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Massa Zumbizada

Por Ricardo Diniz


Por onde ando (e olha que ando muito de trem e ônibus), percebo que as pessoas estão inertes em se falando de notícias tendenciosas. Por mais que tentemos acordá-las somos vistos como teóricos da conspiração.


Já enfrentei inúmeras vezes seguranças, guardas e até alienados por ser contrário ao uso da focinheira, contudo com minha covardia em perder meu emprego, me submeto ao uso abaixo do queixo - nunca bebi tanta água nessa fraudemia (bebendo água, tenho a “desculpa” para estar sem máscara).


O brasileiro médio não consegue entender que nenhuma dessas ações faz sentido. Quando se mostra a incongruência ele até consegue concordar, porém não há ações práticas que o levem a confrontar tais medidas arbitrárias.


Há pessoas que procuram mostrar a verdade e labutam para que os desavisados despertem desse pesadelo que estamos vivendo, entretanto, as pessoas estão lobotomizadas. A passividade das pessoas diante de tais atrocidades me assusta, pois os ditadores crescem em suas ações exatamente porque o silêncio dos bons reina na nossa sociedade.


Há um tempo, o Allan dos Santos, no canal Terça Livre no YouTube, discorreu sobre a omissão dos alemães diante do que ocorreu na Alemanha nazista. A conclusão é que não foi só o estado policialesco que levou o caos, mas exatamente o fato de muitos alemães mostrarem desprezo pelo que estava sendo imposto. Atualmente quem ousa questionar qualquer divergência é taxado de negacionista por simplesmente mostrar que estamos vivendo em realidades piores que Black Mirror.


Há inúmeras evidências e estudos de que essa “pandemia” na verdade é um enorme engodo. Lembro que no ano passado qualquer diagnóstico de enfermidade no estado de São Paulo seria colocado na conta do “Covid”. Hospitais e prontos-socorros nunca estiveram vazios e muitos sabiam disso, mas eu não sei o que aconteceu com as pessoas que simplesmente passaram a acreditar que os leitos estão todos lotados e há agora - não antes, uma superocupação.


Os realistas já diziam que ao cairmos nessa canalhice de “pandemia” logo surgiria a segunda onda, fases coloridas e isolamentos intermináveis. Hoje vejo que as pessoas próximas a mim que eu via como bastião da sabedoria, cristãos autênticos, “sal da terra” e que não temiam a morte, se entregaram ao medo e toda aquela sabedoria desapareceu.


Antigamente diríamos que se ousassem cercear a liberdade do brasileiro a coisa ficaria feia. O jeitinho brasileiro está acabando, vejo pessoas de todos os tipos e mais da metade ficou com medo do vírus chinês. Pessoas sozinhas na rua, dentro do carro, correndo, treinando em academias etc., todas usando a focinheira. Há uma enxurrada de exemplos, mas todos me levar a perceber que o medo está presente. O medo que sempre foi usado como arma há centenas de anos, mesma tática, nenhuma novidade. Nunca foi tão fácil acabar com a liberdade.


Flávio Morgenstern usa praticamente como um mantra a seguinte frase: “à medida que nos tornamos mais “inteligentes”, ficamos sem amigos”. Ainda não me considero inteligente, mas consigo notar a campanha de desinformação e mentiras propagadas ad nauseam por todos os setores da mídia e governos.


Hoje entendo o quanto uma base cultural faz falta, pois percebe-se claramente que quanto maior o gabarito das pessoas, mais vulneráveis elas parecem diante dos fatos. Impressiona-me como as pessoas não conseguem concatenar com aquilo que estão vendo, até entendo que as pessoas não querem acreditar em determinadas pessoas, porém não acreditar no que veem e não questionar a falta de lógica é de uma imbecilidade tremenda.


Estamos sendo confinados em nossos lares a bel-prazer de tiranetes com a justificativa do “combate a um vírus mortal”, mas é curioso notar que o vírus é boêmio e a maior incidência de casos é exatamente nos estados onde os tiranos decretam “luto”.


Há dias me questiono se as pessoas irão de fato acordar desse pesadelo e iremos em massa desobedecer a esses atos ilegais. Infelizmente, a conclusão a que chego é que no ritmo que as coisas estão sendo resetadas, tudo isso faz parte de um grande plano, no qual somos a peça-chave, e diante do qual a sociedade não irá reagir.