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  • F. Wronski

O nascimento do Nazi municipal

Por Almirante Julio Mahan


Tudo começou com um suposto governo fascista em pleno estado democrático de direito.


O suposto governo fascista sancionou sua primeira lei nazicomunista (lei 13.979/20). Estava perfeita, parecia ter sido redigida pelo próprio Partido Comunista Chinês, dava gosto ler seu artigo 3º, principalmente, seu inciso III que faria Josef Mengele se emocionar:


III - determinação de realização compulsória de:

a) exames médicos;

b) testes laboratoriais;

c) coleta de amostras clínicas;

d) vacinação e outras medidas profiláticas; ou

e) tratamentos médicos específicos;


Graças a intervenção do iluminado estado democrático de direito, o suposto governo fascista foi impedido de implementar suas medidas nazisanitárias, distribuindo esse poder para cada governador e/ou prefeito.


O suposto chefe fascista, inconformado, sentenciou no cercadinho: NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A SER VACINADO!


Então, o estado democrático de direito seguiu feliz assistindo pequenos naziestados nascendo democraticamente sobre pequenos brasileiros indefesos.


Insatisfeito com a perda da oportunidade de se impor, o suposto governo fascista nos presenteia com mais uma pérola legal de cunho nazicomunista (lei 14.121/21). Uma lei que deixará o estado democrático de direito de boca aberta com uma afronta descarada ao Tratado de Nuremberg, suspeita-se que nem o Partido Comunista Chinês teve coragem de colocar por escrito algo similar ao artigo 11º: Os imunizantes autorizados em caráter emergencial e experimental contra o SARS-CoV-2 pela Anvisa estão isentos do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) para fins de aplicação na população…


Não, você não leu errado!


Vão aplicar substâncias experimentais sem o consentimento livre e esclarecido do humilde povo brasileiro. E pasmem, sob o auspício do vigilante estado democrático de direito.


Neste momento, os pequenos naziestados, estimulados pelos elogios e sucesso financeiro dos gigantes financistas mundiais, assumiram o controle da experimentação mundial em terra brasilis. Estabeleceram calendários etários e, em caso de furos ou descontrole, culpavam o suposto governo fascista.


Como todo regime totalitário, surgem os insurgentes, rebeldes que evitam participar do experimento nazisanitário. Contra esses, unem-se o suposto governo fascista e os pequenos naziestados em um lindo teatro das tesouras: No primeiro ato, o suposto governo fascista cria o certificado digital de vacinação Covid, enquanto o chefe grita no cercadinho: NINGUÉM SERÁ OBRIGADO A SER VACINADO! No ato seguinte, os pequenos naziestados publicam seus decretos implantando o apartheid sanitário, usando o certificado digital do suposto governo fascista como marca de discriminação do humilde povo brasileiro, excluindo os insurgentes sem injeção.


A promessa de ato final é a promulgação da lei que formaliza a utilização do passaporte nazisanitário. Tudo isso sob as bênçãos do iluminado estado democrático de direito.





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