• Amandaverso

Propaganda do Banco do Brasil e a engenharia social.

Enquanto lutamos contra o "novo normal" nos sendo empurrado goela abaixo graças ao vírus chinês, a nova propaganda do Banco do Brasil ri da cara do eleitor do presidente Bolsonaro e transmite o discurso globalista.





Parece que a demissão de Delano Valentim da direção de Comunicação e Marketing do BB, no ano passado, não resolveu muita coisa. Em abril de 2019, o banco havia feito uma campanha militante que, após repercussão negativa entre os eleitores, recebeu veto presidencial.


Na época, a decisão era que todas as peças publicitárias deveriam passar pela aprovação da Secretaria de Comunicação:"Em atendimento à decisão estratégica de maximizar o alinhamento de toda ação de publicidade do Poder Executivo federal, comunicamos que a partir desta data o conteúdo de todas as ações publicitárias, inclusive de natureza mercadológica deverá ser submetido para conformidade prévia da Secom" informava o e-mail enviado às estatais.


O recuo veio pouco tempo depois e a Secretaria do Governo emitiu uma nota contra a decisão. A Secretaria de Governo informou que peças publicitárias de empresas estatais não precisariam passar pelo aval do governo. "A Secom, ao emitir o email veiculado, não observou a Lei das Estatais, pois não cabe à Administração Direta intervir no conteúdo da publicidade estritamente mercadológica das empresas estatais", dizia a nota.


É isso que acontece quando se deixa no Governo comissionados alinhados com ideologia totalmente contrária ao conservadorismo. E não venha me falar que isso é culpa das agências publicitárias militantes. esqueceram que quem manda é o cliente?


O cliente somos nós, o povo que elegeu um presidente conservador, que perde tempo brigando contra o "novo normal" e é feito de palhaço dia após dia. E agora temos que assistir a engenharia social a todo vapor sendo feita em propaganda de estatal, mesmo com o Bolsonaro berrando contra o vírus chinês.


Segundo Edwards Bernays, considerado o "pai das Relações Públicas":


"Se entendermos o mecanismo e os motivos da mente do grupo, não é possível controlar e regimentar as massas de acordo com nossa vontade sem que elas saibam sobre isso? A prática recente da propaganda provou que é possível, pelo menos até certo ponto e dentro de certos limites.”

Bernays nomeou essa técnica de "Engenharia do Consentimento" e, em 1947, publicou um ensaio sobre o método:

"Essa frase significa simplesmente o uso de uma abordagem de engenharia - isto é, ação baseada apenas no conhecimento completo da situação e na aplicação de princípios científicos e práticas experimentadas para fazer as pessoas apoiarem idéias e programas."*

E aí? Quem avisa que temos que lutar até nos "pequenos detalhes"?


*" The Engineering of Consent " é um ensaio de Edward Bernays publicado em 1947 e transformado em livro em 1955.

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