• Gabriel Paculdino

Esqueça o governo. São as Big Corps que irão tornar a vacinação obrigatória

Já começam a se tornar cada vez mais frequentes as notícias acerca do progresso na produção das vacinas contra o Vírus Chinês. Com isso, vários governantes, a nível estadual ou nacional, já se manifestam a favor ou contra a vacinação obrigatória de suas populações.


Por mais maravilhosa que possa ser a notícia de que o governante "x" não irá obrigar seus governados a servirem de cobaias, tal manifestação possui pouca ou nenhuma relevância na dura realidade.


Isto porque, conforme tem sido pintado no cenário atual, não serão os governos que irão ditar a obrigatoriedade da medida, mas as corporações, com destaque para as grandes empresas. Mais uma vez, os grandes conglomerados empresariais - tecnológicos ou não -, cuja diretoria e índole desconhecemos (ou não), darão ordens a todos, interferindo em nossas liberdades individuais, tudo isso "para o nosso bem".


Trago à luz um exemplo do que acontecerá logo, caso não haja um movimento contrário a tais medidas - que, diga-se de passagem, é o que tem ocorrido.


A maior companhia aérea da Austrália, Qantas Airways, definiu que irá condicionar o acesso de seus clientes às aeronaves a prévia vacinação, por meio de um "passaporte de imunidade".


Veja: de fato, ainda não é obrigatório se vacinar na Austrália. Você só não poderá viajar para dentro ou fora do país na via aérea - isso sem contar a já previsível e discutida obrigatoriedade de vacina para andar de ônibus.


Ou seja, o governo não precisa nem mesmo se manifestar acerca da obrigatoriedade ou não da medida. Basta que as empresas de serviços essenciais, que fazem parte praticamente obrigatória da vida de todo cidadão ativo, limitem o acesso a seus produtos e serviços às pessoas que aderiram à vacinação.


Tal cenário é o que se espera para o Brasil. Por mais que o Presidente, Jair Bolsonaro, tenha se mostrado radicalmente contrário à medida, já se tem discutido a cobrança da vacina para ser contratado num novo emprego, para andar de ônibus, de avião, ou seja, cumprir as obrigações corriqueiras da vida civil.


Desta forma, não se fará mais necessário acionar a máquina pública para que a histeria passe a governar, com punho de ferro, nossas vidas. Basta que as atividades comerciais mais banais adiram à patota, para que nós, que esbravejamos por meses contra a medida, como bons conservadores que somos, corramos para a fila do posto de saúde mais próximo e supliquemos pela "picadinha".


E tudo isso a ser pago com o seu dinheiro.



Adicionar um título (1).png

© 2020 by  ShockWave Radio.

Faça parte de nossa Newsletter e receba as últimas notícias do Brasil e do Mundo