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Fraudemia: o mundo lá fora espera sua reação

por Zaraba Oliveira, jornalista sem “diproma”


- Fique em casa!

- Cadê a máscara?

- Use o álcool em gel!


São estas palavras de ordem que se ouve aos quatro cantos do meu pobre mundo. Na TV, nos rádios, nas redes sociais, na maioria dos sites de jornais. Como não bastasse tudo isso, os prefeitos inovaram e repetem os comandos via carros de som que se ouve a quilômetros, como se despertando seus demônios interiores sedentos de poder e de dinheiro.


- Fique em casa, passe álcool em gel de 15 em 15 segundos, use a máscara, pois o inimigo é perigoso Estamos trabalhando para salvar vidas e combatendo o Covid-19 - ladram.


Tais ideias de combate ao vírus vermelho, fabricado nos laboratórios do dragão apocalíptico, são de “cientistas” subservientes ao velho sonho de mentes megalomaníacas de estabelecer um governo mundial, uma tirania sem precedentes na história da humanidade, desmoronando tijolo por tijolo edifícios seculares da civilização ocidental.


Desde a seita iluminista, que sobrepôs a ciência à religião, a humanidade passou a ser refém de ideias e narrativas transformadas em dogmas pela comunidade científica que, não por acaso, disputa o primeiro posto de corrupção com os políticos com os quais andam de mãos dadas na maior parte do tempo. O “conhecimento” produzido por essa classe passa pelo filtro de artigos ditos “científicos”, cujos métodos estabelecidos supõem-se irrefutáveis, em revistas especializadas igualmente patrocinadas e controladas pelos “donos da verdade”.


“Um levantamento da revista ‘Nature’ mostrou que, só na primeira década deste século, o índice de anúncios dos temidos retracts, palavra inglesa que define o envio dos artigos para o esquecimento dos anais da ciência, multiplicou-se por dez, muito acima da alta de 44% na produção científica”, assinala artigo publicado pela Associação Brasileira de Ciência (ABC), um antro de comunistas, por conseguinte, parasitas. Eles, os cientistas, temem, com razão, que as fraudes coloquem em risco a ciência dogmática e seus métodos “infalíveis” para prover de luz a massa obscurantista. (1)


“Fique em casa!”, propagam os arautos da “ciência” enquanto os próprios trabalham, passeiam, vão às praias e festejam em espaços privados, aglomerados e sem máscara. Exemplos não faltam, como do prefeito de São Paulo, Bruno Covas, assistindo no final do mês de janeiro/21 a final do torneio de futebol “Libertadores”, no Maracanã, entre seu time, o Santos, e Palmeiras, para quem o presidente Bolsonaro torce. O Palmeiras ganhou por 1 a 0 e foi motivo para milhares de torcedores se aglomerarem nas ruas para o festejo do feito. Mas o que viralizou mesmo foi a foto do alcaide mascarado entre os torcedores no estádio, enquanto na sua cidade as pessoas estão impedidas de saírem e trabalharem por causa de um lockdown decretado, alé de outras restrições próprias dos verdadeiros fascistas.


Tudo em nome da ciência, para salvar vidas. Mesmo com publicações de estudos que indicam a ineficácia dessa medida no combate a qualquer epidemia ou pandemia. As experiências passadas não são consideradas pelos novos adeptos da seita científica. Por exemplo, o prêmio Nobel de química, Michael Levitt, de Stanford, disse em maio do ano passado que “o lockdown, fechamento total do comércio não-essencial como estratégia contra o coronavírus é uma perda de tempo e pode matar mais pessoas” (2). Acertou.


Levitt sugeriu na época que o impacto da pandemia do novo coronavírus com as medidas de isolamento social foram tomadas mais por pânico do que por evidências científicas conclusivas. E estava certo, novamente. E aqui no Brasil, a mídia, o STF e políticos esquerdistas dão razão um pseudo cientista, detentor de um “diproma” de biólogo chamado Átila Iamarino, que propaga pânico com previsões catástróficas e sequer é advertido. Andou ganhando dinheiro como garoto-propaganda de empresa chinesa e, suspeita-se, pode haver algo mais além do alinhamento ideológico.


Mas hoje, graças à Internet, sabemos que o buraco é mais embaixo, isto é, que a pandemia foi um plano orquestrado à luz do dia pelos globalistas sedentos de riqueza e, sobretudo, de comandar o mundo, acabar com as autonomias dos estados, impor regras de produção de bens, de condutas sociais e cancelamento de valores conservadores nos quais se baseiam a sociedade ocidental há séculos inspirados no cristianismo.


O vírus, pelo seu caráter de invisibilidade e a absurda crença na “ciência”, mostrou-se mais eficaz que qualquer exército para deixar de quatro todas as nações diante da tentação totalitária do Partido Comunista Chinês, que compra, corrompe e manipula políticos, magistrados e especuladores mundo afora. De todos os países, a China foi o único que lucrou e, de bônus, surrupiou na cara dura a eleição presidencial dos Estados Unidos. As relações mais que criminosas com Biden e caterva são mais que evidentes.


Sabemos hoje que tudo isso que vivemos foi fruto de anos de planejamento, de intensa propaganda alimentando o imaginário popular via mídia mainstream, cinema e livros etc. Em 1995, Steve Jakson lançou nos EUA o jogo de cartas Iluminatis nas quais estampa eventos futuros com impressionante precisão, como os ataques terroristas às torres gêmeas e ao Pentágono, o movimento LGBT, o BLM, as big tech, a própria pandemia, enfim todos esses eventos relacionados ao controle social e de linguagem. Pesquisem e vejam as cartas! Pesquisem também como Bill Gates patrocinou uma reunião das big pharma simulando uma pandemia que mataria milhões no mundo inteiro bem antes do coronavírus (sua patente) ser disseminado pelo PCCh no mundo, bem como as vacinas, que não passam de uma operação financeira e do macabro objetivo de reduzir a população de 10 a 15 por cento de imediato, uma vez que ninguém sabe a real composição dessa droga. Cientistas indianos encontraram linhas genéticas de HIV, que corrobora a rapidez de malefícios respiratórios superior ao H1N1, que matou tanto quanto este vírus atual.


Agora mesmo a mídia propaga variações da cepa, como em Manaus. Só aquele que está de olho no microscópio pode realmente ver o vírus. E quem vê? São cientistas contra os quais não se pode questionar, cientistas vendidos até a alma ao projeto globalista de usar o vírus para quebrar as economias e impor a Nova Ordem Mundial. Eles enganam o mundo pela criminosa mídia a serviço dos metacapitalistas. Mas será que vão conseguir enganar o tempo todo? Duvidoso. Mesmo porque a Europa, os EUA e até mesmo o Brasil vem registrando rebeliões contra os decretos ditatoriais emanados a partir da ONU e sua OMS, organismos controlados pelo comunismo internacional, que patrocina todas essas barbaridades. Não bastaram os mais de 100 milhões de assassinatos no século passado, querem mais, têm sede de sangue. E sua “vacina” tem como prioridade grupos de idosos e indígenas (no Brasil, para liberar a Amazônia), além do pessoal de saúde que simula na cara dura tomar a porcaria, entendem? Poderia aqui elencar inúmeros livros e artigos científicos de gente séria que coloca em xeque a eficácia de todas as vacinas. Há mais malefícios do que os próprios vírus causadores de patologias, isso é o mais evidente.

Observem os comandos, as palavras de ordem. Elas implicam em ações simultâneas no mundo todo catapultadas pela esquerda, que hoje está a serviço dos metacapitalistas para coroar a sua utopia de um governo único, de igualdade e justiça social. Você não terá nada, mas será feliz, apregoam os novos deuses de Davos, os iluministas do Fórum Econômico Mundial. São genocidas, depravados, acólitos do Satanás como todos aqueles que embarcam em suas narrativas...


Dizem querer salvar vidas, no entanto fecham os olhos e ouvidos ao clamor da população, notadamente aquele estamento mais pobre. Desviam o dinheiro, roubam oxigênio, alimentam o tráfico de órgãos, queimam e fecham as igrejas e investem pesadamente na supressão das liberdades individuais, principalmente da expressão, cancelam e acusam a todos de crimes que praticam. São comunistas, não surpreende ninguém. Desconfiem daqueles que lhes prometem o paraíso, um novo normal, são os falsos profetas.


A cereja do bolo envenenado dos globalistas já foi engendrada, o ovo está prestes a romper e liberar a grande serpente: the great reset! O mal necessário, o fim das pequenas e médias empresas, das moedas físicas e a marca da besta, aquela sem a qual não será possível se movimentar, comprar e vender, tal qual está explícita nas profecias bíblicas.


Pior do que o vírus é o medo, o isolamento. O fique em casa, as máscaras e o álcool em gel são símbolos da escravidão aceita passivamente. Mesmo que os suicídios, a fome e depressão sejam corriqueiros. Mesmo que as crianças - comprovadamente imunes ao morcego chinês - estejam afastadas das salas de aulas, da interação social, que adoecem e se estupidificam enquanto os pais seguem os decretos e não têm coragem de se unirem e extirparem o mal pela raiz.


A ciência, dona da verdade absoluta, ignora as evidências de que a grande massa infectada sequer tem sintomas e se cura, em sua maioria, sem o tratamento precoce, provado e aprovado como eficiente para evitar o agravamento respiratório e consequente internação. Ficam cegos diante da realidade e muitos médicos se tornam cúmplices do genocídio. Aqueles poucos corajosos que tomam iniciativa de salvar vidas são perseguidos, caluniados. Os tiranos riem nas TVs, debocham nas redes sociais e escancaram sua hipocrisia. E são aplaudidos por celebridades exemplares de más condutas, de imoralidades, ainda assim com milhões de parvos seguidores, tão idiotas quanto eles próprios.


Fique em casa, com álcool em gel e máscara, enquanto o mundo lá fora se estertora à espera de sua reação na retomada de seus valores, de sua liberdade e de sua crença em Deus.


Fique em casa, fique louco e morra!


REFERÊNCIAS:

(1) http://www.abc.org.br/2014/07/15/explosao-de-equivocos-e-fraudes-em-estudos-publicados-deixam-a-ciencia-em-xeque/

(2) https://exame.com/ciencia/lockdown-e-perda-de-tempo-e-pode-matar-mais-diz-cientista-de-stanford/