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  • Amandaverso

“Para o Grinch, Natal é o mal.”

Começo este pequeno artigo relembrando um clássico natalino que se "encarnou" em alguns governadores nesta época do Advento. Não preciso nem quero dar uma aula sobre o natal, na verdade quero falar daquele monstro verde que gostava de roubar esta celebração: O Grinch. Pra quem não conhece, um pequeno histórico: Grinch é uma personagem do livro Como Grinch Roubou o Natal, de Dr. Seuss, publicado em 1957. Opinião sobre Seuss à parte, o livro conta a história de Grinch, uma criatura verde que odeia o Natal. Uma noite Grinch decide roubar e destruir todos os presentes dos Quem, moradores do pequeno vilarejo onde a história se passa. Sem spoiler, não contarei aos poucos que nunca leram ou viram o filme o que acontece no final. Quero chamar atenção para a atitude dos governadores, em especial João Dória, que parecem ter se inspirado em Grinch para destruir o nosso precioso Natal. Acontece que esses monstros não querem 'apenas' fazer travessuras e roubar presentes como o gigante verde. O que os monstros de carne e osso querem é vilipendiar nossos lares e atacar uma das celebrações mais importantes para os cristão: a Manifestação do Nosso Senhor Jesus Cristo. Como bem explica padre Paulo Ricardo, a comemoração da Santa Igreja Católica no Natal é "tornar presente para nós, na força do Espírito Santo, a graça da vinda do Cristo! Celebrando a liturgia do Natal, o acontecimento do passado (a Manifestação do Filho de Deus) torna-se presente no hoje da nossa vida!" Ao usar a fraudemia do vírus chinês para intimidar cristãos e não cristãos através do medo, estou sendo bondosa ao chamá-los de Grinch. Os projetos de ditadores não passam de "comensais" do anticristo.


Oremos para que o Espírito Santo toque os corações daqueles que não sabem o que é o natal. Afinal, até o gigante verde entendeu que o Natal é uma data especial:


E o Grinch, com seus grandes e gelados pés enterrados na neve, ficou confuso e perdido. Como isso poderia ser assim? Seu presente veio sem fitas, sem cartões. E se o Natal, ele pensou, não viesse de uma loja? E se o Natal, talvez, significasse algo a mais?