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Igrejas incendiadas e saqueadas em meio a tumultos na capital do Chile.




Uma das igrejas, localizada perto da Plaza Itália, foi “queimada até o chão enquanto os manifestantes encapuzados aplaudiam”, enquanto a segunda igreja, que também “sofreu danos de incêndio”, foi saqueada, segundo a AFP.


Os recentes protestos na capital chilena, Santiago, foram marcados pela devastação de duas igrejas, pois as manifestações inicialmente pacíficas que começaram no domingo, 18 de outubro, acabaram sendo marcadas por violência, vandalismo e saques.


Uma das igrejas, localizada perto da Plaza Italia, foi “queimada até o chão enquanto os manifestantes encapuzados aplaudiam”, enquanto a segunda igreja, que também “sofreu danos de incêndio”, foi saqueada, segundo a AFP.


O local de culto que foi "totalmente destruído", a Igreja da Assunção, é supostamente conhecido como "paróquia dos artistas" e data de 1876.


Os comícios em Santiago acontecem uma semana antes do próximo referendo sobre a reescrita da constituição do país, que é uma das principais demandas do movimento de protesto iniciado no ano passado.



Em outubro de 2019, o governo chileno aumentou as tarifas do metrô, desencadeando uma onda de protestos que gerou violentos tumultos e confrontos com a polícia enquanto pessoas em todo o país saíam às ruas para exigir educação e saúde gratuita e decente, bem como para protestar contra os baixos salários.