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  • Lucas

O duelo da consistência




Na noite da última quarta-feira, 09 de dezembro, tivemos a oportunidade de assistir ao duelo dos consistentes: São Paulo vs Botafogo.


De um lado o time da casa, bem treinado pelo Diniz, com propósito, entra em campo sabendo o que tem que ser feito e os resultados mostram isso. É o líder do Brasileirão com 7 pontos de vantagem e 17 jogos de invencibilidade na competição. Do outro lado, temos o Botafogo. Clube que foi sequestrado por raposas velhas e amadoras que estão mais preocupadas com seus próprios interesses do que com o sucesso do Glorioso. Um time que colecionou fracassos no ano de 2020 por puro amadorismo e isso também se reflete em campo: 9 jogos sem vitória.


O São Paulo colhe os frutos de ter mantido o Diniz no cargo quando este passou por momentos de inconsistência no comando da equipe. Uma diretoria profissional não julga a performance APENAS pelos resultados. No futebol há diversas variáveis que devem ser levadas em consideração antes de pedir a cabeça do técnico.


O Botafogo tinha tudo pra sair do amadorismo com a proposta da S.A. e se tornar um clube-empresa. Porém isso vai contra os interesses de quem está nos bastidores do clube há décadas. O que vimos ontem foi um bando de atleta patético, vermes que vestiram a camisa por obrigação como se não fossem pagos para realizar um trabalho. Isso é reflexo do amadorismo e descaso da direção do clube, mas não justifica essa frouxidão e covardia de um bando de marmanjo.


O Botafogo hoje é um microcosmo da política brasileira. Podem colocar um Bolsonaro na presidência do clube. Terá sempre um general Ramos pra tomar as rédeas da situação e dirigir o cube diretamente pro abismo.