: edição de janeiro/fevereiro de 2002 do boletim World Watch.


“' Esses grupos não são apenas anti-aborto, eles são anti-mulheres e se opõem às políticas e programas populacionais em geral', diz Scruggs*. 'Eles nos odeiam porque temos sido muito eficazes na promoção dos direitos das mulheres...'”


*Stirling Scruggs foi diretor da Divisão de Informação e Relações Externas do Fundo de População das Nações Unidas.


Artigo "DESCULPE, SENHORAS, MAS VOCÊS NÃO TÊM ESCOLHA - COMO OS EXTREMISTAS ASSUMIRAM A POLÍTICA DE PLANEJAMENTO FAMILIAR DOS ESTADOS UNIDOS", por Don Hinrichsen.


“Não há razão para que não possamos traçar limites que protejam os direitos ao aborto e a pesquisa médica, ao mesmo tempo que proibimos as aplicações da ciência genética que abrem a porta para resultados profundamente indesejáveis”.


World Watch Magazine, Volume 20, No. 2, por Richard Hayes.

Data: março/abril de 2007.


Sim, eles querem barrar a ciência pelo simples fato dela mostrar que a vida começa na concepção. Imagine my Shock.


Este documento assinado por 15 grupos ambientalistas condenou a decisão do governo Trump de negar o financiamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) a qualquer grupo internacional que forneça ou promova o aborto como parte de seus serviços. O texto lamenta a perda de recursos para serviços de anticoncepcionais em todo o mundo, embora os grupos tenham plena consciência de que existia por parte da USAID recursos disponíveis para organizações que cortassem seu envolvimento com o aborto.


Todas essas organizações ambientais têm um grande parceiro em comum: Organizações das Nações Unidas.


A Agenda 2030 da ONU, traz em seu Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nr. 5 o termo saúde reprodutiva, um nome limpo para assassinato de bebês inocentes:


No ODS 5, indicador 5.6, os países e instituições envolvidas se comprometem a:


assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão” .


Recomendação extra: live Tá em Shockkk? sobre o abortoduto.


Em um artigo do site EcoDebate intitulado "Soluções para amenizar o aquecimento global", o colunista José Eustáquio Diniz Alves, Doutor em demografia, expõe claramente que a pauta ambiental, que diz se preocupar com o planeta, coloca o ser humano em último lugar na lista de prioridades:


" O mundo tem muitos problemas específicos e uma grande ameaça que é a mudança climática capaz de gerar uma catástrofe de proporções bíblicas, se nada for feito para mudar as tendências do aquecimento global. As diferentes igrejas deveriam se preocupar menos em criminalizar as mulheres que fazem aborto e se preocupar mais com as empresas, governos e pessoas que estão matando a biodiversidade e a vida na Terra."


Quem está matando a vida na Terra? O Aquecimento Global, que provoca um tsunami no Japão deixando 18.428 mortos ou desaparecidos ou a cultura da morte que já assassinou, só no mês de janeiro de 2021, cerca de 3 milhões de bebês, superando o número de morto pelo vírus chinês?


Acho que ficou mais do que provado que a agenda ecoterrorista, que promove o medo de que o mundo irá acabar se não reduzirmos a população, deixou de focar nas calotas polares para promover o assassinato de bebês inocentes.


Falando em calotas polares, eu não poderia deixar de escrever sobre o Mister Calotas Polares, vulgo Al Gore.


Alguns o conhecem como vice-presidente dos EUA no governo Clinton, outros o conhecem por ter assistido seu documentário mequetrefe sobre aquecimento global, que foi exibido em praticamente todas as escolas do ocidente entre os anos 2005 e 2010. Acredito que Al Gore perdeu espaço nas escolas para os chiliques da Greta Thumberg.


Em 2011, Al Gore afirmou que a estabilização da população mundial é condição para a retomada do equilíbrio ecológico do planeta. É preciso educar as meninas e mulheres, diz Gore, para que definam quantos filhos querem ter e com qual espaçamento entre eles.


Feminista diz que falta de aborto causou aquecimento global:


Em uma entrevista em 207 à Refinery29, a famosa feminista Gloria Steinem disse que "a mudança climática pode estar diretamente relacionada à falta de aborto". Steinem, de 85 anos, que ajudou a popularizar a ridícula camiseta “Eu fiz um aborto”, disse que a mudança climática é uma “questão feminista” porque a superpopulação mundial poderia ter sido evitada se os abortos fossem mais facilmente acessíveis às mulheres. “Ouça, o que causa a mudança do clima é a população”, disse ela. “Se não estivéssemos forçando sistematicamente mulheres a ter filhos que não querem ou não podem cuidar durante os 500 anos de patriarcado, não teríamos os problemas climáticos que temos. Essa é a causa fundamental da mudança climática. Mesmo que o Vaticano não nos diga isso. Além disso, porque as mulheres são as principais trabalhadoras agrícolas no mundo, e também as portadoras de água e as alimentadoras de famílias e assim por diante, é um fardo desproporcional.


THIS IS A A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado REFERENCE? Olá, Marx.





"É contrário à dignidade humana fazer sofrer inutilmente os animais e dispor indiscriminadamente das suas vidas. É igualmente indigno gastar com eles somas que deveria, prioritariamente, aliviar a miséria dos homens. Pode-se amar os animais, mas não deveria desviar-se para eles o afeto só devido às pessoas." (Catecismo da Igreja Católica n. 2418)


"O Papa Bento XVI nos alertou sobre o que chamou de “histeria ecológica”, que se vem intensificando desde o fim do seu pontificado, em 2013. Em vários documentos, com efeito, ele frisa a necessidade de cuidar do meio ambiente, mas sempre da perspectiva de uma ecologia humana, centrada na dignidade da pessoa, criada à imagem e semelhança de Deus. O Papa desenvolveu essa ideia, de modo mais particular, no número 51 da carta encíclica “Caritas in veritate”, de 2009, onde afirma que, se temos desejo de construir uma ecologia verdadeiramente justa, precisamos olhar antes para a verdadeira dignidade do ser humano."[2]


Quem está matando a vida na Terra?


Só em janeiro de 2021, mais de 3 milhões de nascituros foram assassinados no ventre de suas próprias mães, aquelas que deveriam ser as primeiras a proteger esses seres indefesos. A vida de uma égua não está acima da vida de um bebê humano. Enquanto o jornal do horário nobre comove seus telespectadores com os filhotinhos de tartaruga, os Herodes do século XXI trabalham a todo vapor para avançar cada vez mais a indústria da morte.


Maré Verde, as abortistas da Argentina. Ah! A semiótica!



Você com certeza já ouviu falar de ao menos duas organizações ambientais, mas quantas organizações pró-vidas você conhece?


Está na hora de investir tempo e dinheiro em quem realmente trabalha para salvar vidas. Apoie uma organização pró-vida, faça sua parte: 10 organizações pró-vida.


Referências:

[1][2]: O que pensar dos testes com animais? Padre Paulo Ricardo.

Catecismo contra o aborto - Por que devo defender a vida humana, de Padre David Francisquini.

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