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Rodrigo Maia sorri

DEM e PSOl se fortalecem em capitais.


DEM, PP e PSD são os que mais crescem em número de prefeitos, o MDB ainda segue como líder.


A volta com força total da esquerda - desta vez sem a costumeira hegemonia do PT -, ascensão do DEM e derrota da direita foram as principais marcas das eleições municipais de 2020. Os eleitores privilegiaram em suas escolhas nomes já conhecidos e que foram, a campo conversar com o povo, no Executivo ou no Legislativo.


O Democratas –que reelegeu Rafael Greca em Curitiba, Gean Loureiro em Florianópolis e também Bruno Reis para suceder ACM Neto em Salvador– chegou a 458 prefeituras. São 190 a mais que o total de eleitos pelo partido nas eleições municipais anteriores. O crescimento de 2016 a 2020 foi de 70,9%.


O PSDB de João Doria elegeu 497 prefeitos no domingo (15). São 302 a menos que em 2016. A maior cidade do Brasil, São Paulo, terá Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) no segundo turno. PSDB mais uma vez pode arrebatar a cidade de São Paulo e manter o mandato que caiu em seu colo em 2018.


Não podemos esquecer que o desempenho local dos partidos tem reflexos na política nacional. Em fevereiro haverá escolha do presidente da Câmara que sucederá a Rodrigo Maia (DEM-RJ). As siglas que se saíram melhor no domingo aumentaram sua força nas discussões.

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