• Michel Barcellos

Eleições: o dia seguinte


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Hoje de manhã me apareceram várias análises e diagnósticos dos resultados das eleições municipais. Dos que eu li, todos pareciam muito coerentes. Mas eu preciso discordar de todos.


Preciso discordar porque não vi ninguém se dando conta que não há pauta política capaz de convencer por meios lógicos alguém que está com medo de morrer de gripe. Acompanhei diversos candidatos e apoiadores, com várias pautas conservadoras, mas nenhum tomou o pressuposto que os eleitores acham que vão morrer de gripe. Ninguém notou isso.


– Não, mas os nossos eleitores não pensam assim! – alguém poderia argumentar.


Ah, é? Eles usam máscara? Ah, usam porque é obrigatório? Se for obrigatório se atirar da ponte então, eles vão se atirar também. A histeria já foi aceita como normal. Ou seja, já está assimilado no inconsciente coletivo que todo mundo pode morrer de gripe.


Todo mundo DEVE morrer. Ao ganhar uma vida automaticamente se ganha junto com ela a morte. Como é bela aquela foto do pracinha brasileiro na Segunda Guerra Mundial exibindo um sorriso e uma bala de canhão. Ele estava ali para se encontrar com a morte e estava contente com isso. Hoje as pessoas têm medo de morrer de gripe. Consegue perceber a diferença?



Via Google


– Ah, mas isso vai acabar; no Rio de Janeiro as praias estão a lotar – não, não vai.


As medidas sanitárias não apenas vieram para ficar, como vieram para progredir até o nível de controle total sobre a vida, sobre o pensamento e sobre o espírito do homem. Duvida?


Bispos determinaram o fechamento de igrejas antes que governadores prendessem pessoas dentro de suas próprias casas por estarem orando. A ciência já tem valor espiritual mais alto que a religião.


Isso é só a ponta do iceberg de toda uma engenharia social que vem sendo executada há anos, há décadas. Em outros lugares do mundo já há decisões judiciais desautorizando pais cristãos a adotarem por ensinarem valores preconceituosos aos filhos que pretendem adotar; Vaticano sendo proibido de acolher um bebê para tentar salvar a sua vida. No meio disso tudo a imposição da união matrimonial de pessoas do mesmo sexo é apenas uma consequência lógica.


O professor Olavo de Carvalho alertou há umas semanas que a nossa luta é contra o diabo. Eu fiquei feliz quando o ouvi falando isso porque me poupa bastante trabalho em abrir a mente das pessoas. Ainda assim é uma ideia bem abstrata nas mentes da maioria, basta ver pela deputag postando oração no Twitter para D’us.


Quem não sabe quem é Deus vai combater o diabo com o que, com outro diabo? Assim fica difícil...


Eu não pretendo hoje fazer uma exposição mais detalhada com grandes explicações porque eu queria escrever um texto rápido, com um caráter de alerta. Depois eu apresento os esclarecimentos e os detalhamentos. Quero que quem não tenha percebido comece agora a prestar atenção que pode ser que não haja possibilidades de arrastar a Janela de Overton para a direita antes de se transpor a barreira da histeria sanitária.

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