• Zero à Direita

Para emplacar seus candidatos nas eleições do Congresso, Bolsonaro pode reformar ministérios


Governo sofre pressão para substituir ministros e pode abrir negociação em troca de apoio aos seus candidatos para o Congresso.


2021 ainda nem começou mas a famosa articulação da velha política anda a todo vapor. Buscando fôlego após perder praticamente todo o seu poder político, o presidente Jair Messias Bolsonaro, está buscando formas de conseguir apoio para seus candidatos nas eleições para presidência da Câmara e do Senado.


Esperando a definição dos nomes para o Senado, Bolsonaro já vem articulando apoio ao deputado Arthur Lira (PP-AL), que seria aliado do presidente na Câmara, em troca de ainda mais poder para o já gigante Centrão.


Ernesto Araújo (Itamaraty) e Ricardo Salles (Meio Ambiente) devem ser os primeiros nomes da barca. Conhecidos por serem o último suspiro da agenda prometida por Bolsonaro em 2018, eles não agradam a oposição. São vistos como empecilho para o diálogo com a comunidade internacional, nas áreas de política externa e ambiental. Em resumo: são obstáculo para a entrega definitiva do território nacional para a China e outros países.


As pastas de maior orçamento como Saúde, Educação e Cidadania também têm atenção especial do centrão, que não descarta pressionar ainda mais o Governo para conseguir território por lá.


Trocando os móveis de lugar...


Como adiantado por Evandro Pontes ainda em setembro, se ventila nos bastidores a transferência do ministro da Secretaria de Governo, o general Luiz Eduardo Ramos, para o a Secretaria-Geral da Presidência, assim como a ida de Jorge Oliveira para o Tribunal de Contas da União em janeiro.


2021 promete ser tão nocivo à pauta conservadora quanto 2020. Que Deus proteja o Brasil.





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