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Maduro busca um diálogo "decente" com Joe Biden

O ditador comunista venezuelano Nicolás Maduro disse no domingo que buscará um diálogo com o candidato à presidência americana Joe Biden após alegações da mídia o declarando presidente eleito.


via Reuters

Maduro expressou o desejo de “canais de diálogo dignos, sinceros e diretos” entre os dois países.

Biden prometeu assumir uma linha igualmente dura contra o regime socialista durante sua campanha contra Trump. Ao longo de sua campanha presidencial, Biden tentou replicar a linha dura do atual governo contra a Venezuela, admitindo que Maduro era um "ditador" e criticando Trump por expressar sua vontade de se encontrar com ele nas circunstâncias certas.


“Trump fala duro sobre a Venezuela, mas admira bandidos e ditadores como Nicolas Maduro”, escreveu ele no Twitter em junho. “Como presidente, estarei com o povo venezuelano e pela democracia”.

Biden conheceu Maduro pessoalmente como vice-presidente em 2015. Em vez de pressioná-lo pelas inúmeras atrocidades contra os direitos humanos que seu regime estava cometendo ao reprimir protestos naquele ano, Biden elogiou a forte linha dos cabelos de Maduro.

“Se eu tivesse seu cabelo, seria presidente dos Estados Unidos”, disse ele a Maduro durante o encontro no Brasil.


Maduro afirmou logo após esta reunião que Biden estava pessoalmente conspirando para assassiná-lo.


Biden, um ex-membro do Comitê de Relações Exteriores do Senado, ajudou a forjar uma política de apaziguamento e diálogo com países desonestos como Irã e Cuba. Os especialistas acreditam que seu histórico em política externa, bem como a dramática mudança para a esquerda dentro do Partido Democrata, foi uma das principais razões pelas quais ele perdeu terreno com os hispânicos em todo o país.