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  • Marcelo

STF decreta fim da liberdade de culto

Com nove votos a dois, ministros entendem que fé cristã não é essencial em tempos de crise



Nesta quinta-feira (08), em decisão quase unânime, ministros entenderam que a prática religiosa pode ser regulada por uma autoridade fora de sua própria estrutura clerical.


Isso fere a liberdade de culto inscrita na Constituição que eles dizem salvaguardar. Ainda que o caso julgue somente algumas cidades e estados, qualquer prefeito ou governador pode utilizar-se dela. Contra a abertura de igrejas votaram os ministros Alexandre de Moraes, Carmen Lúcia, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. A favor da abertura de igrejas votaram os ministros Dias Toffoli e Kassio Nunes Marques.

Ou seja, se não fosse pela mínima coerência esperada de Kassio e pelo voto de Toffoli, teríamos unanimidade de uma decisão do estado contra a Fé Cristã. Salientar isso é importante para apreendermos o que ocorre no Brasil.

Recentemente, o Fernando Mello postou no canal do Comunicação & Política uma experiência vivida em Curitiba, no Paraná, quando tentou entrar três igrejas e todas elas estavam fechadas; em algumas delas a polícia estava de vigia na porta.


Entretanto, uma mesquita não somente estava aberta, mas tinha uma visita guiada, além de venda de materiais para quem quisesse aprender mais a respeito da religião.

Enquanto isso, uma pandemia de suicídio, depressão e violência doméstica cresce não somente pelo esfacelamento da economia local e do trabalho dos mais humildes, mas também pela incapacidade da prática da fé que revigora a alma e o senso de justiça que há em nós.

Uma nova religião levanta-se em nossos tempos, ainda que o prenúncio dela possa ser notado desde séculos atrás.