• Shock Wave News

Guardas da prisão de Jeffrey Epstein admitem falsificar registros


Reprodução

Os dois funcionários do Departamento de Prisões encarregados de proteger Jeffrey Epstein na noite em que ele "se matou" em uma prisão de Nova York admitiram que falsificaram registros, mas não deverão ficar atrás das grades por causa de um acordo com promotores federais, disseram as autoridades na sexta-feira (21).


Os funcionários da prisão, Tova Noel e Michael Thomas, foram acusados ​​de dormir e navegar na internet em vez de monitorar Epstein na noite em que ele se suicidou em agosto de 2019.


Eles foram acusados ​​de mentir nos registros da prisão para fazer parecer que haviam feito as verificações exigidas no pedófilo antes do mesmo ser encontrado em sua cela em 10 de agosto. O legista da cidade de Nova York considerou a morte de Epstein um suicídio. A internet discorda do laudo.


Noel e Thomas seriam, em vez disso, submetidos a libertação supervisionada, obrigados a completar 100 horas de serviço comunitário e a cooperar totalmente com uma investigação em andamento pelo inspetor geral do Departamento de Justiça.


Os dois "admitiram que 'intencionalmente e sabidamente concluíram a contagem falsa e a ronda em relação às contagens e rondas necessárias'" na unidade habitacional onde Epstein estava detido, diz a carta.


Os promotores alegaram que Noel e Thomas se sentaram em suas mesas a apenas 15 metros da cela de Epstein, compraram móveis e motocicletas online e caminharam pela área comum da unidade em vez de fazer as rondas obrigatórias a cada 30 minutos.


Durante um período de duas horas, ambos pareceram ter dormido, de acordo com a acusação movida contra eles.


O relatório revelou que a prisão estava sofrendo de problemas, incluindo falta crônica de pessoal que leva a horas extras obrigatórias para os guardas dia após dia e outros funcionários sendo pressionados a trabalhar como agentes correcionais.