• Tuanni Ramos

Ser ou não ser um bajulador? Eis a questão.


Antes de responder, precisamos fazer um exame de consciência: Estamos nos portando tal como aquilo que acreditamos, VIVEMOS O CONSERVADORISMO, ou somos meras cobaias do sistema pensando o que eles querem e como eles querem?


Foi incutido na cultura brasileira já há muito tempo a falsa afirmação de que, para conseguir algo na vida precisamos nos submeter aos caprichos e vontades do outro, seja ele quem for: Alguém da família, seu chefe, seu namorado (a), seu vizinho, seu “amigo”, etc.


O que poucas pessoas se dão conta é que um bajulador por essência tende a ser um censurador mais dia menos dia, porém, são poucos os que se dão conta disso, e acabam caindo nesse vício maldito, agindo em detrimento do outro para seu próprio benefício.


Os comunistas aprenderam isso rapidamente, usando a bajulação como um instrumento para a tomada de poder, que nas palavras de José Dirceu, “´É diferente de se ganhar uma eleição”, sendo assim, estes mesmos comunas estão cercados de bajuladores, vivendo num ciclo sem fim.


Para estes mesmos comunistas, enquanto você serve à causa, você é tratado como best friend, contudo, quando você já não serve mais para a “revolução”, é descartado como um lixo a ponto de com muita “sorte” você ter que agradecer por não ser “celsodanielizado” na primeira oportunidade.


É triste olhar para a realidade tal como a conhecemos hoje, ter consciência de que pessoas como o professor Olavo tanto nos alertou para a ocupação de espaços, sobre as estratégias espúrias e ardilosas da esquerda ser desprezada, e muitas vezes distorcida por boa parte da “direita inteligente” a ponto de ao invés de lutar contra o mesmo inimigo em comum, faz coisas ainda mais ignóbeis na calada da noite, quando as cortinas estão fechadas e ninguém pode ver que estes não passam de “bajuladores de político”, muitas vezes sendo pagos por eles para fazerem os caprichos e vontades do “chefinho”.


Hoje falar a verdade é sinônimo de loucura, apontar os erros é o mesmo que querer “a morte” da pessoa, pois vivemos numa sociedade doente com ânsia de bajular quem quer que seja.


A decisão do Ministro para “inocentar” um criminoso nada mais é do que reflexo de algo que já vinha sendo arquitetado isso há décadas, e quando se alertava lá atrás pouco caso se fez.


O que vemos nesse emblemático caso nada mais é do que a bajulação sendo colocada às claras.


O fato é que intelectuais, a classe política e toda a elite, como bem pontuado pelo professor Olavo numa de suas ultimas aulas do COF, não tem um mínimo conhecimento da realidade que o cerca, e jura de pés juntos que são inteligentes o suficiente para influenciar o s.r. José da padaria que está sofrendo por não conseguir trabalhar e levar seu sustento pra sua família.


Digo “Se acham inteligentes” porque seus bajuladores repetem isso todos os dias para que o ego deles não pare de crescer, e o pior, muitas vezes esses mesmos bajuladores serão os primeiros a te censurarem caso você se manifeste dizendo o contrario, podendo até mesmo lhe preparar um “paredão” para corrigir o seu desvio de caráter e conduta.


Essa elite não estuda, e não quer estudar para compreender a realidade da sua cidade, do seu bairro, e essa falta de estudos leva toda uma população a ficar à mercê de decisões arbitrárias e infundadas vindas dessa casta perfeita sem que estes mesmos arquem com estas decisões.


Os bajuladores, em certa medida são sim, pessoas que seja por ignorância, seja por burrice, não sabem ou não querem enxergar o que está à sua frente, uma vez que têm medo de "ofender" o ente bajulado.


Um exemplo de como essa ânsia se ramificou é quando olhamos para o ambiente universitário, onde alunos que não seguem a cartilha doutrinária imposta pelos professores, não conseguem avançar na vida acadêmica, fazendo com que sejam ainda mais comuns relatos de alunos conservadores que ficam em silêncio pra que não sejam afetados de alguma maneira em sua vida discente.


A cada dia se faz mais e mais necessário o trabalho intelectual em nossos espaços, seja na literatura, seja na academia, seja na nossa própria vizinhança Não espere que "Brasília" aja por você, pois mudanças no macro não ocorrerão sem que o micro se mude e se torne um ambiente que gere demanda conservadora, como muito bem pontuado pelo Fernando Melo em uma de suas exposições.


Não nos esqueçamos de que quando uma família está desamparada, na maior parte das vezes infelizmente, quem estende a mão são os militantes do Psol, et caverna, pois hoje em dia é cada vez mais difícil ver iniciativas de prática de caridade tal como a que o Movimento Conservador tem feito para ajudar a cidade de Aparecida – SP, arrecadando alimentos para serem distribuídos no município, uma vez que cerca de 75% dos habitantes estão desempregados em virtude do caos que está instalado no Estado.


Faz-se necessário acordarmos para os nossos municípios, ver quem ao nosso lado precisa da nossa ajuda e deixar a nossa marca na vida das pessoas Devemos pra ontem cortar o vício da bajulação ou endeusamento de políticos, dentre tantas outras pessoas, e passarmos a agir nas nossas realidades.


A bajulação cega tanto, a ponto de os bajuladores quererem até mesmo a censura de pessoas que teoricamente estariam no mesmo campo que eles.


Quanto ao título, poderia responder de muitas maneiras, mas a que mais se encaixa é: Não seja capacho de ninguém, não bajule, e se afaste de pessoas que querem estar perto de você como “coleguinhas”, e examine bem a sua realidade, pois na primeira oportunidade esses mesmos que se dizem “amigos” podem pedir a sua cabeça.


Pense nisso. Deus abençoe você.


“Prefiro os que me criticam, porque me corrigem aos que me elogiam, porque me corrompem.” Santo Agostinho.

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