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George Floyd tupiniquim?

Crimes ocorrem como protesto pela morte de João Alberto Silveira Freitas, 40, espancado em um mercado do Carrefour em Porto Alegre.


Carrefour na Rua Pamplona Reprodução CNN Brasil/Divulgação

A morte de João ocorreu na quinta-feira (19). Os agressores têm 24 e 30 anos e são um policial militar e um segurança de loja. Eles foram presos em flagrante suspeitos de homicídio doloso. A investigação trata o crime como homicídio qualificado. De acordo com a Brigada Militar, o espancamento começou após um desentendimento entre João Alberto e uma funcionária do supermercado Carrefour.


João Alberto, 40, tinha 15 antecedentes criminais que já havia respondido ou respondia. São 15 inquéritos e processos por violência doméstica.


Processo nº: 001/2.17.0090192-1 Apelação nº: 70078998200, conforme as informações disponíveis no site do TJRS: Consulte aqui.



Pelas redes sociais nesta sexta, o CEO mundial da empresa, o francês Alexandre Bombard, afirmou que “medidas internas foram imediatamente tomadas pelo Grupo Carrefour Brasil, principalmente em relação à empresa de segurança contratada. Essas medidas são insuficientes. Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência”.


E ele continua: “Gostaria de expressar meus profundos sentimentos, após a morte do senhor João Alberto Silveira Freitas. As imagens postadas nas redes sociais são insuportáveis. Espero que o Grupo Carrefour Brasil se comprometa, além das políticas já implantadas pela empresa. Peço, neste sentido, que seja realizada uma revisão completa das ações de treinamento dos colaboradores e de terceiros, no que diz respeito à segurança, respeito à diversidade e dos valores de respeito e repúdio à intolerância”.


Terrorismo em forma de Manifestação


São Paulo

Os vândalos desceream a Rua Pamplona, na região da Paulista e passaram na frente de um Carrefour que fica dentro do Jardim Pamplona Shopping e levantaram os portões do shopping, que estavam fechados. Os vândalos quebraram vidros da fachada do estabelecimento e também derrubaram produtos das prateleiras.





Porto Alegre


Mais de 40 pessoas se concentraram em frente ao estabelecimento munidas de cartazes e bandeiras. A presidente do grupo TEZ Bartolina Catanante contou que as pessoas pretas vivem quase 500 anos de violência, porém, agora têm visibilidade.

"As lentes estão extremamente atentas, mas a violência que a população preta sofre é de muito tempo no Brasil. Principalmente os homens negros, que até os 25 anos de idade, já estão mortos. Presenciamos a morte de George Floyd e agora o do Beto e, não podemos aceitar isso nunca."

Foto: Marina Romualdo

O Ministro Gilmar Mendes mostrou seu apoio pelo grupo terrorista BLM (Black Lives Matter ) ou Vidas Negras Importam pelo Twitter:



Outras celebridades pouco relevantes ou nada relevantes também se manifestaram sobre o caso, mas ninguém liga.


O grupo terrorista Black Lives Matter ganhou espaço nos EUA devido ao apoio e financiamento dos globalistas e democratas, sendo um deles George Soros. Agora em mais uma tentativa óbvia de importar essa onda de terrorismo e destruição para o Brasil criando uma guerra entre brancos e negros, pouco provável de acontecer no Brasil, a não ser que seja altamente impulsionada por elites globalistas.


Estaremos atentos aos próximo movimentos dos esquerdistas junto a esses protestos violentos e criminosos.