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MMFDH: Emprego para as venezuelanas...no Brasil.

Ministra Damares conta com os esforços da Secretaria Nacional de Proteção Global e Virada Feminina para GARANTIR vagas de empregos para mulheres venezuelanas no Brasil.

Arquivo MMFDH

A situação das mulheres e das famílias foram o foco da reunião realizada para discutir a interiorização de venezuelanos. As medidas debatidas, nessa quarta-feira (4), levaram em conta a oferta e a garantia de vagas de emprego aos imigrantes. A articulação, iniciada pela titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), ministra Damares Alves, conta com esforços da Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG) e da Virada Feminina.

“Temos desenvolvido diversas ações para a promoção da dignidade dos imigrantes. Essa parceria com a Virada Feminina é muito oportuna e bem-vinda, visto que é fundamental promover a capacitação e a empregabilidade dessa população”, declarou a secretária adjunta da SNPG, Maíra Miranda.

Na ocasião, os participantes do encontro definiram detalhes do projeto-piloto que será implementado inicialmente em três estados. A ideia é que a ação que será desenvolvida, inicialmente, no Rio Grande do Sul seja levada, em seguida, para São Paulo e Minas Gerais.

A Virada Feminina se dispôs a fazer essa parceria para impactar vidas, gerar políticas públicas efetivas dentro das pautas que abraçamos junto com a ministra Damares. É um ponto positivo para nós e para toda a sociedade civil brasileira que se interessa em ajudar efetivamente”, disse a idealizadora da Virada Feminina, Marta Livia Suplicy ( MDB Mulher, ativista pelo EMPODERAMENTO feminino e presidente da Virada Feminina.

Via Instagram

“Em todos os estados foram pensadas realizações palpáveis, plausíveis e que gerassem impacto. O lema da Virada Feminina é sair da discussão e partir para a ação, e nós encontramos parceiras na SNPG”, concluiu Marta.


O desemprego atinge seu maior número chegando a 14,4% de desempregados em rodo Brasil, segundo o IBGE. Sendo a maior taxa já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.


Os dados mostram que foram fechados 4,3 milhões de postos de trabalho em apenas 3 meses, levando o total de desempregados a 13,8 milhões de pessoas, um aumento de 8,5% frente ao trimestre anterior.

Diálogo O MMFDH tem trabalhado outras ações com foco na inclusão socioeconômica de imigrantes pertencentes a grupos com necessidades específicas de proteção. No dia 30 de outubro, foi realizada uma roda de conversa com mulheres venezuelanas, em Boa Vista (RR), com o tema “Mulher Migrante no Brasil: Desafios e Oportunidades de Trabalho e na Vida”.

A conversa foi conduzida em dois momentos distintos. No primeiro, foram discutidos os direitos laborais e mecanismos de proteção das mulheres no Brasil. Já no segundo momento, a discussão abordou oportunidades de emprego, capacitação e desenvolvimento para mulheres venezuelanas em Roraima e no restante do país. A iniciativa, que resultou de uma parceria entre o MMFDH e a Organização Internacional para as Migrações (OIM - pertencente a ONU), teve a participação de convidados do Ministério da Defesa (MD) e do Ministério da Cidadania (MC).

Venezuela A República Bolivariana da Venezuela é palco de conflitos políticos e vive uma situação deplorável. Violência, fraudes, censuras e repressões, torturas e mortes causadas pelas autoridades da ditadura de Maduro. Na Venezuela o COMUNISMO deu certo.

Nicolás Maduro é acusado pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) de liderar uma grande operação de tráfico de drogas, associação e conspiração com o grupo guerrilheiro colombiano Farc.


A Venezuela mantém alianças com países como Cuba, China e principalmente a Rússia. Recebendo auxílios econômicos, fornecendo informações importantes, investimentos, empréstimos, acordos comerciais e linhas de crédito, apoio bélico.


O país vive instabilidades no governo desde 2013. A falta de emprego e de recursos básicos para a sobrevivência resultou em uma situação de miséria, fome, agravamento de doenças e por causa da ditadura de Maduro, milhares de venezuelanos começaram a migrar para o Brasil.


O resultado dessa imigração pouco controlada é o aumento da violência no Brasil.


Entre janeiro e agosto, foram registrados 1.136 boletins de ocorrência na cidade, dos quais 738 teriam sido cometidos por venezuelanos em Roraima. Um aumento significativo de 65%, o número é quase seis vezes maior do que em todo o ano de 2016, quando houve 128. Neste ano, foram instaurados 69 inquéritos e 39 venezuelanos foram presos em flagrante ou indiciados.


A prostituição nas regiões mais atingidas pela imigração de venezuelanos também aumentou. As garotas de programa estrangeiras se concentram no bairro Caimbé. Moradores contam que a presença de garotas de programa nas calçadas se intensificou com o aumento da imigração venezuelana na cidade.



“Agora são dez quarteirões tomados. Tem gente que faz sexo ao ar livre, tem tráfico de drogas. Minha mulher e minhas filhas não podem sair na rua porque são confundidas com prostitutas. A gente está preso dentro da própria casa”, diz um servidor público de 48 anos que mora no bairro há 12.


Roraima pede que fechem a fronteira da Venezuela com o Brasil.


Está na hora de exigir: "Construa um MURO."



Fonte: MMFDH