• Evandro Pontes

Olavo Tem Razão, 15a Temporada



Olavo tem razão mais uma vez.


Quando uma disputa política envolve fraude, ela deixa de ser política e passa ser jurídica.


Não é mais questão de saber quem ganhou, mas sim de saber quem tem que ser preso.


Especificamente em relação aos aspectos jurídicos do voto nulo, é muito difícil que a nulidade do voto contamine a deliberação como um todo.


Juridicamente deve sempre se salvar a deliberação e extirpar dela as "cédulas cancerígenas". Isso é assim desde o Direito Romano, há mais de 3 mil anos.


A questão a ser decidida é: dada a amplitude da fraude (que ainda não se sabe qual é a extensão), faz sentido marcar novo pleito ou o certo seria salvá-lo e ir à exaustão com a contagem apenas do que é válido?


Qual seria o prazo para concluir esse trabalho no caso de salvar a deliberação e extrair as "cédulas cancerígenas"?


Até lá, a quem cabe conduzir o país se o trabalho extrapolar o prazo para posse?


Pela primeira vez na vida, me deu vontade de ser Juiz da Suprema Corte dos EUA - eu amo desafios.


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