• Amandaverso

Eleitores da Louisiana aprovam emenda contra o aborto.


Os eleitores de Louisiana aprovaram uma emenda bipartidária declarando que o aborto não é um direito consagrado constitucionalmente.





Segundo a Emenda 1: "Nada nesta constituição deve ser interpretado para garantir ou proteger o direito ao aborto ou exigir o financiamento do aborto".


A senadora estadual democrata pró-vida Katrina Jackson redigiu a emenda e contou com a colaboração dos republicanos.


Segundo Jackson, a emenda dá mais poder aos legisladores para avaliarem políticas de aborto.


"É importante entender que a Emenda 1 não é uma proibição do aborto. Simplesmente mantém a política do aborto nas mãos de nossos legisladores, em vez de juízes estaduais", escreveu Jackson.


"Nosso corpo de lei pró-vida garante que as mulheres tenham poder com a verdade sobre sua gravidez antes do aborto, que menores que procurem um aborto tenham o consentimento dos pais e que os bebês nascidos vivos após um aborto mal sucedido recebam atendimento médico imediato. Nossa lei também garante que nenhum dólar dos seus impostos estaduais financie o aborto. No entanto essas e outras leis estão em risco, a menos que aprovemos a Emenda 1", finalizou.


A conselheira sênior de defesa da liberdade da Alliance, Denise Burke, disse que a aprovação da Emenda 1 é uma grande vitória para a comunidade pró-vida.


"Os eleitores da Louisiana reafirmaram que toda vida humana inocente - nascida ou não - é digna de proteção legal e esclareceu que nenhum "direito ao aborto" pode ser encontrado na constituição do seu estado", disse Burke.


"Os eleitores da Louisiana deram um passo importante para fortalecer uma cultura de vida e acabar com o aborto sob demanda em seu estado", acrescentou ela.


Enquanto a esquerda tenta espalhar a narrativa de que o aborto é um direito constitucional, Burke observa que matar bebês não é um serviço de saúde, nem é algo que os americanos deveriam ter direito.


"Infelizmente, juízes de tribunais estaduais em mais de uma dúzia de outros estados já inventaram ou fabricaram um direito constitucional estadual ao aborto onde ele não existe", disse ela. "Mas o governo deve proteger a vida em vez de fingir que o aborto é de alguma forma saúde."


De acordo com a Associated Press, a Emenda Love Life foi aprovada por 65%. Sem dúvida, uma importante vitória contra a cultura da morte.


*Com informações de Breitbart e Associated Press.

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