• Evandro Pontes

Manifesto Anti-comunista



Aconteceu o que todos temiam: o comunismo venceu.


No Brasil, o receio que todos tinham do país se tornar uma “Venezuela”, não se justifica mais: essa transição política já ocorreu.


Nossa soberania foi formalmente entregue a autoridades estrangeiras e nossos governantes não são mais independentes na tomada de suas decisões.


A profética análise de Ben Garrison de 28 de março de 2020 atingiu o VI estágio nesta semana, em todo o mundo.





O Great Reset é uma realidade inescapável e uma série de medidas serão tomadas em 2021, para que adentremos no ano de 2022 em um sistema mundial totalmente modificado, quando a dependência absoluta em face de Estados, megacorporações e entidades paraestatais se firmar de maneira definitiva.


Até lá, entretanto, mais uma ou duas rodadas de parte do sistema atual que está sendo erodido, ainda precisará ocorrer, para que a transição se mantenha imperceptível para quem já aceitou o “novo normal”: tratam-se de eleições sob sufrágio universal. Esse é um sistema inescapável e até as mais sangrentas ditaduras, como Cuba e Coréia do Norte, precisam do sufrágio universal para justificar e legitimar o exercício do poder, por mais abusivo que seja.


E em 2022 o sistema, por mais avançado que vai estar, ainda dependerá do seu voto.


Sem o seu voto, essa AGENDA2030, que foi adiantada em 10 anos, poderá novamente ser atrasada por outros 10 anos ou, dependendo do resultado das urnas, ser enterrada para sempre.


Para que se possa compreender isso, temos que recuar no tempo para 2013.


2013: a primeira tentativa


O ano de 2013 foi crucial não apenas para o Brasil, mas para o mundo como um todo.


Uma tentativa de aceleração desse reset foi tentada no ano em que Obama e Biden tomaram posse para um segundo mandato e logo no mesmo ano, retomam relações com Cuba em histórico evento de demonstração de amizade de Obama com Raúl Castro. Em 2013 é o ano em que e o pontificado de Francisco I teve início com a misteriosa e repentina abdicação de Bento XVI. Também subiram ao trono nesse ano Rafael Correa (no Equador) e Frau Merkel na Alemanha (esta, pela terceira vez consecutiva). É ano que morreu Hugo Chaves, ascendendo ao poder o seu sucessor, o genocida Nicolás Maduro.


Foi em 2013 que Snowden, com a ajuda de Glenn Greenwald, vazou informações cruciais de agências de informação americanas que eram controladas por Clinton e Obama. O resultado da Primavera Árabe deu no Egito a oportunidade de deposição de Mubarak, que abriu caminho para a Irmandade Muçulmana organizar, a partir desse ano, o Estado Islâmico (ISIS) em todo Oriente Médio. Nos EUA, a Suprema Corte reconheceu o casamento de pessoas do mesmo sexo, abrindo campo para o crescimento fenomenal da agenda LGBT, que desde então vem fazendo estragos no campo do entretenimento infantil.


Mas foi no Brasil que o ano de 2013 teve papel fundamental na política.


Protestos violentos em várias capitais tiveram início, na tentativa de acelerar por aqui um conjunto de pautas socialistas, por meio de uma revolução gerada por confronto físico. Foi ano dos black blocs, tanto aqui quanto nos EUA – com a diferença que nos EUA o movimento Ocuppy alcançou o seu fracasso definitivo naquele 2013, com a ordem dada pelo prefeito de Portland para desfazer todos os acampamentos.


Da evolução de riots com desculpas raciais misturadas a questões econômicas (“we are 99%”), remanescentes do ano de 2011 para a decadência do movimento em 2013, o Brasil colheu dessa experiência americana o seu plano de ação em meio ao grito “não vai ter Copa”.


O tiro, entretanto, saiu pela culatra e um movimento anti-corrupção desaguou com a retirada do establishment do poder em 2018 e frustrando os planos da esquerda em usar 2013 a seu favor.


Nos EUA, em 2016, o fenômeno Trump havia sinalizado uma guinada no eleitorado, que prontamente abandonou essas pautas e esse caminho de congraçamento comunista.


Chegado 2020, a solução obtida por meio de uma pandemia cristalinamente fabricada, retomou o rumo do processo em favor dos movimentos que tinham falhado em 2011 nos EUA e em 2013 no Brasil, permitindo uma “virada conservadora”.


A primeira fase do pânico, que em revoluções anteriores era instalada por meio de revoltas armadas, foi obtida de forma “científica”. Com medo, a população aceitou se confinar e vem aceitando as regras marciais de se trancar em casa de janelas fechadas, entrando assim cada vez mais profundamente em um estado de dependência das ferramentas do establishment: grandes partidos, Estado, grandes corporações e entidades paraestatais (inclusive ONGs). O efeito paralelo foi a criação de um rebanho amedrontado, acovardado e obediente – sonho de todo maníaco comunista que aquece as nádegas no calor da cadeira do poder.


E o único elo de dependência, conforme vimos neste 2020, reside no voto.


Tanto a eleição nos EUA quanto o lockdown parlamentar em Israel agora em 2020 mostraram que o establishment ainda precisará do voto popular por algum tempo, até que imponha o sistema pronto de um “novo normal”, quando o voto não será mais necessário. Isso vai acontecer se nenhuma providência for tomada AGORA.


Com a decisão do STF de ontem impondo a vacinação obrigatória e delegando a certificação dessa vacina para autoridades estrangeiras, e considerando que o sagrado direito de retomar a liberdade de ágora (qual seja, de protestar nas ruas) foi suspenso por ordem sanitária, restou ao cidadão as redes.


Contudo, movimentos de infiltração nas redes bem como truculentas iniciativas de controle judicial tomadas pelo STF, inviabilizaram, item, as redes, com destaque para o Twitter (rede que decidiu tanto as eleições de 2016 favoravelmente a Trump, quanto a de 2020, desfavoravelmente).


O presidente brasileiro eleito em 2018 foi indubitavelmente posto sob tutela política (e militar) a partir de 2020 e nada mais pode fazer pelos seus eleitores. Foi claramente usurpado de seus poderes e o cidadão não pode mais contar com ele.


Com a vacinação compulsória colocada em estilo quid-pro-quo, o cidadão corre grave risco de perder direitos essenciais e de natureza alimentar, se opuser resistência de ingresso no rebanho.


O atentado às liberdades públicas e civis manietado pelo establishment (que inclui STF, TSE, Congresso Nacional, partidos políticos de Centro e de Centro-esquerda [agora congraçados com a esquerda], ONGs [tanto nacionais quanto estrangeiras], FFAA, grandes corporações todas credoras do estado via BNDES) não deixou mais nenhum instrumento de protesto ao cidadão.


Se sair às ruas, é preso.


Se protestar nas redes, é preso.


Se falar em canais controlados pelas big tech, é censurado (e, muita vez, pela própria horda de apoiadores que se vendeu ao establishment e que, em 2013, dizia lutar contra ele). Se disser algo ligeiramente diferente do que o establishment permite, é desmonetizado ou caçado por movimentos como o Sleeping Giants (uma das entidades paraestatais controladas pelo próprio establishment).


E o que temos?





A única opção que ainda resta ao cidadão é o seu direito de voto.


Entretanto, o eleitor brasileiro, atento, viu que sua última esperança de voto dada em 2018 em um candidato que se vendeu como anti-establishment, falhou ontem.


Como usar então essa única arma que ainda lhe resta ser usada?


Simples – o VOTO NULO.



Voto Nulo


O voto nulo é o great reset conservador.


É antídoto a todo esse movimento.


O voto, seja em qualquer candidato hoje que seja posto pelo sistema que ai está, é forma de legitimação do próprio sistema, ainda que o candidato se apresente como ultra-conservador ou como anti-establishment.


O sistema é propriedade privada do establishment e concorrer pelas regras que ai estão, correndo o risco de perder por fraudes, é dar ao inimigo o último elemento que ele precisa obter de você: legitimidade.


O voto nulo ou em branco retirada completamente a legitimidade do pleito.


O pleito é legal e ainda que um candidato vença com 3 “votos válidos” contra 100 milhões de votos nulos, ele será, jurídica e legalmente “o eleito”.


Mas politicamente, a situação será de completo colapso do sistema.


Foi por essa razão que em 1997, o astuto FHC alterou a lei eleitoral por meio da nova lei dos partidos (a 9.504), para tornar os votos brancos também inválidos.


Essa modificação de 1997 visava evitar que chegássemos a situação em que estamos hoje, tendo embutido no voto em branco o poder jurídico de invalidar eleições.


Hoje esse poder não existe e foi retirado do cidadão. O voto, desde 1997, quando FHC e ACM consolidaram a sua política de coalização com o sistema econômico do capitalismo de laços, se tornou uma vacina legitimadora do establishment. A política do “vote no menos pior” ou “vote no PSDB senão o PT volta” tem sido o suicídio político que todos os conservadores vêm cometendo, ao lado de sua submissão a aceitar chapas de aluguel, coalhadas por problemas de corrupção, como forma de tentar fazer algo “de dentro pra fora”.


Chega!!! Não dá mais!!! Isso tem que acabar e temos que resgatar o valor político do voto nulo, a nossa última e derradeira arma que a lei nos permite usar para criar um verdadeiro movimento de negação ao comunismo que estão querendo nos impor.


Sua última arma


O próprio TSE, ao analisar a lei e a doutrina que a fundamenta, sabe que o voto em branco é uma escolha e, de todas, a escolha mais dura: é a rejeição consciente de todos os nomes e candidatos (im)postos ao eleitor por um sistema partidário absolutamente corrompido e feito para você perpetuar o avanço da agenda que está destruindo a sua família. Já no voto nulo o eleitor pede para desconsiderar seu ato eleitoral e por isso é um não-voto.


Pensem no período em que tínhamos a cédula de papel: o voto nulo ocorria quando o eleitor marcava “x” em mais de um nome e o voto em braco é quando o eleitor não marcava para nome algum. O voto em branco era uma rejeição absoluta e o nulo era uma indecisão.


O nulo evoluiu quando rasuras ou votos de protesto (como o rinoceronte Cacareco em 1959 ou o macaco Tião em 1988 receberam, respectivamente, 100 mil e 400 mil votos) se tornaram uma tradição no Brasil. Naqueles idos de 1988 a deslegitimização do sistema foi duramente ameaçada quando o povo escolheu um chimpanzé para exercer um cargo público.


E logo que entrou a urna eletrônica, os votos satíricos foram extirpados da tradição brasileira ao passo que o voto em branco virou uma subcategoria do nulo, fazendo com que o nulo ocupasse essa função de protesto ou de escolha por nenhum. O brasileiro passou a usar do protesto com figuras reais, como o palhaço Tiririca, um eleito que carregou pelo quociente eleitoral outros 3 deputados que hoje servem dedicadamente ao Centrão.


Mesmo quando o brasileiro tentou fazer chacota com o Centrão (o establishment parlamentar), o Centrão venceu.


Com as regras que ai estão, o Centrão NUNCA PERDE exceto se você votar nulo ou em branco.


A manobra jurídica de downgrade do voto em branco, fez um upgrade do nulo e assim deu ao eleitor uma arma perdida e nunca usada que mídia mainstream, políticos e demais integrantes do establishment fazem questão de silenciar sobre.


É necessário que eleitor comece desde já a sua campanha para 2022 e se comprometa a sinalizar para o establishment que ele não vai mais legitimar as suas ações.


O voto nulo passa a ser uma obrigação em 2022. Comece a sua campanha pelo voto nulo em 2022 já nestas festas de fim de ano. Convença os seus parentes e amigos próximos a votar nulo em 2022.


Cidadãos de bem devem também abdicar de qualquer candidatura e tomar absoluta distância de todo e qualquer partido de aluguel, chapa de adesão ou legenda fisiológica de empréstimo.


Não abrigue seus valores em prostíbulos partidários.


Seus valores, eleitor, são jóias preciosas que você tem que resguardar única e exclusivamente na sua casa, com a sua família. Não o empreste para partidos políticos que sejam criados sob as regras que ai estão.


Saiba que a sua única saída desde já até 2022 será por não emprestar a sua legitimidade à falsa legalidade que esses integrantes do sistema vêm criando para tornar você parte de um rebanho que vai ser vacinado daqui dias.


Comece hoje uma enorme campanha pelo voto nulo em 2022. Não se candidate e trabalhe para que o povo isole os políticos em sua redoma, em seu próprio sistema. Não dê a eles o que eles querem, o seu voto.


Quiçá consigamos chegar em 2022 com mais de 57 milhões de votos nulos ou em branco.


A partir desse resultado você verá o Grande Reset conservador ter início.


DIGA NÃO AO CENTRÃO!


VOTE NULO EM 2022!


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