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Precisamos de mulheres que sejam “Novas Marias” – parte 2

Atualizado: Abr 14


Créditos: banco de imagens


Bem, conforme dito no final da primeira parte, aqui tratarei de modo mais coeso e simples sobre pornografia virtual e o mercado das “bonecas sexuais”, que têm crescido vertiginosamente dia após dia.

Pornografia virtual

Com o advento da internet, houve um aumento exponencial no número de informações que nos chegam por minuto, graças às redes sociais e a outros veículos de comunicação. Porém, isso também fez crescer outra indústria: a da pornografia virtual.


Ao lado dos jogos de azar, a pornografia digital tem se tornado muito comum. Até porque, qualquer um hoje tem um celular na mão e ligado à internet, que lhe abre um horizonte gigantesco na sua frente, com tudo o que presta e o que não presta.


O que antes ficava nas páginas de revistas pornográficas escondidas nas bancas de jornal ou nas locadoras de VHS com aquelas sessões “para maiores de 18 anos”, hoje está ao alcance de um clique, cada vez mais anônimo e permeado na nossa sociedade.


Como referido na primeira parte, sites pornográficos têm crescido a ponto de estarem entre os mais visitados do mundo. Em contrapartida, cresce também a consciência dos vícios em pornografia.


Inúmeras celebridades têm vindo a público denunciar a influência desse mal em seus locais de trabalho (trataremos disso em outra parte). Autoridades públicas das mais variadas, em muitos estudos e pesquisas, têm relacionado à pornografia a uma verdadeira crise de saúde pública.


Soma-se a isso o crescimento e a formação de grupos “anti pornografia”, que têm como principal objetivo ajudar homens e mulheres a se livrarem desse vício com um trabalho semelhante ao dos AA, ou NA.

Bonecas sexuais


Eis outro mercado que tem crescido e se propagado como nunca na história. Essas bonecas buscam “satisfazer” as fantasias mais pervertidas e, em época de “isolamento”, têm sido para muitos uma válvula de escape.


Porém, é preciso aqui deixar alguns pontos esclarecidos.


Com o uso demasiado da pornografia, a tendência é que haja a objetificação do ser humano. Por essa razão, esse tipo de material tem muita relevância na indústria, uma vez que, ao contrário do que acontece quando se tem uma “parceira” de verdade, com a boneca se pode fazer absolutamente tudo.


Graças a isso, a imagem feminina na mente do homem fica cada vez mais destruída e leva o “consumidor” de tal produto a enxergar as mulheres como apenas fantoches para seu deleite.


A situação é tão grave e alarmante que, em alguns casos, estes mesmos indivíduos não conseguem manter um relacionamento saudável, além de se tornarem pessoas extremamente agressivas, como vimos na parte 1.


Esse mercado está tão em voga, que já não se faz mais questão de se esconder esse tipo de comércio.


No Canadá, por exemplo, você pode encontrar uma loja de “Aluguel de Bonecas” em um shopping. Ao desembolsar algo em torno de 80 dólares canadenses, você aluga uma “companheira” da maneira que você quer, com a etnia, tamanho, aparência... Enfim, do jeito que você preferir.


As chamadas “casas da luz vermelha”, agora, deram espaço a esse tipo de “bordel self-service”, nos quais em vez de garotas de programa, você encontra bonecas.


Definitivamente, a prostituição só muda de “roupa”, mas continua a mesma uma vez que o sexo fácil é cada vez mais comum na sociedade que vivemos.


Na próxima parte, tratarei mais especificamente da pornografia no mundo do entretenimento e como, por este meio, tem moldado a cultura atualmente.


Conto com você.


Deus te abençoe!