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Não discuta com esquerdistas

Atualizado: Jun 26



Por Fera Neném


Depois de 2 (duas) décadas aprendi algumas coisas que passo a compartilhar com vocês apresentando os motivos para não se discutir com pessoas com personalidade de esquerda. 1º Motivo: Uma pessoa com posicionamento político de esquerda não opera pelo campo racional do cérebro. Uma pessoa normal opera em maior parte com a área racional do cérebro. Uma pessoa com posicionamento político de esquerda opera predominantemente com a parte emocional do cérebro.

Tentar discutir com uma pessoa assim é como falar português e tentar conversar com alguém que fale hindu-aramaico. São campos distintos da mente que estão trabalhando, não é possível a comunicação. Não é de se surpreender que quando contestados eles partam para a violência porque esta é a resposta passional.

Além disto a emoção corrompe a inteligência porque priva o sujeito da virtude da prudência. 2º Motivo: O esquerdista sempre parte de uma premissa falsa. Pelas operações mentais dele funcionarem no campo passional os dados da realidade objetiva não possuem nenhuma importância.


Por exemplo, ele irá alegar que existe um racismo estrutural. E o que ele quer dizer com racismo estrutural?

Com racismo estrutural ele quer dizer que toda estrutura da sociedade é racista. Ou seja, o Legislativo é racista, o Judiciário é racista, a mídia é racista, as empresas são racistas, as Universidades são racistas e por aí vai. Se você disser que é justamente o contrário a resposta dele vai ser um risinho de afetação debochado como se você fosse louco. Por mais que você mostre para ele que toda produção legislativa dos últimos 30 anos não beneficiou os brancos e só favoreceu os negros, que o judiciário em regra favorece os negros, que a mídia dá uma cobertura maior em benefício dos negros, empresas criam sistemas de cotas… nada disto importa. O que importa é o que ele sente em relação à realidade.

Como Aristóteles ensina em sua lógica, se você parte de uma premissa falsa a sua conclusão também será falsa. Portanto as premissas são tão divergentes, mas tão divergentes, que é impossível a discussão.

É como querer discutir sobre uma maçã enquanto a percepção que o sujeito tem daquilo é uma banana. 3º Motivo: Os esquerdistas possuem culpa. Todo esquerdista possui culpa, e a culpa deles é suprimida. Quando a culpa é suprimida é transferida para uma instância da mente chamada subconsciente e no subconsciente é manifestada na forma de acusação projetiva. É por isso que você sempre vê os esquerdistas com o dedinho acusatório apontado para os outros chamando-os de racistas, homofóbicos, machistas, xenófobo…

É como se fosse uma panela de pressão e a acusação projetiva a válvula de escape. 4º Motivo: A dissonância cognitiva. A dissonância cognitiva é um fenômeno observado pelo psicólogo Leon Festinger. Em seu livro When Prophecy Fails ele acompanha um grupo de uma seita que acreditava que o Fim do Mundo aconteceria em uma determinada data.


Quando a data chegou as pessoas da seita subiram se vestiram de branco e subiram em árvores, montanhas, telhados e… nada aconteceu. Festinger queria observar a frustração das pessoas diante de um evento que ela criaram expectativas mas o que ele observou foi um fenômeno diferente.


As pessoas começaram a racionalizar os motivos daquilo não ter acontecido e a crença delas saiu ainda mais fortalecida. Isto é um mecanismo dos seres humanos quando é feito de trouxa em uma situação mas pela falta de humildade em admitir que cometeu um erro acreditando em algo falso dobra a aposta. (Talvez seja o que está acontecendo com muitos bolsonaristas agora).

Então discutir com eles é faltar com a caridade porque apenas irá reforçar neles o erro. Existe algum momento em que vale a pena discutir com um esquerista?

Sim, existe. Quando tiver um público que está disposto a ser convencido por um dos lados da discussão. E quanto ao sujeito que é esquerdista mas não é tão convicto assim do seu posicionamento de esquerda? O que pode ser feito?

O que pode ser feito é uma técnica que eu chamo de jogar a isca. Ou a maiêutica socrática. Ao invés de fazer contestações afirmativas é possível contornar a resistência do sujeito por meio de questões (jogar a isca) e conduzir a conversa por meio de outras questões fazendo que o próprio sujeito chegue a uma conclusão. Nem todo esquerdista é burro. Já tive contato com alguns que são inteligentes e cultos. Pessoas que estudaram bastante. O problema não reside no campo intelectual mas sim no moral. E quando a moral é corrompida a inteligência também se corrompe por não ter uma bússola. Por isso uma pessoa que não é tão inteligente mas que é humilde pode ser mais inteligente (elevada pela moral) do que uma pessoa naturalmente inteligente porque a realidade é o que é e ele se curva diante dela. Nos casos crônicos o que se pode fazer?

A cabeça destas pessoas está fora dos trilhos e o que se pode fazer é jejum, penitência e oração apelando para que a Causa Primeira intervenha e opere no coração desta pessoa. Se nada disto der certo talvez a única solução seja um exorcismo.


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