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  • Michel Barcellos

Livro: Recusa à Vacinação


Um ano inteiro trancado em casa. Um ano de exigência de uso de máscaras. Gente morrendo. Gente ficando doida. Gente falindo e grandes corporações tomando as respetivas fatias do mercado que eram deixadas para trás.


Depois disso tudo o governo quer me vacinar. E, pior que isso, quer vacinar todo mundo! Aproveitando o fato de ter obtido êxito em deixar todos meio histéricos, surge com teorias jurídicas idiotas que, por incrível que pareça, estão firmadas no ordenamento há décadas, para, enfim, tomarem todo controle sobre a alma do cidadão.


Mas não com o Michel aqui! Eu não sou coercível, nem coagível! Ninguém consegue me convencer a fazer o que eu entendo ser errado por qualquer tipo de ameaça. Quanto mais alta é a ameaça maior será a pena que o intimidador pagará no inferno.


Eu me preparo para suportar receber todo tipo de dor para que eu tenha a resiliência necessária para suportar as penas por não me dobrar a tiranos. Pois é desse tipo de gente que o povo precisa, e não há ninguém fazendo isso. Caso tivesse, eu me apegaria a tal pessoa.


Como não tem, vai ter que ser eu mesmo.


Esta é a sinopse do meu livro Recusa à Vacinação, que se originou de processo administrativo de mesmo nome imposto pelo Tribunal de Justiça – onde eu trabalho – para cada servidor que fosse apresentar atestado médico com impedimentos para a vacinação.


Eu não sei se possuo algum impedimento clínico para a vacinação e nem quero saber. Não posso sair buscando impedimento para descumprir cada ordem que o estado resolver impor a todos. Além do que, meu trabalho não é salvar a minha pele, mas mostrar como se pode e se deve resistir mesmo quando não haja outra opção confortável.


Conforme ensina Santo Agostinho, a cidade de Deus direciona o povo para o Reino dos Céus e a cidade dos homens direciona o povo para o inferno. A primeira coisa que um indivíduo deve reconhecer no estado é que ele direciona o povo, pois há uma ilusão de que isso não ocorre, e esta ilusão foi criada pelo liberalismo.


Após o despertar de consciência de que o estado guia o seu povo, pode-se buscar compreensão sobre qual o destino para onde se está sendo direcionado, se é para o céu ou para o inferno. O resto não importa, pois todos vamos morrer e iremos para um destes dois lugares. E, para quem não consegue fazer essa distinção, meu livro ajuda a abrir os olhos com relação a isso.


Não importam os direitos individuais ou coletivos, a discussão acerca disso é materialista, e circular numa discussão sobre essas questões apenas levará para o caminho da cidade dos homens. Ou seja, qualquer cristão que se propõe a discutir o direito apenas com as regras jurídicas que lhe foram apresentadas, direcionará seu cliente e a si mesmo para o inferno.


E isso não é culpa de o direito ser incapaz de atingir o conhecimento espiritual, mas culpa de o sistema jurídico moderno impedir o acesso a ele. Aliás, o direito nada tem a ver com isso. Na verdade, nem se deveria chamar o atual sistema jurídico de direito, justamente por causa dessa limitação que ele impõe à sociedade, com propósito de direcioná-la para caminho oposto ao que direcionava o sistema jurídico anterior.


É o sistema jurídico atual que impõe barreiras na consciência individual acerca de resistência a ordens injustas. Todos estão confusos sobre quais maneiras corretas de enfrentar a situação das medidas sanitárias impositivas, e no meu livro eu tento trazer um modelo de postura a ser seguido.


Em primeiro lugar eu busquei entender qual era a maneira mais justa e mais correta de se portar diante de algumas situações que se apresentavam, para em seguida me esforçar para assimilá-la, e então manifestá-la. Este é o verdadeiro uso do livre-arbítrio, que o estado é incapaz de tolher.


O verdadeiro uso do livre-arbítrio é o que permite dispor da própria vida para resistir a uma ordem injusta. E o virtuoso uso do livre-arbítrio é aquele que permite compreender qual é a forma correta de dispor da própria vida sem que isso seja feito em vão. É o uso correto da prudência.


Bem, foi um ano inteiro trancado em casa, então eu pude estudar e entender quais são os problemas do sistema jurídico moderno e o que havia antes dele. O que eu pude entender, eu apresentei no livro “Recusa à Vacinação”, disponível na Amazon brasileira em versão para Kindle, e em versão impressa na Amazon americana.


Como logo que a edição impressa ficou pronta eu encomendei e até agora não chegou, vou esperar a chegada para verificar se ficou bem feita e poder disponibilizar o link. O link para a edição Kindle é este: https://t.co/0wWlmIvL4P


A primeira parte é composta da minha argumentação inicial no processo administrativo chamado Recusa à Vacinação; a segunda parte traz todos os artigos que eu publiquei aqui na Shock Wave News; e o anexo traz um estudo sobre a obra de José Pedro Galvão de Sousa, que me ajudou a chegar ao entendimento que eu apresentei no texto inicial.


Espero que meu livro seja de grande utilidade para todos ;)