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“Vacinação em massa na pandemia pode criar um monstro sem igual”, alerta virologista

Por Zaraba Oliveira



A vacinação em massa da população mundial é uma imposição da satânica agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU), e uma forma de reduzi-la drasticamente para cerca de 500 milhões dos 7,6 bilhões atuais. Isso já foi previsto nas misteriosas Pedras da Geórgia, monólitos de rocha de toneladas de peso, com reveladas intenções de uma Nova Ordem Mundial.


Outro alerta de uma catástrofe sanitária foi feito recentemente por nada menos que um especialista em vacinas, doutor Geert Vanden Bossche. Para ele, a vacinação massiva em meio uma pandemia global desencadeará “um monstro irreprimível” e sem igual na história.


O pesquisador é um virologista renomado com 30 anos de experiência e emitiu sua “chamada de emergência” à Organização Mundial de Saúde (OMS). O alerta é dirigido aos cientistas e governos e trata sobre os riscos da imunização em massa, que poderá transformar um vírus relativamente inofensivo numa arma biológica capaz de exterminar grande parte da população em pouco tempo.


Bossche não é suspeito para falar do assunto, visto que trabalhou na fundação Bill e Melinda Gates — declaradamente operante em agendas pró-aborto e grande investidora na fabricação de imunizantes — e na Aliança Global para Vacinas e Imunização (GAVI).


Ele também trabalhou em várias outras empresas, como a Novartis Vaccines, GSK Biologicals e Solvay Biologicals, e se declara “quase um antivaxxer” (expressão inglesa para “antivacina”). Portanto, não é um pseudocientista como esse tal Átila Iamarindo, chegado aos chineses.



Imagem: virologista e pesquisador Geert Vanden Bossche


Em entrevista ao Church Militant, Bossche diz que “essas vacinas profiláticas são altamente perigosas quando usadas em campanhas de vacinação em massa durante uma pandemia viral e que as atuais intervenções humanas podem transformar as variantes circulantes em monstros selvagens”.


Segundo ele, “os vacinologistas”, cientistas e médicos estão cegos pelos efeitos positivos à curto prazo em pacientes individuais. Mas não parecem se preocupar com as consequências desastrosas para a saúde global”.


O virologista, em vários artigos publicados, explica que as pessoas vacinadas espalharão os vírus do Covid-19 em vez de proteger os não vacinados. Para ele, o sistema imunológico dos vacinados será menos eficaz no combate às variantes do vírus, situação contrária à dos não vacinados.


A vacinação em massa aplicará forte pressão de seleção sobre o vírus para desenvolver mutações que acabarão por se tornar imunes à vacina. Tal raciocínio é semelhante àquele de cientistas sobre a ineficácia de famílias de antibióticos por causa de seu uso massivo e incontrolável, que tem “consenso” na classe médica.


Bossche, na contramão dos governantes — assessorados por suspeitos cientistas ligados às indústrias farmacêuticas, — aconselha combater o vírus com desenvolvimento de um forte sistema imunológico.


A mídia genocida, que apoia o lockdown, a vacina da China, — cujos efeitos colaterais já mataram milhares mundo afora e deixaram sequelas graves, — acusa de “bolsonaristas” aqueles que propagam o alerta feito pelo pesquisador.


Para eles, o intuito é “desencorajar a vacinação” da população sem questionar protocolos e eficácia de tais drogas que, longe de salvar vidas, buscam drenar os recursos financeiros da nação, fruto do suor de seus trabalhadores.


Já para a mídia militante, a serviço dos metacapitalistas e comunistas, de nada valem milhares de estudos feitos nas últimas décadas que apontam graves problemas gerados pelas vacinas no mundo todo, além de, óbvio, muitas e muitas mortes.


Por exemplo, o livro de Neil Z. Miller, “Miller’s Review of Critical Vaccines Studies: 400 Important Scientific Papers Sumarized for Parents and Researchers”, traz informações de arrepiar os cabelos sobre as vacinas e seus efeitos terríveis na saúde humana. Não por acaso, os casos de autismo nos EUA e no Brasil aumentaram assustadoramente desde que se iniciou campanhas de vacinação em massa para diversas doenças.



É de se perguntar: se a indústria multimilionária, que lucra com alopatia, é a mesma que fornece as “vacinas”, não está em flagrante conflito de interesses? Então, o fabricante só tem um interesse: vender seu produto sem que haja, em muitos casos, uma avaliação criteriosa e rígida de sua eficácia e segurança para a saúde do consumidor.


Stanley A. Plotkin, conhecido nos EUA como o “Dr. Vacina”, em depoimento num tribunal, admitiu uso de células de tecidos fetais de abortos no desenvolvimento da droga. Esse satanista figura como benfeitor da seita Adventista nos EUA que, segundo denúncias, praticava aborto em um hospital de sua propriedade.


No Brasil, também há, pelo menos, um estudo sério sobre coadjuvantes de vacinas feito pela pesquisadora Maria Fernanda Hornos Carneiro, que aponta graves riscos. O Timerosol, substância que contém mercúrio, é utilizado na produção de vacinas em frascos multidoses. Os países pobres estão mais expostos.


A pesquisadora, em entrevista publicada pelo Jornal da USP em 28 de agosto de 2018, alerta para indivíduos mais expostos pela toxidade do mercúrio, entre eles: doentes renais, recém-nascidos, gestantes e idosos, que podem desenvolver maior comprometimento potencial do tecido renal ou outro tecido ainda em formação.


Algumas pesquisas associaram tais coadjuvantes com autismo nas crianças, motivo de debates na comunidade científica, que é controlada pela indústria farmacêutica.


Esclarecedoras são as denúncias apresentadas pelo médico e escritor Peter C. Gotzsche em seu livro “Medicamentos Mortais e Crime Organizado - Como a Indústria Farmacêutica Corrompeu a Assistência Médica”.


Nele, constam documentos sobre fraudes, manipulação de informações sobre medicamentos e a corrupção das empresas fabricantes em todo o mundo, além da corrupção das revistas científicas que publicam artigos “encomendados” pela máfia das drogas.



Na ponta, os médicos são influenciados por tais artigos ou cooptados diretamente na prescrição de drogas que, em muitos casos, causam danos irreparáveis aos pacientes.


Exemplo gritante é a Talidomida, na década de 60, que provocou sequelas em milhares de pessoas. Nos EUA e na Europa, descobertas as fraudes, alguns executivos chegaram a ser presos, mas mediante milionários acordos e multas, estão livres e soltos praticando sua especialidade: a corrupção.


Este cenário da medicina, que existe há décadas, levou o ganhador do Prêmio Nobel de 2017, Sir Richard Roberts, a afirmar em entrevistas que não há interesse da indústria farmacêutica em remédios que curam, “porque não dão lucros”. Mas preferem desenvolver drogas que amenizam os sintomas das doenças, deixando os pacientes reféns pelo seu uso por tempo indefinido.


Daí vem o interesse, sempre crescente, por vacinas e a ingerência dos governos pelo seu uso massivo, sem que haja nenhuma responsabilização civil e criminal por seus efeitos deletérios na saúde humana, inclusive óbitos.


Na maioria dos países de terceiro mundo, as indústrias condicionam o fornecimento de insumos mediante aprovação de leis que lhe garantam a impunidade, como aconteceu no Brasil.


Diante do exposto, o alerta do virologista Bossche merece toda a credibilidade, porque ele vem de dentro dessas empresas e trabalhou no desenvolvimento de vacinas. Por uma questão de consciência, ele resolveu botar a boca no mundo e, como sempre, os grandes capitais da indústria farmacêutica investem pesadamente na mídia para desacreditá-lo.


Essa é uma prática notória e documentada desses corruptos, que se lixam para a saúde das pessoas diante dos bilhões que lucram com drogas sem eficácia comprovada. “É a ciência!”, gritam seus acólitos.