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O Medo como Controle Social


Por The Mentalist



Não é de hoje que um grupo de indivíduos tenta controlar os demais com o intuito de atender aos próprios interesses, mas atualmente essas tentativas estão mais evidentes.


Você já reparou na quantidade de teorias e filmes que retratam a possibilidade de extermínio da nossa civilização, seja por desastres naturais ou por efeitos “causados pelo homem”?


Essas histórias tendem a obter maior interesse do público devido ao medo de morrer, afinal parece que as pessoas se esqueceram da Vida Eterna.


Os indivíduos que adoram a ideia de dominar o mundo sabem muito bem dessa fragilidade e já a explora faz algum tempo, usando também a falsa esperança como apoio para amansar as massas e evitar a possibilidade de grandes revoltas.


Além disso, essa combinação de emoções parece deixar as pessoas irracionais, de forma a não perceberem as claras manipulações e aceitarem a remoção de seus direitos a partir de falsas premissas.


Isso tem se mostrado eficaz, pois o medo da morte costuma gerar duas principais reações: A luta pela sobrevivência ou a submissão a quem prometer preservar a sua vida.


Então, entra em cena a falsa esperança, por meio de alguma “autoridade” que afirma o que o indivíduo deve ou não fazer para salvar sua vida, considerando essas medidas como a luta pela vida ao invés de submissão.


Como o medo torna muito difícil pensar racionalmente por conta própria, isso o leva a aceitar as ordens e, também, acaba as admitindo como verdade ao ver o movimento da maioria no mesmo sentido e a mídia atribuindo à autoridade o status necessário para que suas falas sejam adotadas como “verdade incontestável”.


A carta na manga mais recente, que vem auxiliando nas narrativas, é a transformação da ciência em uma instituição que determina o que é verdade ou mentira, logo, quem discordar é rotulado de negacionista.


Isso é alimentado com a supressão dos debates entre opiniões discordantes no meio acadêmico, que acostuma as pessoas com supostos consensos, inibindo e silenciando os questionamentos às teses falaciosas.


O exemplo mais atual é a epidemia de casos positivos de vírus chinês. Isso porquê, em torno de 80% dos casos são assintomáticos e os testes utilizados apresentam elevadas taxas de falso-positivos.


Essa inflação dos números foi utilizada para amedrontar a população com relação à morte, o que permitiu que medidas tirânicas fossem adotadas, como as restrições de livre circulação, culto e trabalho.


Além disso, o uso de máscaras e distanciamento social se tornaram obrigatórios. Tudo sem qualquer evidência que os justificassem, pois as evidências existentes contraindicam tais medidas, e se alguém questionar, é chamado de negacionista e anti-ciência.


A falsa esperança de solucionar o problema, salvar vidas e tudo voltar ao normal é sustentada com os lockdowns e os experimentos que chamam de vacina.


Entretanto, os dados de casos e mortes não diminuem e a narrativa segue com o surgimento de novas variantes supostamente mais transmissíveis e letais, que precisariam de novas vacinas e bloqueios para contê-las.


Outra área em que as narrativas de controle social estão com grande força é a climatologia, em que se destaca a culpa do homem pela causa de fenômenos naturais relacionados ao clima.


O Protocolo de Montreal, por exemplo, tinha como objetivo a substituição dos gases que supostamente seriam prejudiciais à Camada de Ozônio, pois esses gases reduziriam a concentração de ozônio, e causaria grandes problemas para os seres humanos, pelo aumento da radiação solar.


Essa hipótese nunca foi comprovada cientificamente, mas os cientistas que discordam dela são constantemente boicotados, silenciados e ridicularizados.


Nessa narrativa, a substituição dos gases seria a solução, e sempre alegarão que o novo gás também é prejudicial assim que a patente estiver prestes a expirar, pois o problema começou com o término das patentes dos CFCs e, os substitutos, os HFCs também são acusados na medida em que suas patentes vencem.


Em seguida, o Protocolo de Kyoto colocou o CO2 como vilão a ser combatido, pois contribuiria para o efeito estufa, agente causal do aquecimento global. Em 2016, entrou em vigor o Acordo de Paris para tentar limitar o aumento da temperatura.


Novamente, não se tem nada que comprove a hipótese de aquecimento global antropogênico e, atualmente com a possibilidade de incluir qualquer fenômeno climático na conta do homem, estão adotando a expressão Mudanças Climáticas, por ser mais amplo e facilitar a adaptação da narrativa de que o ser humano destrói a natureza.


Para contornar essa situação, as propostas incluem a troca dos combustíveis fósseis por “renováveis” – que são menos eficientes e até mais caros, –, a redução de queimadas e desmatamentos, reciclagem, entre outras medidas.


Na prática, o que se observa é uma estratégia geopolítica de controle para que os países subdesenvolvidos não se industrializem, em troca de um auxílio financeiro com várias letras miúdas, permitindo que grandes corporações ganhem muito dinheiro sem a concorrência dos países mais pobres.


Portanto, sempre desconfie quando surgir alguma narrativa de caos, mortes e destruição, pois algum grupo pode estar se utilizando disso para controlar as pessoas através do medo.


Isso é feito com o intuito de ganhar dinheiro e/ou poder, utilizando artifícios como a fraude intelectual e a mídia para validar as medidas que possibilitem isso e vendendo como uma falsa esperança de resolver a questão.


Ademais, os avanços tecnológicos possibilitaram mais formas de controle, seja por vigilância ou por integração de sistemas digitais que facilitam a proibição ou coerção de certas práticas.


Por isso, é fundamental ter atenção e cuidado com as narrativas que aparecem e questionar as possíveis intenções presentes para evitar ser manipulado.