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Emily Murphy, chefe da GSA, detalha ameaças à vida, à família e aos animais de estimação.

Emily Murphy, a chefe da Administração de Serviços Gerais (GSA), revelou na segunda-feira que recebeu ameaças daqueles que tentavam coagi-la a aprovar a transição presidencial de Joe Biden “prematuramente”.


Na segunda-feira, o presidente Donald Trump tuitou que disse a Murphy para seguir em frente com os planos para uma transição, embora reiterasse que acreditava que prevaleceria em seus desafios legais aos resultados da eleição em vários estados importantes.


Em uma carta a Biden notificando-o de que a GSA disponibilizaria recursos federais para ele no caso de ser certificado como vencedor da eleição presidencial, Murphy disse que nunca havia sido informada pela Casa Branca para atrasar a transição.


Ela acrescentou: “Eu, no entanto, recebi ameaças online, por telefone e por correio direcionadas para minha segurança, minha família, minha equipe e até mesmo meus animais de estimação, em um esforço para me coagir a tomar essa decisão prematuramente”.





Conforme noticiado segunda-feira(23/11), Murphy sofreu pressão de legisladores e empresários para iniciar os protocolos de transição.


​​“As ações dela podem muito bem prejudicar a capacidade da equipe de Biden de lidar com a pandemia quando assumir o controle. É uma questão de vida ou morte ”, disse Tapper, avisando que seu“ legado será escrito em pedra”.


Segundo a Reuters, a Lei de Transição Presidencial de 1963 não fornece um prazo firme para a GSA agir, mas a agência historicamente agiu assim que as organizações de mídia declararam um vencedor. Joe Biden foi declarado vencedor pela mídia em 7 de novembro, mesmo com todas as controvérsias.