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Pauta Identitária: Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher é aprovada na Câmara.

As atividades serão realizadas anualmente em março nas instituições de educação básica


Carla Dickson e o presidente Jair Bolsonaro.

A Câmara dos Deputados aprovou ontem, quinta-feira (6), a proposta que institui a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher, a ser realizada nas escolas públicas e privadas. A medida consta do Projeto de Lei 598/19, de autoria do Senado. Devido às mudanças, a proposta precisa ser votada novamente pelos senadores.


De acordo com o substitutivo aprovado, da deputada Carla Dickson (Pros-RN), a semana será realizada anualmente em março nas instituições de educação básica. “Foi um momento de aprendizado para mim, em minha primeira relatoria de um projeto em Plenário. Esse projeto contribui com a cultura do respeito”, afirmou a relatora.


Entre os objetivos estão o de contribuir para o conhecimento da Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06); estimular a reflexão crítica entre estudantes, profissionais da educação e comunidade escolar sobre a prevenção e o combate à violência contra a mulher; e abordar os mecanismos de assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, as medidas protetivas e os meios para o registro de denúncias.


O autor do projeto de lei é o Senador Plínio Valério (PSDB -AM).


O projeto aprovado também altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), para incluir conteúdo sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica.


A deputada Carla Dickson noticiou a aprovação do PL pelo instagram:


Capacitação e igualdade

O texto coloca ainda como objetivos contribuir para o conhecimento das disposições da Lei Maria da Penha; integrar a comunidade escolar no desenvolvimento de estratégias para o enfrentamento das diversas formas de violência, principalmente as contra a mulher; e capacitar educadores e conscientizar a comunidade sobre violência nas relações afetivas.


A semana deverá ainda promover a igualdade entre homens e mulheres, de modo a prevenir e coibir a violência contra a mulher e promover a produção e a distribuição de materiais educativos relativos à temática nas instituições de ensino.




A luta para acabar com a violência contra as mulheres desperta simpatia quase imediata. Porém a "causa feminista" esconde uma agenda com objetivos que vão além do bem estar e segurança de mulheres e meninas.


A "violência de gênero" é definida pela ONU como: "aquela que atinge indivíduos ou grupos com base em seu gênero". As feministas classificam tal violência da seguinte forma: "toda violência endêmica em relações íntimas entre dois sexos, iniciada por homens contra mulheres com o objetivo de perpetuar uma série de papéis e estereótipos criados para continuar com a situação de desigualdade entre homens e mulheres".


Aumento da violência em 2020


No primeiro semestre deste ano, as mortes violentas intencionais aumentaram 7,1% no país, seguindo a tendência de elevação iniciada no último trimestre de 2019. De acordo com o 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado hoje (19) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), foram registradas 25.712 ocorrências, contra 24.012 da primeira metade de 2019. Ou seja, a cada dez minutos, uma pessoa perdeu a vida, vítima de assassinato.

Ainda segundo o relatório do 14º Anuário, 91,2% das vítimas vítimas de violência letal no Brasil foram homens e 8,8% mulheres.


As vítimas do sexo masculino entre 15 e 19 anos representam 83% das vítimas dos

crimes que terminam em morte de crianças e adolescentes no Brasil.


O problema é a violência como tal, independente do sexo. Aplicar pautas identitárias para criar leis, projetos e campanhas mostra que estamos imersos em uma "guerra dos sexos". As demandas são de origem feminista e ideológica.


A Esquerda no comando.


O progressismo e suas pautas identitárias avançam com rapidez pelas mãos de ministros, deputados e senadores alinhados ao Governo.

Deputada Carla Dickson e a Ministra Damares Alves (filiada ao PP)